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TST: Julgamento coloca em risco campanha salarial unificada

(São Paulo) O julgamento do dissídio coletivo que acontece nesta quinta-feira, dia 21, além dos riscos naturais aos direitos dos trabalhadores, poderá estabelecer também condições diferenciadas para a renovação da convenção coletiva dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Federal em relação aos empregados de instituições privadas. Uma medida que significará, na prática, o fim da campanha salarial unificada deste ano.
De acordo com o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, caso isso venha a se concretizar acarretará um grande prejuízo à organização e à unidade de toda a categoria nacionalmente. “A unificação é perseguida há quase vinte anos pelo conjunto dos trabalhadores. Uma realidade que começou a se desenhar em 2003 e concretizada neste ano, com as assinaturas do pré-acordo pelas direções do BB e da Caixa. Agora o dissídio pode colocar por terra todo esse esforço”, afirma.
Estratégia – A campanha salarial unificada deste ano foi um dos principais consensos da Conferência Nacional dos Bancários que reuniu mais de 1.200 trabalhadores, de bancos públicos e privados, de todo o país. A unidade também foi referendada nos congressos específicos e nas diversas assembléias da categoria. “Depois de quase duas décadas, 400 mil trabalhadores voltaram a se unir para desenvolver uma forte campanha. Foi essa mesma unidade que permitiu a deflagração de 30 dias de greve por uma nova proposta. Esse fato, por si só, já é suficiente para reafirmar a importância da unificação”, acrescenta.
Dissídio – O julgamento do dissídio, apenas para os bancários do BB e da Caixa, acontece nesta quinta, em Brasília. O ajuizamento foi solicitado pela Contec à revelia da decisão dos bancários de São Paulo, Osasco e região que, em assembléia na Quadra, haviam sido contrários a que a Justiça decidisse a questão. “Continuamos defendendo que as questões entre patrões e empregados devam ser resolvidas em mesa de negociação. Por isso temos insistido na reabertura do diálogo”, acrescenta Marcolino.
Fonte: Folha Bancária – Seeb São Paulo

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TST: Julgamento coloca em risco campanha salarial unificada

(São Paulo) O julgamento do dissídio coletivo que acontece nesta quinta-feira, dia 21, além dos riscos naturais aos direitos dos trabalhadores, poderá estabelecer também condições diferenciadas para a renovação da convenção coletiva dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Federal em relação aos empregados de instituições privadas. Uma medida que significará, na prática, o fim da campanha salarial unificada deste ano.

De acordo com o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, caso isso venha a se concretizar acarretará um grande prejuízo à organização e à unidade de toda a categoria nacionalmente. “A unificação é perseguida há quase vinte anos pelo conjunto dos trabalhadores. Uma realidade que começou a se desenhar em 2003 e concretizada neste ano, com as assinaturas do pré-acordo pelas direções do BB e da Caixa. Agora o dissídio pode colocar por terra todo esse esforço”, afirma.

Estratégia – A campanha salarial unificada deste ano foi um dos principais consensos da Conferência Nacional dos Bancários que reuniu mais de 1.200 trabalhadores, de bancos públicos e privados, de todo o país. A unidade também foi referendada nos congressos específicos e nas diversas assembléias da categoria. “Depois de quase duas décadas, 400 mil trabalhadores voltaram a se unir para desenvolver uma forte campanha. Foi essa mesma unidade que permitiu a deflagração de 30 dias de greve por uma nova proposta. Esse fato, por si só, já é suficiente para reafirmar a importância da unificação”, acrescenta.
Dissídio – O julgamento do dissídio, apenas para os bancários do BB e da Caixa, acontece nesta quinta, em Brasília. O ajuizamento foi solicitado pela Contec à revelia da decisão dos bancários de São Paulo, Osasco e região que, em assembléia na Quadra, haviam sido contrários a que a Justiça decidisse a questão. “Continuamos defendendo que as questões entre patrões e empregados devam ser resolvidas em mesa de negociação. Por isso temos insistido na reabertura do diálogo”, acrescenta Marcolino.

Fonte: Folha Bancária – Seeb São Paulo

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