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Por 16:13 Notícias

Funcionários do BB conseguem abono de R$ 1.000 no TST

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) fixou hoje em 8,5% o índice de reajuste dos funcionários do Banco do Brasil. Para quem ganha até R$ 1.500, será pago um abono de R$ 30.
Além disso, o TST também fixou o pagamento de um abono de R$ 1.000 para os funcionários do banco. Com essa decisão, o TST acabou melhorando a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), que previa o reajuste dos mesmos 8,5% mas sem o abono.
A decisão do TST foi tomada durante o julgamento do dissídio da categoria, pedido pela Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Crédito).
Apesar de representar só 5% dos funcionários do setor, a Contec protocolou pedido de dissídio no TST. Essa solução era rejeitada pela CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários), que preferia buscar uma solução negociada para a campanha salarial.
A decisão do TST é inferior à reivindicação dos bancários, que pediam 19% de reajuste salarial.
Como o julgamento só vale para o BB, não se sabe se os demais bancos pagarão o mesmo percentual de reajuste. A campanha salarial dos bancários foi realizada em conjunto.
O TST está analisando agora a abusividade da greve. Em seguida, vai julgar o dissídio da Caixa Econômica Federal.
Dias parados
O TST determinou o pagamento de 50% dos dias parados pelo BB e a compensação dos outros 50% com horas extras pelos funcionários.
Dessa forma, os funcionários poderão ser obrigados a compensar até 15 dias, já que a greve durou 30 dias em algumas capitais –de 15 de setembro a 14 de outubro.
ANA PAULA RIBEIRO
FABIANA FUTEMA
da Folha Online, em Brasília e SP

Por 16:13 Sem categoria

Funcionários do BB conseguem abono de R$ 1.000 no TST

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) fixou hoje em 8,5% o índice de reajuste dos funcionários do Banco do Brasil. Para quem ganha até R$ 1.500, será pago um abono de R$ 30.

Além disso, o TST também fixou o pagamento de um abono de R$ 1.000 para os funcionários do banco. Com essa decisão, o TST acabou melhorando a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), que previa o reajuste dos mesmos 8,5% mas sem o abono.

A decisão do TST foi tomada durante o julgamento do dissídio da categoria, pedido pela Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Crédito).

Apesar de representar só 5% dos funcionários do setor, a Contec protocolou pedido de dissídio no TST. Essa solução era rejeitada pela CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários), que preferia buscar uma solução negociada para a campanha salarial.

A decisão do TST é inferior à reivindicação dos bancários, que pediam 19% de reajuste salarial.

Como o julgamento só vale para o BB, não se sabe se os demais bancos pagarão o mesmo percentual de reajuste. A campanha salarial dos bancários foi realizada em conjunto.

O TST está analisando agora a abusividade da greve. Em seguida, vai julgar o dissídio da Caixa Econômica Federal.

Dias parados

O TST determinou o pagamento de 50% dos dias parados pelo BB e a compensação dos outros 50% com horas extras pelos funcionários.

Dessa forma, os funcionários poderão ser obrigados a compensar até 15 dias, já que a greve durou 30 dias em algumas capitais –de 15 de setembro a 14 de outubro.

ANA PAULA RIBEIRO
FABIANA FUTEMA
da Folha Online, em Brasília e SP

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