Mesmo conformados com o reajuste de 8,5% nos salários, funcionários do BB e da Caixa podem entrar em greve de novo na próxima semana. A informação é da Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT), que teme que os bancos deixem de negociar cláusulas não incluídas na decisão do TST.
— Ainda falta resolver questões como participação nos lucros, plano de saúde, previdência e isonomia salarial — afirmou o presidente da CNB-CUT, Vagner Freitas.
Ele disse que já esperava a decisão do TST e chegou a imaginar um reajuste abaixo de 8,5% (índice oferecido pela Federação Nacional dos Bancários, a Fenaban). No início da greve, os bancários pediam 25%, depois reduziram para 19%.
Para Freitas, foi uma vitória o abono de mil reais e o pagamento de 50% dos dias parados. O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, quer a retomada das negociações.
— Espero que a Fenaban apresente proposta com abono também para bancos privados, sem prejuízo das demais cláusulas.
Fonte: O Globo – Fernanda Medeiros
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Por Mhais• 22 de outubro de 2004• 11:34• Sem categoria
Trabalhadores ameaçam parar de novo
Mesmo conformados com o reajuste de 8,5% nos salários, funcionários do BB e da Caixa podem entrar em greve de novo na próxima semana. A informação é da Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT), que teme que os bancos deixem de negociar cláusulas não incluídas na decisão do TST.
— Ainda falta resolver questões como participação nos lucros, plano de saúde, previdência e isonomia salarial — afirmou o presidente da CNB-CUT, Vagner Freitas.
Ele disse que já esperava a decisão do TST e chegou a imaginar um reajuste abaixo de 8,5% (índice oferecido pela Federação Nacional dos Bancários, a Fenaban). No início da greve, os bancários pediam 25%, depois reduziram para 19%.
Para Freitas, foi uma vitória o abono de mil reais e o pagamento de 50% dos dias parados. O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, quer a retomada das negociações.
— Espero que a Fenaban apresente proposta com abono também para bancos privados, sem prejuízo das demais cláusulas.
Fonte: O Globo – Fernanda Medeiros
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