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Bancos elevam previsão de inflação apesar de aumento dos juros

Mesmo após o Copom (Comitê de Política Monetária) elevar de 16,25% ao ano para 16,75% ao ano a taxa básica de juros, a Selic, os analistas financeiros fizeram uma pequena elevação nas previsões para a inflação de 2004 e 2005.
Segundo o relatório Focus, divulgado semanalmente pelo BC, o mercado prevê que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2004 fique em 7,18%, ante 7,16% na semana anterior. Para o próximo ano, a previsão é que a inflação fique em 5,89%, contra 5,81% do levantamento passado. A meta é de 5,5% para este ano e de 4,5% para 2005. Em ambos os casos, a margem de tolerância é de 2,5 pontos percentuais para cima ou para baixo.
A expectativa em relação aos juros está no mesmo patamar, ou seja, 17% para este ano e 15,5% no ano que vem.
A expectativa para o crescimento da economia também sofreu um pequeno aumento. Para este ano, os analistas consultados prevêem um crescimento de 4,56%, contra 4,53% da semana anterior. No entanto, para o ano que vem, a expectativa de aumento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas por um país) caiu de 3,6% para 3,5%.
A previsão de crescimento industrial passou de 7,18% para 7,20% neste ano. Para o ano que vem, a previsão é que a indústria cresça 4,17%, ante 4,5% na previsão da semana passada.
A projeção de superávit da balança comercial –resultado positivo da diferença entre as exportações e as importações– sofreu uma pequena correção na previsão deste ano, passando de US$ 32,50 bilhões para US$ 32,63 bilhões. Para 2005, os analistas esperam um saldo positivo de US$ 27 bilhões na balança comercial.
Para o dólar, os analistas prevêem que a moeda norte-americana irá terminar o ano cotada a R$ 2,95. No ano que vem, ela deverá chegar, segundo a pesquisa, a R$ 3,10 em dezembro.
Fonte: Folha Online – ANA PAULA RIBEIRO

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Bancos elevam previsão de inflação apesar de aumento dos juros

Mesmo após o Copom (Comitê de Política Monetária) elevar de 16,25% ao ano para 16,75% ao ano a taxa básica de juros, a Selic, os analistas financeiros fizeram uma pequena elevação nas previsões para a inflação de 2004 e 2005.

Segundo o relatório Focus, divulgado semanalmente pelo BC, o mercado prevê que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2004 fique em 7,18%, ante 7,16% na semana anterior. Para o próximo ano, a previsão é que a inflação fique em 5,89%, contra 5,81% do levantamento passado. A meta é de 5,5% para este ano e de 4,5% para 2005. Em ambos os casos, a margem de tolerância é de 2,5 pontos percentuais para cima ou para baixo.

A expectativa em relação aos juros está no mesmo patamar, ou seja, 17% para este ano e 15,5% no ano que vem.

A expectativa para o crescimento da economia também sofreu um pequeno aumento. Para este ano, os analistas consultados prevêem um crescimento de 4,56%, contra 4,53% da semana anterior. No entanto, para o ano que vem, a expectativa de aumento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas por um país) caiu de 3,6% para 3,5%.

A previsão de crescimento industrial passou de 7,18% para 7,20% neste ano. Para o ano que vem, a previsão é que a indústria cresça 4,17%, ante 4,5% na previsão da semana passada.

A projeção de superávit da balança comercial –resultado positivo da diferença entre as exportações e as importações– sofreu uma pequena correção na previsão deste ano, passando de US$ 32,50 bilhões para US$ 32,63 bilhões. Para 2005, os analistas esperam um saldo positivo de US$ 27 bilhões na balança comercial.

Para o dólar, os analistas prevêem que a moeda norte-americana irá terminar o ano cotada a R$ 2,95. No ano que vem, ela deverá chegar, segundo a pesquisa, a R$ 3,10 em dezembro.

Fonte: Folha Online – ANA PAULA RIBEIRO

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