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Tucano foge de debate na CNT em Curitiba

O candidato tucano à Prefeitura de Curitiba, Beto Richa, deu mais uma prova de desrespeito aos curitibanos ontem (24) à noite. Convidado a participar do debate promovido pela Central Nacional de Televisão (CNT), Richa não apareceu para discutir propostas com o candidato petista Angelo Vanhoni. A cadeira de Richa ficou vazia.
Na abertura do debate, o apresentador Gilberto Campos explicou que a CNT cumpriu todas as exigências legais para a realização do debate, informando a ambos os candidatos com antecedência de 72 horas. O juiz da 4ª Zona Eleitoral, Marco Antonio Antoniassi, autorizou a realização do debate.
Devido à fuga de Richa, o debate transformou-se em uma entrevista com Angelo Vanhoni, como prevê a legislação eleitoral. O candidato da coligação “Tá na Hora, Curitiba!” lamentou o comportamento do adversário. “Lamento que ele não possa comparecer, pois o debate esclarece a opinião pública sobre as diferenças entre nossos projetos”, disse.
Propostas — Entrevistado pelos jornalistas Gilberto Campos e Gilberto Larssen, Vanhoni usou o espaço para apresentar suas propostas para a cidade, principalmente nas áreas da saúde e da educação infantil.
Na saúde, Vanhoni assumiu o compromisso de, ao lado de seu vice, o médico Nizan Pereira, expandir o atendimento especializado para os idosos, hoje concentrado na Praça Ouvidor Pardinho, no Centro.
Já o investimento em creches, por sua vez, vai permitir que muitas mulheres possam trabalhar tranqüilamente, deixando seus filhos em segurança.
“Vamos privilegiar a competência das mulheres. Vamos valorizar as mulheres defendendo seus direitos e dignidade”, afirmou.
Além destas prioridades, Vanhoni reafirmou sua intenção de fazer uma administração democrática, ouvindo sempre as pessoas. “Hoje não há diálogo da prefeitura com a população. Então, é preciso criar canais de participação efetiva da comunidade. O prefeito não pode ter medo da transparência. Portanto, vamos governar com ética”, disse.
Vanhoni ainda falou dos seus projetos para a segurança, geração de empregos e habitação popular, que terão apoio dos governos estadual e federal para serem concretizados.
Ataques — Vítima de ofensas e ataques pessoais dos adversários desde o primeiro turno, Vanhoni comentou também o baixo nível da campanha. “Tenho sido agredido nestes últimos cinco meses de forma leviana e desrespeitosa. Seria bom se o debate fosse mais franco, cara a cara. Infelizmente o outro candidato não compareceu, mas vamos ter outro debate na sexta-feira”, lembrou Vanhoni.
De sua parte, o candidato da coligação “Tá na Hora, Curitiba!” observou que tem se limitado a cobrar as promessas não cumpridas e incoerências do candidato Richa.
“Não vou permitir nenhuma agressão leviana e caluniosa contra a candidatura do vice-prefeito. Estamos apenas cobrando aquilo que foi prometido e não realizado nos últimos quatro anos. E teve o caso dos radares, que Richa assinou e disse num debate que não tinha assinado aquele documento. Se ele tinha alguma objeção aos radares, aquele era um bom momento de dizer para o prefeito que não concordava com aquilo”, ressaltou.
Notícia exztraída do sítio www.pt.org.br.

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Tucano foge de debate na CNT em Curitiba

O candidato tucano à Prefeitura de Curitiba, Beto Richa, deu mais uma prova de desrespeito aos curitibanos ontem (24) à noite. Convidado a participar do debate promovido pela Central Nacional de Televisão (CNT), Richa não apareceu para discutir propostas com o candidato petista Angelo Vanhoni. A cadeira de Richa ficou vazia.

Na abertura do debate, o apresentador Gilberto Campos explicou que a CNT cumpriu todas as exigências legais para a realização do debate, informando a ambos os candidatos com antecedência de 72 horas. O juiz da 4ª Zona Eleitoral, Marco Antonio Antoniassi, autorizou a realização do debate.

Devido à fuga de Richa, o debate transformou-se em uma entrevista com Angelo Vanhoni, como prevê a legislação eleitoral. O candidato da coligação “Tá na Hora, Curitiba!” lamentou o comportamento do adversário. “Lamento que ele não possa comparecer, pois o debate esclarece a opinião pública sobre as diferenças entre nossos projetos”, disse.

Propostas — Entrevistado pelos jornalistas Gilberto Campos e Gilberto Larssen, Vanhoni usou o espaço para apresentar suas propostas para a cidade, principalmente nas áreas da saúde e da educação infantil.

Na saúde, Vanhoni assumiu o compromisso de, ao lado de seu vice, o médico Nizan Pereira, expandir o atendimento especializado para os idosos, hoje concentrado na Praça Ouvidor Pardinho, no Centro.

Já o investimento em creches, por sua vez, vai permitir que muitas mulheres possam trabalhar tranqüilamente, deixando seus filhos em segurança.

“Vamos privilegiar a competência das mulheres. Vamos valorizar as mulheres defendendo seus direitos e dignidade”, afirmou.

Além destas prioridades, Vanhoni reafirmou sua intenção de fazer uma administração democrática, ouvindo sempre as pessoas. “Hoje não há diálogo da prefeitura com a população. Então, é preciso criar canais de participação efetiva da comunidade. O prefeito não pode ter medo da transparência. Portanto, vamos governar com ética”, disse.

Vanhoni ainda falou dos seus projetos para a segurança, geração de empregos e habitação popular, que terão apoio dos governos estadual e federal para serem concretizados.

Ataques — Vítima de ofensas e ataques pessoais dos adversários desde o primeiro turno, Vanhoni comentou também o baixo nível da campanha. “Tenho sido agredido nestes últimos cinco meses de forma leviana e desrespeitosa. Seria bom se o debate fosse mais franco, cara a cara. Infelizmente o outro candidato não compareceu, mas vamos ter outro debate na sexta-feira”, lembrou Vanhoni.

De sua parte, o candidato da coligação “Tá na Hora, Curitiba!” observou que tem se limitado a cobrar as promessas não cumpridas e incoerências do candidato Richa.

“Não vou permitir nenhuma agressão leviana e caluniosa contra a candidatura do vice-prefeito. Estamos apenas cobrando aquilo que foi prometido e não realizado nos últimos quatro anos. E teve o caso dos radares, que Richa assinou e disse num debate que não tinha assinado aquele documento. Se ele tinha alguma objeção aos radares, aquele era um bom momento de dizer para o prefeito que não concordava com aquilo”, ressaltou.

Notícia exztraída do sítio www.pt.org.br.

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