No ofício que encaminhou ontem ao vice-presidente de Logística da Caixa, Paulo Bretas, a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados) cobra a imediata retomada do processo de negociações permanentes para tratar de itens complementares da campanha salarial unificada deste ano, a partir dos patamares já estabelecidos anteriormente.
A correspondência lembra que “o momento exige de todos celeridade no processo negocial, para que se possa retornar à plena normalidade das relações trabalhistas dentro da empresa”. E solicita também o imediato estorno, retroativo a 20 de outubro, dos valores descontados dos salários dos empregados relativos aos dias não trabalhados em decorrência da greve nacional dos bancários.
No ofício, a CEE/Caixa afirma que “a retroatividade se faz necessária para evitar prejuízos aos empregados atingidos, bem como pendências jurídicas posteriores, haja vista decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e de vários TRTs (Tribunais Regionais do Trabalho) determinando o não-desconto dos dias parados”.
Ainda é solicitado à empresa que eventuais encargos gerados pela utilização de limite de Cheque Azul sejam estornados. No caso dos empregados que não se utilizaram do limite no período, o pedido é para que os valores sejam remunerados com taxa de aplicação.
Fonte: Fenae Net
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Por Mhais• 27 de outubro de 2004• 12:43• Sem categoria
Comissão Executiva cobra retomada das negociações na Caixa
No ofício que encaminhou ontem ao vice-presidente de Logística da Caixa, Paulo Bretas, a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados) cobra a imediata retomada do processo de negociações permanentes para tratar de itens complementares da campanha salarial unificada deste ano, a partir dos patamares já estabelecidos anteriormente.
A correspondência lembra que “o momento exige de todos celeridade no processo negocial, para que se possa retornar à plena normalidade das relações trabalhistas dentro da empresa”. E solicita também o imediato estorno, retroativo a 20 de outubro, dos valores descontados dos salários dos empregados relativos aos dias não trabalhados em decorrência da greve nacional dos bancários.
No ofício, a CEE/Caixa afirma que “a retroatividade se faz necessária para evitar prejuízos aos empregados atingidos, bem como pendências jurídicas posteriores, haja vista decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e de vários TRTs (Tribunais Regionais do Trabalho) determinando o não-desconto dos dias parados”.
Ainda é solicitado à empresa que eventuais encargos gerados pela utilização de limite de Cheque Azul sejam estornados. No caso dos empregados que não se utilizaram do limite no período, o pedido é para que os valores sejam remunerados com taxa de aplicação.
Fonte: Fenae Net
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