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Giovani Gionédis incluído em denúncia de crime contra o sistema financeiro

O Ministério Público Federal incluiu provas contra o ex-Chefe da Casa Civil do Paraná e ex-presidente do Conselho do Banco do Estado do Paraná, Giovani Gionédis, na denúncia do caso Banestado. Segundo noticiou o jornal Gazeta do Povo nesta quinta, para o MP ficou comprovado que Gionédis, enquanto presidente do Conselho do Banestado (1997/2000), era o mandante das operações financeiras criminosas descritas na denúncia do ano passado. O aditamento foi protocolado na quarta. Oito pessoas são acusadas de crimes contra o sistema financeiro nacional.

De acordo com a reportagem, o MP afirma que Gionédis geriu fraudulentamente o Banestado ao determinar que Gabriel Nunes Pires Neto, então diretor de operações internacionais do Banestado, beneficiasse três empresas mediante concessões irregulares de empréstimos.

Pires Neto disse em seu depoimento, que Gionédis condicionou a liberação dos empréstimos ao pagamento de “propina” e alegou que o dinheiro seria usado como contribuição de campanha eleitoral para reeleição de Jaime Lerner, então governador Paraná.

Em defesa, Gionédis afirmou que Pires Neto é “um ex- diretor condenado que agora quer empurrar a culpa para alguém”. Ele negou as acusações. Gionédis disse ainda que não foi chamado para depor e considera o MP “irresponsável” por não tê-lo convocado antes do aditamento.

Fonte: TudoParaná

Por 12:16 Notícias

Giovani Gionédis incluído em denúncia de crime contra o sistema financeiro

O Ministério Público Federal incluiu provas contra o ex-Chefe da Casa Civil do Paraná e ex-presidente do Conselho do Banco do Estado do Paraná, Giovani Gionédis, na denúncia do caso Banestado. Segundo noticiou o jornal Gazeta do Povo nesta quinta, para o MP ficou comprovado que Gionédis, enquanto presidente do Conselho do Banestado (1997/2000), era o mandante das operações financeiras criminosas descritas na denúncia do ano passado. O aditamento foi protocolado na quarta. Oito pessoas são acusadas de crimes contra o sistema financeiro nacional.
De acordo com a reportagem, o MP afirma que Gionédis geriu fraudulentamente o Banestado ao determinar que Gabriel Nunes Pires Neto, então diretor de operações internacionais do Banestado, beneficiasse três empresas mediante concessões irregulares de empréstimos.
Pires Neto disse em seu depoimento, que Gionédis condicionou a liberação dos empréstimos ao pagamento de “propina” e alegou que o dinheiro seria usado como contribuição de campanha eleitoral para reeleição de Jaime Lerner, então governador Paraná.
Em defesa, Gionédis afirmou que Pires Neto é “um ex- diretor condenado que agora quer empurrar a culpa para alguém”. Ele negou as acusações. Gionédis disse ainda que não foi chamado para depor e considera o MP “irresponsável” por não tê-lo convocado antes do aditamento.
Fonte: TudoParaná

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