Mais uma rodada entre a Executiva Nacional dos Bancários, a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados) e a direção da Caixa Econômica Federal acontece nesta quarta-feira, dia 17 de novembro, em Brasília (DF), a partir das 15 horas, como parte da retomada das negociações da campanha salarial de 2004, depois do TST (Tribunal Superior do Trabalho) ter julgado dissídio coletivo impetrado pela Contec, o que ocorreu no dia 21 de outubro. Também hoje, às 13 horas, a representação nacional dos empregados se reúne na sede da Fenae, com o objetivo de preparar o encontro com a empresa.
No final da tarde de ontem, a Caixa divulgou nota antecipando a proposta que irá apresentar à Executiva Nacional e à CEE/Caixa na negociação marcada para hoje. No documento, a empresa faz referência ao acordo coletivo de 2003/2004 e anuncia sua disposição de cumprir o que havia sido negociado antes da deflagração da recente greve dos bancários.
No anúncio da proposta antecipada, a Caixa também informa que cumprirá as principais cláusulas econômicas do acordo anterior e não contempladas no dissídio coletivo do TST, como o pagamento da PLR (participação nos lucros e resultados) no próximo dia primeiro de dezembro, nos termos propostos pela Convenção Coletiva Nacional (60% em dezembro deste ano e os 40% restantes em março de 2005). A empresa assume ainda o compromisso de liberar a conversão da licença-prêmio e Apip em dinheiro um dia após à assinatura do acordo, assim como se compromete a pagar em primeiro de dezembro a diferença relativa ao reajuste de 8,5% nos salários de setembro e outubro.
O coordenador da CEE/Caixa, Plínio Pavão, afirmou que, no caso da cesta alimentação, a Caixa deve pagar o que foi negociado no acordo de 2003/2004 e não a aplicação simples do reajuste de 8,5%, conforme garantiu em circular interna divulgada na sexta-feira da semana passada. “Vamos cobrar da direção da Caixa este compromisso na negociação de hoje, uma vez que a nota de ontem não deixa claro qual o valor a ser pago em 2004”, esclareceu Plínio Pavão.
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Por Mhais• 17 de novembro de 2004• 10:59• Sem categoria
Negociações da campanha salarial de 2004 seguem hoje na Caixa
Mais uma rodada entre a Executiva Nacional dos Bancários, a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados) e a direção da Caixa Econômica Federal acontece nesta quarta-feira, dia 17 de novembro, em Brasília (DF), a partir das 15 horas, como parte da retomada das negociações da campanha salarial de 2004, depois do TST (Tribunal Superior do Trabalho) ter julgado dissídio coletivo impetrado pela Contec, o que ocorreu no dia 21 de outubro. Também hoje, às 13 horas, a representação nacional dos empregados se reúne na sede da Fenae, com o objetivo de preparar o encontro com a empresa.
No final da tarde de ontem, a Caixa divulgou nota antecipando a proposta que irá apresentar à Executiva Nacional e à CEE/Caixa na negociação marcada para hoje. No documento, a empresa faz referência ao acordo coletivo de 2003/2004 e anuncia sua disposição de cumprir o que havia sido negociado antes da deflagração da recente greve dos bancários.
No anúncio da proposta antecipada, a Caixa também informa que cumprirá as principais cláusulas econômicas do acordo anterior e não contempladas no dissídio coletivo do TST, como o pagamento da PLR (participação nos lucros e resultados) no próximo dia primeiro de dezembro, nos termos propostos pela Convenção Coletiva Nacional (60% em dezembro deste ano e os 40% restantes em março de 2005). A empresa assume ainda o compromisso de liberar a conversão da licença-prêmio e Apip em dinheiro um dia após à assinatura do acordo, assim como se compromete a pagar em primeiro de dezembro a diferença relativa ao reajuste de 8,5% nos salários de setembro e outubro.
O coordenador da CEE/Caixa, Plínio Pavão, afirmou que, no caso da cesta alimentação, a Caixa deve pagar o que foi negociado no acordo de 2003/2004 e não a aplicação simples do reajuste de 8,5%, conforme garantiu em circular interna divulgada na sexta-feira da semana passada. “Vamos cobrar da direção da Caixa este compromisso na negociação de hoje, uma vez que a nota de ontem não deixa claro qual o valor a ser pago em 2004”, esclareceu Plínio Pavão.
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