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Horário de atendimento será tema de audiência com Banco Central

(São Paulo) Os bancários reúnem-se no final da manhã de hoje, às 11h30, com representantes do Banco Central para discutirem a ampliação do horário de atendimento para a população. Participam da audiência pelos bancários os presidentes da Confederação Nacional dos Bancários, do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e do Sindicato dos Bancários de Brasília, respectivamente, Vagner Freitas, Luiz Cláudio Marcolino e Jacy Afonso de Mello. Eles serão recebidos por Sérgio Darcy, diretor de Normas e Organização no Sistema Financeiro, e João Antonio Fleury Teixeira, diretor de Administração do Banco Central.
A ampliação do horário de atendimento para das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho, é uma reivindicação de mais de 10 anos da categoria bancária. Com a medida, seria possível a criação de 161 mil novos postos de trabalho em todo o país. Além da criação de empregos, o funcionamento dos bancos em horário comercial atenderia aos anseios da população e do setor de serviços.
Diversos municípios já aprovaram a ampliação do horário nas Câmaras de Vereadores, mas a medida é sempre contestada pelos bancos, que argumentam que os municípios não podem legislar sobre o assunto, sendo uma atribuição o Banco Central.
“Vamos cobrar do Banco Central que amplie o horário de atendimento, pois além de gerar empregos, os bancos estariam retribuindo à população o que tiram dela por meio de tarifas e juros altos. A população quer o fim das filas e um atendimento adequado e os bancos, com lucros tão altos, podem contribuir com o crescimento do país gerando mais empregos”, afirmou Vagner Freitas.
O banco HSBC já tomou a iniciativa e está abrindo 111 agências em horário das 9h às 18h. O acordo negociado com o movimento sindical garantia a contratação de dois funcionários para cada uma destas agências e o respeito total à jornada do bancário. Por enquanto não houve contratação, pois o banco alega que está realocando funcionários para evitar demissões. Os sindicatos estão monitorando o trabalho nessas agências para verificar a possibilidade de contratação e para que não haja desrespeito à jornada de trabalho.
Meire Bicudo – CNB/CUT e Cláudia Motta – Seeb SP

Por 11:49 Sem categoria

Horário de atendimento será tema de audiência com Banco Central

(São Paulo) Os bancários reúnem-se no final da manhã de hoje, às 11h30, com representantes do Banco Central para discutirem a ampliação do horário de atendimento para a população. Participam da audiência pelos bancários os presidentes da Confederação Nacional dos Bancários, do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e do Sindicato dos Bancários de Brasília, respectivamente, Vagner Freitas, Luiz Cláudio Marcolino e Jacy Afonso de Mello. Eles serão recebidos por Sérgio Darcy, diretor de Normas e Organização no Sistema Financeiro, e João Antonio Fleury Teixeira, diretor de Administração do Banco Central.

A ampliação do horário de atendimento para das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho, é uma reivindicação de mais de 10 anos da categoria bancária. Com a medida, seria possível a criação de 161 mil novos postos de trabalho em todo o país. Além da criação de empregos, o funcionamento dos bancos em horário comercial atenderia aos anseios da população e do setor de serviços.

Diversos municípios já aprovaram a ampliação do horário nas Câmaras de Vereadores, mas a medida é sempre contestada pelos bancos, que argumentam que os municípios não podem legislar sobre o assunto, sendo uma atribuição o Banco Central.

“Vamos cobrar do Banco Central que amplie o horário de atendimento, pois além de gerar empregos, os bancos estariam retribuindo à população o que tiram dela por meio de tarifas e juros altos. A população quer o fim das filas e um atendimento adequado e os bancos, com lucros tão altos, podem contribuir com o crescimento do país gerando mais empregos”, afirmou Vagner Freitas.

O banco HSBC já tomou a iniciativa e está abrindo 111 agências em horário das 9h às 18h. O acordo negociado com o movimento sindical garantia a contratação de dois funcionários para cada uma destas agências e o respeito total à jornada do bancário. Por enquanto não houve contratação, pois o banco alega que está realocando funcionários para evitar demissões. Os sindicatos estão monitorando o trabalho nessas agências para verificar a possibilidade de contratação e para que não haja desrespeito à jornada de trabalho.

Meire Bicudo – CNB/CUT e Cláudia Motta – Seeb SP

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