A CUT voltou a reivindicar a correção da tabela de Imposto de Renda e a criação de uma política nacional de recuperação do salário mínimo. Para alcançar essas metas, sindicalistas da central sindical devem fazer uma espécie de peregrinação nesta semana em vários pontos de Brasília (DF).
Hoje, por exemplo, o presidente da CUT, Luiz Marinho, se reúne com lideranças partidárias no Congresso Nacional.
Amanhã, o sindicalista se reúne com o ministro da Fazenda, Antonio Palocci.
O ministro afirmou hoje que existe tempo hábil para fazer a correção da tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física ainda neste ano. Dessa forma, as mudanças passariam a vigorar em 2005.
O governo vem sendo pressionado pelas centrais sindicais para corrigir a tabela em 17%, índice que representa a inflação acumulada no governo Lula.
A equipe econômica, entretanto, avalia propostas alternativas pois acredita que o aumento anual de gastos com a medida, estimado em R$ 2,7 bilhões, seriam muito alto.
Para os técnicos da Fazenda, corrigir a tabela do IR, que hoje isenta apenas quem ganha até R$ 1.058 mensais, beneficiaria um número menor de pessoas do que uma elevação representativa do salário mínimo.
Salário mínimo
Na quinta-feira, o encontro será com o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini.
A CUT quer que o salário mínimo seja elevado de R$ 260 para R$ 320 em 2005. A central também pede a adoção de uma lei que garanta uma política de recomposição da remuneração.
A campanha da CUT –que deverá contar com a adesão das demais centrais sindicais– terminará com uma marcha para Brasília, entre os próximos dias 13 e 15. Cerca de 2.000 trabalhadores deverão partir de Luiziânia (GO) em direção a Brasília.
A CUT espera ser recebida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 15, quando a marcha chegará à capital federal.
Fonte: Folha Online
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Por Mhais• 7 de dezembro de 2004• 09:40• Sem categoria
CUT faz peregrinação em Brasília para pedir correção da tabela de IR
A CUT voltou a reivindicar a correção da tabela de Imposto de Renda e a criação de uma política nacional de recuperação do salário mínimo. Para alcançar essas metas, sindicalistas da central sindical devem fazer uma espécie de peregrinação nesta semana em vários pontos de Brasília (DF).
Hoje, por exemplo, o presidente da CUT, Luiz Marinho, se reúne com lideranças partidárias no Congresso Nacional.
Amanhã, o sindicalista se reúne com o ministro da Fazenda, Antonio Palocci.
O ministro afirmou hoje que existe tempo hábil para fazer a correção da tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física ainda neste ano. Dessa forma, as mudanças passariam a vigorar em 2005.
O governo vem sendo pressionado pelas centrais sindicais para corrigir a tabela em 17%, índice que representa a inflação acumulada no governo Lula.
A equipe econômica, entretanto, avalia propostas alternativas pois acredita que o aumento anual de gastos com a medida, estimado em R$ 2,7 bilhões, seriam muito alto.
Para os técnicos da Fazenda, corrigir a tabela do IR, que hoje isenta apenas quem ganha até R$ 1.058 mensais, beneficiaria um número menor de pessoas do que uma elevação representativa do salário mínimo.
Salário mínimo
Na quinta-feira, o encontro será com o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini.
A CUT quer que o salário mínimo seja elevado de R$ 260 para R$ 320 em 2005. A central também pede a adoção de uma lei que garanta uma política de recomposição da remuneração.
A campanha da CUT –que deverá contar com a adesão das demais centrais sindicais– terminará com uma marcha para Brasília, entre os próximos dias 13 e 15. Cerca de 2.000 trabalhadores deverão partir de Luiziânia (GO) em direção a Brasília.
A CUT espera ser recebida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 15, quando a marcha chegará à capital federal.
Fonte: Folha Online
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