SÃO PAULO – Metade dos trabalhadores no mundo, ao redor de 1,4 bilhão de pessoas, ganha menos de US$ 2 por dia, indicou estudo Emprego no Mundo 2004-2005 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta terça-feira.
A entidade destacou que 185,9 milhões de pessoas no mundo estavam sem trabalho no ano passado e que existiam 2,8 bilhões empregados no mesmo período, mais do que em qualquer intervalo antecedente. Entretanto, daquele universo quase 1,4 bilhão vivia com US$ 2 diários ou menos e cerca de 550 milhões estava abaixo da linha de pobreza de US$ 1 por dia.
No documento disponível na página eletrônica do organismo, a OIT alertou que os Estados devem centrar suas políticas econômicas na criação de oportunidades de emprego produtivo e decente, vital para a redução da pobreza global.
“Homens e mulheres no mundo todo esperam ter chances justas para um trabalho honesto”, frisou o diretor geral da OIT, Juan Somavia. “Gerar mais e melhores empregos deve tornar-se parte central da intenção global para diminuir a pobreza”, acrescentou.
Os números não são de todo ruins. O levantamento mostrou que o atual percentual de pessoas na ativa sobrevivendo com menos de US$ 1 ou US$ 2 diários é menor do que em 1990.
Fonte: UOL
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Por Mhais• 7 de dezembro de 2004• 12:33• Sem categoria
Metade dos trabalhadores no mundo vive com menos de US$ 2 por dia
SÃO PAULO – Metade dos trabalhadores no mundo, ao redor de 1,4 bilhão de pessoas, ganha menos de US$ 2 por dia, indicou estudo Emprego no Mundo 2004-2005 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta terça-feira.
A entidade destacou que 185,9 milhões de pessoas no mundo estavam sem trabalho no ano passado e que existiam 2,8 bilhões empregados no mesmo período, mais do que em qualquer intervalo antecedente. Entretanto, daquele universo quase 1,4 bilhão vivia com US$ 2 diários ou menos e cerca de 550 milhões estava abaixo da linha de pobreza de US$ 1 por dia.
No documento disponível na página eletrônica do organismo, a OIT alertou que os Estados devem centrar suas políticas econômicas na criação de oportunidades de emprego produtivo e decente, vital para a redução da pobreza global.
“Homens e mulheres no mundo todo esperam ter chances justas para um trabalho honesto”, frisou o diretor geral da OIT, Juan Somavia. “Gerar mais e melhores empregos deve tornar-se parte central da intenção global para diminuir a pobreza”, acrescentou.
Os números não são de todo ruins. O levantamento mostrou que o atual percentual de pessoas na ativa sobrevivendo com menos de US$ 1 ou US$ 2 diários é menor do que em 1990.
Fonte: UOL
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