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ABN/Real promete reavaliar demissões irregulares

(São Paulo) A Secretaria de Organização da CNB/CUT apresentou ao banco ABN/Real uma pauta de reivindicações para barrar as demissões e reverter as que ocorreram de forma irregular, com trabalhadores vítimas de doenças ocupacionais. Durante a rodada de negociação de ontem, o banco se comprometeu a não demitir mais ninguém este ano e reavaliar as demissões que o movimento sindical apontar como irregular.
“Embora só faltem duas semanas para acabar o ano, o compromisso do ABN/Real de barrar as demissões é um avanço porque foi justamente neste período que o banco mais dispensou no ano passado. A revisão das demissões dos lesionados também é um avanço importante”, destacou Gutemberg Oliveira, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do ABN/Real.
Apesar destes dois pontos positivos, Gutemberg destacou que o banco antecipou que devem ocorrer mais demissões em 2005, principalmente por conta da sobreposição de alguns departamentos. Além disto, há a informação de que o ABN vai reestruturar sua área de tecnologia em todos os países em que atua, o que pode resultar em mais demissões.
“Nós protestamos fortemente, mas o banco não abriu espaço para negociar o reaproveitamento destes trabalhadores. Precisamos avançar muito nas negociações, por que o ABN/Real tem tomado decisões unilaterais, o que contraria a imagem de responsabilidade social que o banco constrói por meio de muito marketing. E contraria também os próprios valores corporativos do banco, que são respeito, integridade e profissionalismo”, lembra Gutemberg.
Os representantes da CNB/CUT que participaram da negociação acreditam que é preciso avançar e muito nos debates. “Só este ano ocorreram pelo menos 2 mil demissões, muitas irregulares. Além da pauta sobre as condições de trabalho, também precisamos avançar nas questões relativas à saúde dos bancários. Temos muitas denúncias, principalmente em São Paulo, sobre irregularidade nos processo de avaliação ética, antecipação de salário e avaliação médica, por exemplo”, enumerou Gutemberg.
A COE e o ABN/Real voltam a se reunir na próxima semana para debater a antecipação de salários e benefícios para os lesionados. Depois do encontro, os representantes do funcionalismo esperam construir com o banco uma agenda de negociações permanentes para o primeiro semestre de 2005 para discutir os problemas do funcionalismo.
Fonte: CNB/CUT – Fábio Jammal Makhoul

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ABN/Real promete reavaliar demissões irregulares

(São Paulo) A Secretaria de Organização da CNB/CUT apresentou ao banco ABN/Real uma pauta de reivindicações para barrar as demissões e reverter as que ocorreram de forma irregular, com trabalhadores vítimas de doenças ocupacionais. Durante a rodada de negociação de ontem, o banco se comprometeu a não demitir mais ninguém este ano e reavaliar as demissões que o movimento sindical apontar como irregular.

“Embora só faltem duas semanas para acabar o ano, o compromisso do ABN/Real de barrar as demissões é um avanço porque foi justamente neste período que o banco mais dispensou no ano passado. A revisão das demissões dos lesionados também é um avanço importante”, destacou Gutemberg Oliveira, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do ABN/Real.

Apesar destes dois pontos positivos, Gutemberg destacou que o banco antecipou que devem ocorrer mais demissões em 2005, principalmente por conta da sobreposição de alguns departamentos. Além disto, há a informação de que o ABN vai reestruturar sua área de tecnologia em todos os países em que atua, o que pode resultar em mais demissões.

“Nós protestamos fortemente, mas o banco não abriu espaço para negociar o reaproveitamento destes trabalhadores. Precisamos avançar muito nas negociações, por que o ABN/Real tem tomado decisões unilaterais, o que contraria a imagem de responsabilidade social que o banco constrói por meio de muito marketing. E contraria também os próprios valores corporativos do banco, que são respeito, integridade e profissionalismo”, lembra Gutemberg.

Os representantes da CNB/CUT que participaram da negociação acreditam que é preciso avançar e muito nos debates. “Só este ano ocorreram pelo menos 2 mil demissões, muitas irregulares. Além da pauta sobre as condições de trabalho, também precisamos avançar nas questões relativas à saúde dos bancários. Temos muitas denúncias, principalmente em São Paulo, sobre irregularidade nos processo de avaliação ética, antecipação de salário e avaliação médica, por exemplo”, enumerou Gutemberg.

A COE e o ABN/Real voltam a se reunir na próxima semana para debater a antecipação de salários e benefícios para os lesionados. Depois do encontro, os representantes do funcionalismo esperam construir com o banco uma agenda de negociações permanentes para o primeiro semestre de 2005 para discutir os problemas do funcionalismo.

Fonte: CNB/CUT – Fábio Jammal Makhoul

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