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Coordenador diz que FSM ganha força na nova ordem mundial

(Brasília) Em entrevista ao programa “Diálogo Brasil”, da TV Nacional, Francisco Whitaker, um dos coordenadores do Conselho de Organização do Fórum Social Mundial, aberto ontem em Porto Algre, afirmou que o encontro ganha força no mundo e na nova ordem mundial: o movimento é a grande novidade neste início de século, em que uma sociedade civil e planetária se organiza cada vez mais e com impacto sobre decisões tomadas internacionalmente e em outros países.

O resultado disso, segundo Whitaker, pode ser medido em diferentes eventos que estão acontecendo no Fórum Social Mundial. O professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Argemiro Procópio, criticou no programa a distribuição de renda no Brasil, afirmando que a China e a Índia já dão retorno ao trabalhador, com melhoria de renda porque fazem exportação de produtos com valor agregado. Enquanto isso o Brasil, no caso da soja, por exemplo, devasta a Amazônia e exporta o produto “in natura”, quando se sabe que ele pode render cerca de 100 produtos.

A propósito,o empresário Lawrence Pih afirma que o Brasil insiste na exportação de produtos primários porque não fez investimentos no passado e tem uma mão de obra que ainda pesa para o meio produtivo. Ele lembra que a China tem um PIB de US$ 1,65 trilhão, e o Brasil, um terço disso.

Fonte: Lourenço Melo, repórter da Agência Brasil

Por 11:29 Notícias

Coordenador diz que FSM ganha força na nova ordem mundial

(Brasília) Em entrevista ao programa “Diálogo Brasil”, da TV Nacional, Francisco Whitaker, um dos coordenadores do Conselho de Organização do Fórum Social Mundial, aberto ontem em Porto Algre, afirmou que o encontro ganha força no mundo e na nova ordem mundial: o movimento é a grande novidade neste início de século, em que uma sociedade civil e planetária se organiza cada vez mais e com impacto sobre decisões tomadas internacionalmente e em outros países.
O resultado disso, segundo Whitaker, pode ser medido em diferentes eventos que estão acontecendo no Fórum Social Mundial. O professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Argemiro Procópio, criticou no programa a distribuição de renda no Brasil, afirmando que a China e a Índia já dão retorno ao trabalhador, com melhoria de renda porque fazem exportação de produtos com valor agregado. Enquanto isso o Brasil, no caso da soja, por exemplo, devasta a Amazônia e exporta o produto “in natura”, quando se sabe que ele pode render cerca de 100 produtos.
A propósito,o empresário Lawrence Pih afirma que o Brasil insiste na exportação de produtos primários porque não fez investimentos no passado e tem uma mão de obra que ainda pesa para o meio produtivo. Ele lembra que a China tem um PIB de US$ 1,65 trilhão, e o Brasil, um terço disso.
Fonte: Lourenço Melo, repórter da Agência Brasil

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