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Bancos estrangeiros aumentam sua exposição no Brasil

Genebra – Os bancos estrangeiros aumentam sua exposição no Brasil em moeda local. Um relatório publicado hoje pelo Banco de Compensações Internacionais (o banco central dos bancos centrais e conhecido por sua sigla BIS), aponta que entre meados de 2003 e o final do terceiro trimestre de 2004, os créditos dos bancos estrangeiros em reais aumentaram de US$ 51,8 bilhões para US$ 61,9 bilhões. No total, a exposição dos bancos estrangeiros no País sofreu um forte crescimento nesse período, passando de US$ 108,4 bilhões para US$ 115,8 bilhões até setembro de 2004.

Na classificação do BIS, exposição em moeda local é o que uma sucursal de um banco estrangeiro baseada no Brasil daria em crédito a um residente brasileiro, seja empresa ou particular.

No Brasil, os bancos europeus são os que mais se expõem, com US$ 79,3 bilhões. Individualmente, os holandeses e espanhóis são os principais responsáveis por esse volume e cada um representa cerca de US$ 21 bilhões em créditos ao País. Já os bancos americanos contribuem com US$ 21,3 bilhões em créditos.

Não foi apenas no Brasil que a média de créditos em moeda local sofreu um aumento. A taxa média na América Latina também aumentou, passando de 52% de toda a exposição dos bancos estrangeiros na região em 2003 para 55%. Isso significou um crescimento de US$ 254 bilhões para US$ 268,6 bilhões. No total, exposição dos bancos estrangeiros nas economias latino-americanas passou de US$ 484,5 bilhões em meados de 2003 para US$ 487,3 bilhões em setembro do ano passado.

Mas foi na Ásia que a exposição dos bancos estrangeiros sofreu maior incremento, chegando a US$ 560,3 bilhões no terceiro trimestre de 2004 e superando a América Latina. Os principais responsáveis pelo aumento foram a China, de US$ 64,1 bilhões para US$ 82,3 bilhões, e a Coréia, que incrementou a exposição dos bancos de US$ 104,1 bilhões em 2003 para US$ 145,9 bilhões.

No geral, a maior atividade entre os bancos e o maior apetite dessas instituições financeiras ao risco aumentaram a exposição dos bancos no terceiro trimestre de 2004. O aumento total, incluindo os países desenvolvidos, foi de US$ 549 bilhões, o que fez as operações de créditos chegarem a US$ 17,7 trilhões em todo o mundo. Apenas 9% desse volume estão nos mercados emergentes.

Fonte: O Estadão – Jamil Chade

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Bancos estrangeiros aumentam sua exposição no Brasil

Genebra – Os bancos estrangeiros aumentam sua exposição no Brasil em moeda local. Um relatório publicado hoje pelo Banco de Compensações Internacionais (o banco central dos bancos centrais e conhecido por sua sigla BIS), aponta que entre meados de 2003 e o final do terceiro trimestre de 2004, os créditos dos bancos estrangeiros em reais aumentaram de US$ 51,8 bilhões para US$ 61,9 bilhões. No total, a exposição dos bancos estrangeiros no País sofreu um forte crescimento nesse período, passando de US$ 108,4 bilhões para US$ 115,8 bilhões até setembro de 2004.
Na classificação do BIS, exposição em moeda local é o que uma sucursal de um banco estrangeiro baseada no Brasil daria em crédito a um residente brasileiro, seja empresa ou particular.
No Brasil, os bancos europeus são os que mais se expõem, com US$ 79,3 bilhões. Individualmente, os holandeses e espanhóis são os principais responsáveis por esse volume e cada um representa cerca de US$ 21 bilhões em créditos ao País. Já os bancos americanos contribuem com US$ 21,3 bilhões em créditos.
Não foi apenas no Brasil que a média de créditos em moeda local sofreu um aumento. A taxa média na América Latina também aumentou, passando de 52% de toda a exposição dos bancos estrangeiros na região em 2003 para 55%. Isso significou um crescimento de US$ 254 bilhões para US$ 268,6 bilhões. No total, exposição dos bancos estrangeiros nas economias latino-americanas passou de US$ 484,5 bilhões em meados de 2003 para US$ 487,3 bilhões em setembro do ano passado.
Mas foi na Ásia que a exposição dos bancos estrangeiros sofreu maior incremento, chegando a US$ 560,3 bilhões no terceiro trimestre de 2004 e superando a América Latina. Os principais responsáveis pelo aumento foram a China, de US$ 64,1 bilhões para US$ 82,3 bilhões, e a Coréia, que incrementou a exposição dos bancos de US$ 104,1 bilhões em 2003 para US$ 145,9 bilhões.
No geral, a maior atividade entre os bancos e o maior apetite dessas instituições financeiras ao risco aumentaram a exposição dos bancos no terceiro trimestre de 2004. O aumento total, incluindo os países desenvolvidos, foi de US$ 549 bilhões, o que fez as operações de créditos chegarem a US$ 17,7 trilhões em todo o mundo. Apenas 9% desse volume estão nos mercados emergentes.
Fonte: O Estadão – Jamil Chade

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