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Eles exigem o máximo, mas gastam o mínimo

(São Paulo) As instituições financeiras falam muito, mas a verdade é que pouco fazem para contribuir com a qualificação profissional do seu funcionário. O auxílio-educação, que pode ser considerado um benefício indireto, é um dos fatores que podem melhorar a qualidade de vida do trabalhador, que se sente prestigiado ao ver o banco investir em seu currículo.

A Febraban, em seu balanço social de 2003, diz que “atentos à sua responsabilidade social, os bancos vêm ampliando a gama de benefícios concedidos aos seus funcionários”. Na questão educacional, isso não é verdade. Pelo contrário, a cada ano vem diminuindo a ajuda aos bancários que querem fazer um curso superior.

Em 2003, apenas 6.173 bancários tiveram bolsa de estudo, concedida total ou parcialmente pelos bancos. Isso representa apenas 1,59% do total de trabalhadores do sistema financeiro de todo o país.

“É muito pouco, se consideramos que em 1994, este índice era de 2,66% de um total de mais de 642 mil trabalhadores”, avalia a secretária-geral do Sindicato, Juvandia Moreira.

Poucas mudanças – Em 1994, a própria Febraban já alertava em seu balanço que os bancos caminhavam rápido para um quadro de funcionários com “elevado nível de formação”, além de uma “perspectiva de carreira profissional promissora e estável”. Mas se comparados os dados entre aquele ano e 2003, pode-se chegar à conclusão que esse quadro mudou muito pouco. Em 94, 28% dos bancários tinham curso superior completo. Atualmente esse número chega a 42,76%, muito pouco, se também levarmos em conta que o número de pessoas com segundo grau em 2003 era de 47,04%, ante aos 56,4% atuais. Expressiva mesmo foi a queda de bancários com apenas o primeiro grau: 15% para 3,65% no mesmo período.

“Passaram-se mais de 10 anos e o número de bancários apenas com o segundo grau é quase a metade da categoria. Se os bancos tivessem realmente essa política de investir na educação, o quadro hoje seria outro”, diz Juvandia.

Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

Por 12:32 Notícias

Eles exigem o máximo, mas gastam o mínimo

(São Paulo) As instituições financeiras falam muito, mas a verdade é que pouco fazem para contribuir com a qualificação profissional do seu funcionário. O auxílio-educação, que pode ser considerado um benefício indireto, é um dos fatores que podem melhorar a qualidade de vida do trabalhador, que se sente prestigiado ao ver o banco investir em seu currículo.
A Febraban, em seu balanço social de 2003, diz que “atentos à sua responsabilidade social, os bancos vêm ampliando a gama de benefícios concedidos aos seus funcionários”. Na questão educacional, isso não é verdade. Pelo contrário, a cada ano vem diminuindo a ajuda aos bancários que querem fazer um curso superior.
Em 2003, apenas 6.173 bancários tiveram bolsa de estudo, concedida total ou parcialmente pelos bancos. Isso representa apenas 1,59% do total de trabalhadores do sistema financeiro de todo o país.
“É muito pouco, se consideramos que em 1994, este índice era de 2,66% de um total de mais de 642 mil trabalhadores”, avalia a secretária-geral do Sindicato, Juvandia Moreira.
Poucas mudanças – Em 1994, a própria Febraban já alertava em seu balanço que os bancos caminhavam rápido para um quadro de funcionários com “elevado nível de formação”, além de uma “perspectiva de carreira profissional promissora e estável”. Mas se comparados os dados entre aquele ano e 2003, pode-se chegar à conclusão que esse quadro mudou muito pouco. Em 94, 28% dos bancários tinham curso superior completo. Atualmente esse número chega a 42,76%, muito pouco, se também levarmos em conta que o número de pessoas com segundo grau em 2003 era de 47,04%, ante aos 56,4% atuais. Expressiva mesmo foi a queda de bancários com apenas o primeiro grau: 15% para 3,65% no mesmo período.
“Passaram-se mais de 10 anos e o número de bancários apenas com o segundo grau é quase a metade da categoria. Se os bancos tivessem realmente essa política de investir na educação, o quadro hoje seria outro”, diz Juvandia.
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

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