(São Paulo) O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, será diferente neste ano. Além de atividades espalhadas por todo o país durante a semana, neste dia acontecerá uma atividade nacional centralizada em São Paulo. A concentração ocorre a partir das 14h, em frente ao Masp, saindo em caminhada pela Rua Consolação até a Praça da Republica. A atividade será acompanhada de trio elétrico e a expectativa é reunir aproximadamente 20 mil pessoas.
A orientação de promover uma atividade centralizada foi aprovada pela coordenação, da Marcha Mundial de Mulheres, da qual a CUT faz parte. A CNB/CUT solicita a todas as entidades que informem o número de participantes da Marcha Nacional, assim como as atividades locais. A orientação é que “cada entidade tenha uma meta de pessoas para colocar na Marcha e repasse para a CNB, que centralizará as informações repassando-as para a Secretaria Nacional da Mulher – CNM/CUT”, informa Neide Fonseca, secretária de Políticas Sociais da Confederação.
Colcha da Solidariedade – Mulheres de vários países estão construindo uma Colcha de Retalhos, que contará a história das mulheres em cada parte do mundo. A coordenação nacional da Marcha Mundial recomenda também a confecção de uma Colcha de retalhos em cada Estado do Brasil, de modo que cada pedaço reflita a história das mulheres brasileiras. Assim a CNB recomenda que as entidades bancárias construam uma colcha de retalhos com a história de vida e de lutas das mulheres bancárias de cada região para que, em São Paulo, possamos transformar essa colcha em uma única peça. O objetivo é no dia 8 de março agregá-la à Colcha da Solidariedade, unificada nacionalmente.
Carta Mundial – Além de atividades diretamente ligadas à Marcha Nacional, as entidades deverão celebrar o lançamento da Carta Mundial no dia 8 de março e desenvolver atividades de forma a tornar o seu conteúdo público. A íntegra da Carta está anexada à esta matéria. Assim como a Colcha da Solidariedade, essa Carta, elaborada pela coordenação da Marcha e aprovada por todas as entidades nacionais e internacionais, irá percorrer mais de 50 países, em grandes cidades, áreas rurais e em regiões fronteiras.
Para a divulgação da Carta, reproduzida ao final da matéria, as entidades deverão promover atividades de educação popular como reuniões, palestras, seminários, bate-papo etc. Esse será um bom momento para envolver as bancárias mobilizando-as, ao debater o conteúdo da Carta e das especificidades das nossas bases.
24 horas de Solidariedade Feminista – As atividades da Marcha Mundial de Mulheres extrapolará o 8 de março. Várias atividades estão previstas, entre elas, a coordenação da Marcha orienta para que “se organize uma hora de Solidariedade feminista, em todas as partes do mundo, no dia 17/10 das 12h às13h (hora local). Neste dia a Carta que sairá de São Paulo, chegará a Ouagadougou, Burkina Faso, na África, um dos países mais pobres do mundo. Essa uma hora de solidariedade ocorrerá nos 50 países, portanto, serão 24 horas de solidariedade feminista devido aos diversos fusos horários.
Vamos todas e todos construir novos valores de liberdade, equidade, igualdade, solidariedade justiça e paz.
Meire Bicudo – CNB/CUT
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