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Projeto de reforma sindical chega ao Congresso

O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, entregou ontem ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), uma cópia do projeto de Reforma Sindical do governo. A proposta foi discutida por trabalhadores, empresas e governo por um ano no Fórum do Trabalho e prevê, como pontos principais, o fim da unicidade sindical e da contribuição obrigatória, além de derrubar o poder normativo da Justiça do Trabalho nas negociações entre patrões e empregados.

A entrega oficial do texto do governo será no dia 2 de março, quando a CUT e a Força Sindical prometem trazer a Brasília mais de 500 presidentes de sindicatos para apoiar a proposta. Governo e empresários consideram a proposta o ponto de partida para uma futura Reforma Trabalhista.

— Eu não demorarei para colocá-lo (o projeto) na ordem do dia porque a Câmara agora é uma Câmara diferente. Existe entrosamento, existe harmonia entre o Executivo e o Legislativo — disse o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti.

Os sindicalistas sugeriram o nome dos deputados Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), e Luiz Antônio de Medeiros (PL-SP) para a presidência e relatoria da comissão que irá analisar o projeto. Berzoini disse que espera ver a reforma aprovada ainda este ano.

No ato de entrega do texto, os trabalhadores estavam representados pelo presidente da CUT, Luiz Marinho; da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e por outros sindicalistas. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro representou os empresários.

Fonte: O Globo – Valderez Caetano

Por 11:42 Notícias

Projeto de reforma sindical chega ao Congresso

O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, entregou ontem ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), uma cópia do projeto de Reforma Sindical do governo. A proposta foi discutida por trabalhadores, empresas e governo por um ano no Fórum do Trabalho e prevê, como pontos principais, o fim da unicidade sindical e da contribuição obrigatória, além de derrubar o poder normativo da Justiça do Trabalho nas negociações entre patrões e empregados.
A entrega oficial do texto do governo será no dia 2 de março, quando a CUT e a Força Sindical prometem trazer a Brasília mais de 500 presidentes de sindicatos para apoiar a proposta. Governo e empresários consideram a proposta o ponto de partida para uma futura Reforma Trabalhista.
— Eu não demorarei para colocá-lo (o projeto) na ordem do dia porque a Câmara agora é uma Câmara diferente. Existe entrosamento, existe harmonia entre o Executivo e o Legislativo — disse o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti.
Os sindicalistas sugeriram o nome dos deputados Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), e Luiz Antônio de Medeiros (PL-SP) para a presidência e relatoria da comissão que irá analisar o projeto. Berzoini disse que espera ver a reforma aprovada ainda este ano.
No ato de entrega do texto, os trabalhadores estavam representados pelo presidente da CUT, Luiz Marinho; da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e por outros sindicalistas. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro representou os empresários.
Fonte: O Globo – Valderez Caetano

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