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Lucro do HSBC no Brasil sobe 173% e é recorde

O conglomerado HSBC Brasil, que inclui o banco, as áreas de seguros e de leasing e a financeira Losango, registrou em 2004 um lucro líquido de R$ 526,5 milhões. Foi o melhor resultado desde o início de suas operações no país, em março de 1997, e representou um salto de 173% em relação ao ganho obtido no ano anterior (de R$ 192,6 milhões). Também recorde, a rentabilidade foi de 23,03%, contra 10,1% em 2003, o que colocou a subsidiária do banco inglês no mesmo patamar de seus principais concorrentes de capital brasileiro.

Receita com empréstimos foi 51,18% mais alta
As altas taxas de juros nos empréstimos e na remuneração de títulos do governo e a receita com cobrança de tarifas explicam o sucesso. A instituição ganhou com os juros em duas pontas. O HSBC aumentou a compra de títulos públicos para manter em carteira, que somavam R$ 1,8 bilhão em dezembro passado. A receita com a compra e a venda dos papéis foi de R$ 1,4 bilhão, 61,18% a mais do que em 2003.

— Particularmente, prefiro aplicar (os recursos disponíveis) em operações do banco. Mas a compra de títulos foi um bom negócio — disse o presidente do banco no Brasil, Emilson Alonso.

O resultado também foi positivo na ponta dos empréstimos. Para uma carteira que cresceu 26% no ano passado (de R$ 12,1 bilhões para R$ 15,2 bilhões), a receita obtida com esses empréstimos subiu 51,18%. Foi de R$ 3,173 bilhões em 2003 para R$ 4,797 bilhões.

Como aconteceu com Bradesco e Itaú, o ganho nas operações de crédito foi puxado pelo segmento de financiamento ao consumo (CDC e crédito pessoal) e pela demanda de pequenas e médias empresas. No primeiro caso, o crescimento nas operações chegou a 40%, enquanto os negócios com pequenas empresas avançaram 56%.

O ritmo de expansão do crédito não arrefeceu neste ano. Segundo Alonso, a Losango teve crescimento de 40% no total de créditos concedidos em janeiro e fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2004. Animado com as perspectivas de manutenção de forte atividade econômica ao longo do ano — o banco espera um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8% a 4% — o executivo prevê um aumento de 20% na carteira de crédito.

De olho no mercado de crédito consignado (com desconto em folha de pagamento), o HSBC vai ampliar os acordos com bancos menores e redes de varejo. O mais recente foi com o Ponto Frio. O banco vai financiar empréstimo que pode ser sacado pelo cliente ou para financiar a compra de algum bem nas lojas.

Em fevereiro, o HSBC anunciou em Londres que o lucro bruto no Brasil havia subido 238% em 2004, para US$ 238 milhões. O número não incluía todas as empresas no país, e os critérios contábeis da matriz são diferentes.

Fonte: O Globo – Aguinaldo Novo

Por 10:56 Notícias

Lucro do HSBC no Brasil sobe 173% e é recorde

O conglomerado HSBC Brasil, que inclui o banco, as áreas de seguros e de leasing e a financeira Losango, registrou em 2004 um lucro líquido de R$ 526,5 milhões. Foi o melhor resultado desde o início de suas operações no país, em março de 1997, e representou um salto de 173% em relação ao ganho obtido no ano anterior (de R$ 192,6 milhões). Também recorde, a rentabilidade foi de 23,03%, contra 10,1% em 2003, o que colocou a subsidiária do banco inglês no mesmo patamar de seus principais concorrentes de capital brasileiro.
Receita com empréstimos foi 51,18% mais alta
As altas taxas de juros nos empréstimos e na remuneração de títulos do governo e a receita com cobrança de tarifas explicam o sucesso. A instituição ganhou com os juros em duas pontas. O HSBC aumentou a compra de títulos públicos para manter em carteira, que somavam R$ 1,8 bilhão em dezembro passado. A receita com a compra e a venda dos papéis foi de R$ 1,4 bilhão, 61,18% a mais do que em 2003.
— Particularmente, prefiro aplicar (os recursos disponíveis) em operações do banco. Mas a compra de títulos foi um bom negócio — disse o presidente do banco no Brasil, Emilson Alonso.
O resultado também foi positivo na ponta dos empréstimos. Para uma carteira que cresceu 26% no ano passado (de R$ 12,1 bilhões para R$ 15,2 bilhões), a receita obtida com esses empréstimos subiu 51,18%. Foi de R$ 3,173 bilhões em 2003 para R$ 4,797 bilhões.
Como aconteceu com Bradesco e Itaú, o ganho nas operações de crédito foi puxado pelo segmento de financiamento ao consumo (CDC e crédito pessoal) e pela demanda de pequenas e médias empresas. No primeiro caso, o crescimento nas operações chegou a 40%, enquanto os negócios com pequenas empresas avançaram 56%.
O ritmo de expansão do crédito não arrefeceu neste ano. Segundo Alonso, a Losango teve crescimento de 40% no total de créditos concedidos em janeiro e fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2004. Animado com as perspectivas de manutenção de forte atividade econômica ao longo do ano — o banco espera um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8% a 4% — o executivo prevê um aumento de 20% na carteira de crédito.
De olho no mercado de crédito consignado (com desconto em folha de pagamento), o HSBC vai ampliar os acordos com bancos menores e redes de varejo. O mais recente foi com o Ponto Frio. O banco vai financiar empréstimo que pode ser sacado pelo cliente ou para financiar a compra de algum bem nas lojas.
Em fevereiro, o HSBC anunciou em Londres que o lucro bruto no Brasil havia subido 238% em 2004, para US$ 238 milhões. O número não incluía todas as empresas no país, e os critérios contábeis da matriz são diferentes.
Fonte: O Globo – Aguinaldo Novo

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