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Estudo da Unicamp aponta diferença racial na universidade

(Brasília) Às vésperas de o Congresso Nacional começar a discutir a reserva de vagas em universidades federais para alunos de escola pública e afrodescendentes, o debate sobre a política de cotas no ensino superior volta à tona.

Uma pesquisa encaminhada nesta semana pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) ao Ministério da Educação mostra que a desigualdade racial em cursos de graduação é grande.

Usando dados dos alunos que prestaram o extinto Provão entre 1999 e 2001, o levantamento aponta que apenas 2,5% se declararam negros e 14,8% pardos. Têm participação mais significativa em cursos de licenciatura, como letras, pedagogia, matemática e física.

O índice cai quando se trata de áreas mais competitivas, como odontologia (0,7% de negros e 8,3% de pardos) e medicina (0,9% e 12,3%, respectivamente).

A situação é pior se forem levadas em consideração apenas instituições particulares. São 2,2% de negros e 11,8% de pardos.

Tramitam no Congresso vários projetos estabelecendo políticas de cotas em universidades para afrodescendentes e egressos de escola pública. O mais recente é o enviado pelo Executivo no ano passado, que prevê a reserva de 50% das vagas das universidades federais para quem cursou o ensino médio em escolas públicas.

Dentro dessa cota, a proposta é reservar vagas a afrodescendentes e indígenas na proporção dessas populações no Estado em que a instituição está instalada.

Está na pauta da Câmara o pedido de urgência para a votação do projeto. Pode ser analisado ainda hoje, caso haja sessão.

De acordo com uma pesquisa feita pelo Fonaprace (Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis), com dados de 2003 e 2004, 37,5% dos alunos das federais cursaram integralmente o ensino médio na rede pública.

Fonte: Folha de S. Paulo – Luciana Constantino

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Estudo da Unicamp aponta diferença racial na universidade

(Brasília) Às vésperas de o Congresso Nacional começar a discutir a reserva de vagas em universidades federais para alunos de escola pública e afrodescendentes, o debate sobre a política de cotas no ensino superior volta à tona.
Uma pesquisa encaminhada nesta semana pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) ao Ministério da Educação mostra que a desigualdade racial em cursos de graduação é grande.
Usando dados dos alunos que prestaram o extinto Provão entre 1999 e 2001, o levantamento aponta que apenas 2,5% se declararam negros e 14,8% pardos. Têm participação mais significativa em cursos de licenciatura, como letras, pedagogia, matemática e física.
O índice cai quando se trata de áreas mais competitivas, como odontologia (0,7% de negros e 8,3% de pardos) e medicina (0,9% e 12,3%, respectivamente).
A situação é pior se forem levadas em consideração apenas instituições particulares. São 2,2% de negros e 11,8% de pardos.
Tramitam no Congresso vários projetos estabelecendo políticas de cotas em universidades para afrodescendentes e egressos de escola pública. O mais recente é o enviado pelo Executivo no ano passado, que prevê a reserva de 50% das vagas das universidades federais para quem cursou o ensino médio em escolas públicas.
Dentro dessa cota, a proposta é reservar vagas a afrodescendentes e indígenas na proporção dessas populações no Estado em que a instituição está instalada.
Está na pauta da Câmara o pedido de urgência para a votação do projeto. Pode ser analisado ainda hoje, caso haja sessão.
De acordo com uma pesquisa feita pelo Fonaprace (Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis), com dados de 2003 e 2004, 37,5% dos alunos das federais cursaram integralmente o ensino médio na rede pública.
Fonte: Folha de S. Paulo – Luciana Constantino

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