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Assédio moral e demissões no DDS do Bradesco Alphaville

(São Paulo) No momento em que as negociações para acabar com o assédio moral avançam, com a criação do grupo de trabalho que debaterá conflitos nos bancos, alguns departamentos do Bradesco caminham na contramão. O Sindicato de São Paulo investiga denúncia na área de tecnologia em informática, o DDS – núcleo, do Bradesco de Alphaville.

Em novembro dois bancários foram demitidos por justa causa em circunstâncias mal explicadas pela direção do banco. De acordo com o RH, o motivo das demissões se deu por erro técnico.

O departamento de tecnologia passa por um processo de terceirização, o que inevitavelmente gera insegurança no ambiente de trabalho e afastamentos por depressão.

“O banco utiliza-se de métodos medievais para assediar seus funcionários. Pressiona os bancários para cumprir metas abusivas e os ameaça com demissão. Além disso, muitas vezes as empresas terceirizadas são contratadas a cifras milionárias e quando terminam esses contratos são os funcionários do Bradesco que têm que terminar os projetos”, afirma Antonio Joaquim da Rocha funcionário do banco e diretor do Sindicato.

Fonte: Carlos Fernandes – Seeb SP.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

Por 21:41 Notícias

Assédio moral e demissões no DDS do Bradesco Alphaville

(São Paulo) No momento em que as negociações para acabar com o assédio moral avançam, com a criação do grupo de trabalho que debaterá conflitos nos bancos, alguns departamentos do Bradesco caminham na contramão. O Sindicato de São Paulo investiga denúncia na área de tecnologia em informática, o DDS – núcleo, do Bradesco de Alphaville.
Em novembro dois bancários foram demitidos por justa causa em circunstâncias mal explicadas pela direção do banco. De acordo com o RH, o motivo das demissões se deu por erro técnico.
O departamento de tecnologia passa por um processo de terceirização, o que inevitavelmente gera insegurança no ambiente de trabalho e afastamentos por depressão.
“O banco utiliza-se de métodos medievais para assediar seus funcionários. Pressiona os bancários para cumprir metas abusivas e os ameaça com demissão. Além disso, muitas vezes as empresas terceirizadas são contratadas a cifras milionárias e quando terminam esses contratos são os funcionários do Bradesco que têm que terminar os projetos”, afirma Antonio Joaquim da Rocha funcionário do banco e diretor do Sindicato.
Fonte: Carlos Fernandes – Seeb SP.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

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