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Previ-BB reduz juros atuariais de 6,00% para 5,75% ao ano; uma medida de segurança

Em uma iniciativa inédita, o Conselho Deliberativo da PREVI aprovou proposta da Diretoria Executiva de redução da taxa de juros atuariais de 6% para 5,75%. A taxa é uma das premissas utilizadas pela PREVI em seus cálculos atuariais.
Desde que adotou o sistema de capitalização, na década de 1980, a PREVI praticava a taxa de juros atuarial de 6%. Portanto, esta taxa foi definida com base em cenários que projetavam taxa real de juros muito superior à praticada atualmente.
Para o final de 2007, o mercado projeta uma taxa Selic de 11,75%. Considerando uma projeção de inflação em torno de 4%, temos uma taxa de juros real de aproximadamente 7,5% já para o ano de 2007.
Muitos setores da sociedade acreditam que há condições estruturais de reduzir a taxa básica de juros a níveis ainda mais baixos que os atualmente praticados, demonstrando que a perspectiva de redução das taxas não é fruto apenas de uma visão otimista do Governo, mas tornou-se uma avaliação de toda a sociedade.
A adoção de uma taxa de juros menor é uma medida de maior prudência, na medida em que as reservas (os compromissos atuariais) passam a ser calculadas com uma expectativa mais modesta de rendimento dos investimentos no futuro.
A implementação dessa medida na situação atual da PREVI não onera o Plano de Benefícios, nem o patrocinador nem os participantes, uma vez que a condição superavitária permite elevar o valor das reservas (compromissos) sem necessidade de aumento de contribuições. Acrescente-se que essa medida, a redução dos juros, terá impacto positivo para os participantes que pagarão financiamentos com taxas menores.
Os dirigentes da PREVI entendem que a adoção dessa medida está em sintonia com a obrigação de proteger o plano de riscos futuros. Considerando a situação superavitária do Plano 1, é sempre bom que parcela do resultado seja utilizada de forma conservadora, aumentando a proteção para o pagamento dos benefícios futuros. É como manda a sabedoria popular: vamos aproveitar a época de “vacas gordas” para fazer provisões.
Fonte: PREVI com adaptações da FETEC-CUT-PR.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.assprevisite.com.br.

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Previ-BB reduz juros atuariais de 6,00% para 5,75% ao ano; uma medida de segurança

Em uma iniciativa inédita, o Conselho Deliberativo da PREVI aprovou proposta da Diretoria Executiva de redução da taxa de juros atuariais de 6% para 5,75%. A taxa é uma das premissas utilizadas pela PREVI em seus cálculos atuariais.

Desde que adotou o sistema de capitalização, na década de 1980, a PREVI praticava a taxa de juros atuarial de 6%. Portanto, esta taxa foi definida com base em cenários que projetavam taxa real de juros muito superior à praticada atualmente.

Para o final de 2007, o mercado projeta uma taxa Selic de 11,75%. Considerando uma projeção de inflação em torno de 4%, temos uma taxa de juros real de aproximadamente 7,5% já para o ano de 2007.

Muitos setores da sociedade acreditam que há condições estruturais de reduzir a taxa básica de juros a níveis ainda mais baixos que os atualmente praticados, demonstrando que a perspectiva de redução das taxas não é fruto apenas de uma visão otimista do Governo, mas tornou-se uma avaliação de toda a sociedade.

A adoção de uma taxa de juros menor é uma medida de maior prudência, na medida em que as reservas (os compromissos atuariais) passam a ser calculadas com uma expectativa mais modesta de rendimento dos investimentos no futuro.

A implementação dessa medida na situação atual da PREVI não onera o Plano de Benefícios, nem o patrocinador nem os participantes, uma vez que a condição superavitária permite elevar o valor das reservas (compromissos) sem necessidade de aumento de contribuições. Acrescente-se que essa medida, a redução dos juros, terá impacto positivo para os participantes que pagarão financiamentos com taxas menores.

Os dirigentes da PREVI entendem que a adoção dessa medida está em sintonia com a obrigação de proteger o plano de riscos futuros. Considerando a situação superavitária do Plano 1, é sempre bom que parcela do resultado seja utilizada de forma conservadora, aumentando a proteção para o pagamento dos benefícios futuros. É como manda a sabedoria popular: vamos aproveitar a época de “vacas gordas” para fazer provisões.

Fonte: PREVI com adaptações da FETEC-CUT-PR.

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