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Contraf-CUT reúne-se com ministro do Planejamento; o objetivo é encontrar soluções para a CASSI

(São Paulo) A Contraf-CUT, junto com diretores e conselheiros eleitos da Cassi, reúnem-se nesta terça-feira, dia 6, às 15h, com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O objetivo do encontro é garantir apoio e agilizar as negociações com o Banco do Brasil para resolver várias pendências, como Cassi, Previ, PCC/PCS, entre outros temas.
No final de janeiro, a Contraf-CUT iniciou esta “ação institucional” com deputados para destravar as negociações com o Banco do Brasil. “Neste primeiro momento estamos procurando apoio de políticos que são bancários do Banco do Brasil, como Paulo Bernardo e os deputados contatados”, explica Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.
A Contraf-CUT já se reuniu com os deputados federais Ricardo Berzoini (PT-SP), Geraldo Magela (PT-DF), Pompeu de Matos (PDT-RS), Jorge Bittar (PT-RJ) e o José Pimentel (PT-CE).
“Os deputados demonstraram preocupação com a situação da Cassi. Nas conversas que tivemos, os parlamentares disseram que vão influenciar ativamente no processo. Esperamos a mesma postura do ministro e que esta intervenção renda frutos”, comentou Marcel.
Fonte: Contraf-CUT.
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Cassi em pauta nesta quarta
Bancários e a direção do Banco do Brasil reúnem-se novamente nesta semana
Os representantes dos bancários fazem nesta quarta-feira, dia 7, mais uma reunião para discutir a Caixa Assistencial dos Funcionários (Cassi). Após pressão dos funcionários, o Banco do Brasil apresentou uma proposta no dia 31 de janeiro.
A proposta apresentou alguns avanços, mas é insuficiente para solucionar o problema financeiro da Cassi. O Banco do Brasil apresentou um aporte foi de R$ 300 milhões e aceitou elevar a contribuição para 4,5% sobre os salários dos funcionários que entraram no banco a partir de 1998. Na parte administrativa, porém, houve retrocessos. Primeiro, com a extinção do artigo 21, que prevê o pagamento de uma vez e meia o valor desembolsado pelo associado. Depois, pela instituição do voto de minerva no Conselho Deliberativo e na Diretoria Executiva. O índice de 10% na co-participação também segue na contramão das reivindicações dos bancários.
Confira as principais medidas apresentadas pelo banco:
1) Investimento de R$ 300 milhões de 2007 a 2010
2) Contribuição patronal em 4,5% para todos os associados
3) Limitação estatutária da responsabilidade do banco com o plano de associado
4) Assunção pelo banco do déficit dos dependentes indiretos
5) Fator moderador de 10% sobre eventos não hospitalares limitada a 1/24 do salário bruto mensal
6) Contribuição pessoal e patronal sobre 50% do valor do 13º salário
7) Compromisso do banco em oferecer plano odontológico
8) Mudanças na gestão
Abaixo a análise da proposta realizada pela Contraf/CUT.
Proposta do BB só agrava os problemas da Cassi
“A proposta do BB é insuficiente. Além de não resolver o problema do custeio da Cassi, o banco ainda tenta tomar a gestão da entidade para si, quando sugere o voto de minerva. Depois de tanto tempo negociando, é uma vergonha o BB nos apresentar uma proposta ridícula como essa”, comentou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
Segundo a proposta, o BB admite investir R$ 300 milhões em serviços próprios da Cassi. Esse dinheiro, no entanto, seria pago durante os próximos quatro anos, dividido em uma parcela de R$ 150 milhões e mais três de R$ 50 milhões, sem qualquer tipo juros ou correção.
“A Cassi precisa de investimento em serviços próprios, mas isso não resolve o problema do déficit no Plano de Associados. Além disso, sem a devida correção do investimento, nem os serviços próprios terão o benefício imaginado, já que a inflação médica no país é muito maior que a inflação medida pelos indicadores tradicionais. O investimento vai se desvalorizar. E também exigimos o aporte financeiro para recompor as reservas do Plano de Associados”, explicou Milton Rezende, vice-presidente da Contraf-CUT.
Contribuição – O banco concorda em restabelecer a contribuição patronal em 4,5% para os admitidos após 1998. Mas altera o artigo 21, que prevê o pagamento de uma vez e meia o valor desembolsado pelo associado e que garante a relação 3% e 4,5%. “Essa é uma questão que precisa ser melhor debatida”, ressaltou Marcel.
Outro problema foi o valor da co-participação, estabelecida em 10% sobre todos os eventos, limitados a 1/24 avos do salário bruto. “Como fica a situação dos bancários que estão passando por tratamentos importantes como quimioterapia, radioterapia? E as doenças ocupacionais, que são na verdade acidentes de trabalho? O bancário vai ter que arcar com esta co-participação para se recuperar de uma doença causada pelas péssimas condições de trabalho? Essa proposta do banco se choca com todas as nossas teses. É inaceitável”, comenta Miltinho.
Durante as negociações, o BB também discutiu o Plano Odontológico, que os bancários reivindicam há anos. Mas o banco tergiversou em sua resposta e tentou enrolar os funcionário ao dizer que aceita o Plano, desde que o déficit esteja solucionado.
“Parece piada, mas se o BB está nos apresentado uma proposta que não resolve o problema financeiro da Cassi, como a direção diz que vai implantar o Plano Odontológico assim que o déficit for solucionado? Quer dizer que nunca vamos ter o Plano Odontológico?”, questiona Olivan Faustino, representante da Bahia e do Sergipe na Comissão de Empresa.
Além dessas questões pontuais, o Banco do Brasil apresentou outras propostas que, se implantadas como a empresa quer, significariam menos democracia para a Cassi. Entre elas estão a eleição de quatro em quatro anos, que traria problemas de continuidade da gestão já que toda a direção é trocada de uma única vez. Outro problema é a instituição do voto de minerva, que a Contraf-CUT não aceita de jeito nenhum.
“Em compensação, o banco se omitiu em discutir problemas graves, como o congelamento salarial que os bancários sofreram por quase uma década e que é uma das principais causas do déficit da Cassi. A proposta apresentada hoje pelo BB é ridícula, insuficiente e uma vergonha. São medidas paliativas que só agravam a situação da nossa Caixa de Assistência. Pelo visto, o banco está esperando a nossa greve para atender a demanda”, finalizou William Mendes, secretário de Imprensa da Contraf-CUT e membro da Comissão de Empresa.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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Contraf-CUT reúne-se com ministro do Planejamento; o objetivo é encontrar soluções para a CASSI

(São Paulo) A Contraf-CUT, junto com diretores e conselheiros eleitos da Cassi, reúnem-se nesta terça-feira, dia 6, às 15h, com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O objetivo do encontro é garantir apoio e agilizar as negociações com o Banco do Brasil para resolver várias pendências, como Cassi, Previ, PCC/PCS, entre outros temas.

No final de janeiro, a Contraf-CUT iniciou esta “ação institucional” com deputados para destravar as negociações com o Banco do Brasil. “Neste primeiro momento estamos procurando apoio de políticos que são bancários do Banco do Brasil, como Paulo Bernardo e os deputados contatados”, explica Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.

A Contraf-CUT já se reuniu com os deputados federais Ricardo Berzoini (PT-SP), Geraldo Magela (PT-DF), Pompeu de Matos (PDT-RS), Jorge Bittar (PT-RJ) e o José Pimentel (PT-CE).

“Os deputados demonstraram preocupação com a situação da Cassi. Nas conversas que tivemos, os parlamentares disseram que vão influenciar ativamente no processo. Esperamos a mesma postura do ministro e que esta intervenção renda frutos”, comentou Marcel.

Fonte: Contraf-CUT.
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Cassi em pauta nesta quarta

Bancários e a direção do Banco do Brasil reúnem-se novamente nesta semana

Os representantes dos bancários fazem nesta quarta-feira, dia 7, mais uma reunião para discutir a Caixa Assistencial dos Funcionários (Cassi). Após pressão dos funcionários, o Banco do Brasil apresentou uma proposta no dia 31 de janeiro.

A proposta apresentou alguns avanços, mas é insuficiente para solucionar o problema financeiro da Cassi. O Banco do Brasil apresentou um aporte foi de R$ 300 milhões e aceitou elevar a contribuição para 4,5% sobre os salários dos funcionários que entraram no banco a partir de 1998. Na parte administrativa, porém, houve retrocessos. Primeiro, com a extinção do artigo 21, que prevê o pagamento de uma vez e meia o valor desembolsado pelo associado. Depois, pela instituição do voto de minerva no Conselho Deliberativo e na Diretoria Executiva. O índice de 10% na co-participação também segue na contramão das reivindicações dos bancários.

Confira as principais medidas apresentadas pelo banco:

1) Investimento de R$ 300 milhões de 2007 a 2010

2) Contribuição patronal em 4,5% para todos os associados

3) Limitação estatutária da responsabilidade do banco com o plano de associado

4) Assunção pelo banco do déficit dos dependentes indiretos

5) Fator moderador de 10% sobre eventos não hospitalares limitada a 1/24 do salário bruto mensal

6) Contribuição pessoal e patronal sobre 50% do valor do 13º salário

7) Compromisso do banco em oferecer plano odontológico

8) Mudanças na gestão

Abaixo a análise da proposta realizada pela Contraf/CUT.

Proposta do BB só agrava os problemas da Cassi

“A proposta do BB é insuficiente. Além de não resolver o problema do custeio da Cassi, o banco ainda tenta tomar a gestão da entidade para si, quando sugere o voto de minerva. Depois de tanto tempo negociando, é uma vergonha o BB nos apresentar uma proposta ridícula como essa”, comentou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Segundo a proposta, o BB admite investir R$ 300 milhões em serviços próprios da Cassi. Esse dinheiro, no entanto, seria pago durante os próximos quatro anos, dividido em uma parcela de R$ 150 milhões e mais três de R$ 50 milhões, sem qualquer tipo juros ou correção.

“A Cassi precisa de investimento em serviços próprios, mas isso não resolve o problema do déficit no Plano de Associados. Além disso, sem a devida correção do investimento, nem os serviços próprios terão o benefício imaginado, já que a inflação médica no país é muito maior que a inflação medida pelos indicadores tradicionais. O investimento vai se desvalorizar. E também exigimos o aporte financeiro para recompor as reservas do Plano de Associados”, explicou Milton Rezende, vice-presidente da Contraf-CUT.

Contribuição – O banco concorda em restabelecer a contribuição patronal em 4,5% para os admitidos após 1998. Mas altera o artigo 21, que prevê o pagamento de uma vez e meia o valor desembolsado pelo associado e que garante a relação 3% e 4,5%. “Essa é uma questão que precisa ser melhor debatida”, ressaltou Marcel.

Outro problema foi o valor da co-participação, estabelecida em 10% sobre todos os eventos, limitados a 1/24 avos do salário bruto. “Como fica a situação dos bancários que estão passando por tratamentos importantes como quimioterapia, radioterapia? E as doenças ocupacionais, que são na verdade acidentes de trabalho? O bancário vai ter que arcar com esta co-participação para se recuperar de uma doença causada pelas péssimas condições de trabalho? Essa proposta do banco se choca com todas as nossas teses. É inaceitável”, comenta Miltinho.

Durante as negociações, o BB também discutiu o Plano Odontológico, que os bancários reivindicam há anos. Mas o banco tergiversou em sua resposta e tentou enrolar os funcionário ao dizer que aceita o Plano, desde que o déficit esteja solucionado.

“Parece piada, mas se o BB está nos apresentado uma proposta que não resolve o problema financeiro da Cassi, como a direção diz que vai implantar o Plano Odontológico assim que o déficit for solucionado? Quer dizer que nunca vamos ter o Plano Odontológico?”, questiona Olivan Faustino, representante da Bahia e do Sergipe na Comissão de Empresa.

Além dessas questões pontuais, o Banco do Brasil apresentou outras propostas que, se implantadas como a empresa quer, significariam menos democracia para a Cassi. Entre elas estão a eleição de quatro em quatro anos, que traria problemas de continuidade da gestão já que toda a direção é trocada de uma única vez. Outro problema é a instituição do voto de minerva, que a Contraf-CUT não aceita de jeito nenhum.

“Em compensação, o banco se omitiu em discutir problemas graves, como o congelamento salarial que os bancários sofreram por quase uma década e que é uma das principais causas do déficit da Cassi. A proposta apresentada hoje pelo BB é ridícula, insuficiente e uma vergonha. São medidas paliativas que só agravam a situação da nossa Caixa de Assistência. Pelo visto, o banco está esperando a nossa greve para atender a demanda”, finalizou William Mendes, secretário de Imprensa da Contraf-CUT e membro da Comissão de Empresa.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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