fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 10:08 Notícias

Crédito consignado ainda não bateu no teto

O crédito consignado ainda tem espaço para crescer no Brasil. A informação é do vice-presidente de varejo e distribuição do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 05.
Em janeiro, o crédito consignado no Banco do Brasil atingiu R$ 1 bilhão. “A relação crédito/PIB no país ainda tem muito espaço para crescimento e a gente acredita que o consignado deva continuar crescendo a níveis significativos em 2007”, afirmou Bendine. Para ele, esse tipo de empréstimo é destinado para quitar dívidas e comprar bens.
Bendine informou ainda que os aposentados representam apenas entre 12% e 15% daqueles que tomam empréstimo consignado no Banco do Brasil. O consignado representa 54,3% do mercado de crédito pessoal do Banco do Brasil.
Leia a íntegra da entrevista com Aldemir Bendine:
Paulo Henrique Amorim – No mês de janeiro o Banco do Brasil completou R$ 1 bilhão em depósitos de empréstimo do tipo crédito consignado. Isso já é hoje 54% da carteira de empréstimos pessoa física do Banco do Brasil. O Banco do Brasil hoje tem 17,2% do mercado brasileiro de crédito consignado. Eu vou conversar com Aldemir Bendine, vice-presidente de varejo e distribuição do Banco do Brasil. Aldemir, vai bem?
Aldemir Bendine – Tranqüilo, Paulo Henrique. Prazer estar falando com você e com o seus…
Paulo Henrique Amorim – Internautas! Aldemir, vamos entender o que aconteceu. Vocês passaram de 12,3% para 17,2%, um aumento de quatro pontos percentuais, de poucos meses para chegar a essa posição do mercado e, portanto, atingir esse R$ 1 bi de financiamentos do tipo crédito consignado. Qual foi a estratégia, o que aconteceu pra o banco fazer isso?
Aldemir Bendine – Paulo Henrique, na verdade, o banco vem incentivando já desde o início de 2005 uma ação já nessa linha de empréstimos. Isso é uma aposta que o banco fez visando aí uma expansão da sua carteira de crédito e ela tem se mostrado muito exitosa. Prova disso é que a gente cresceu no ano de 2005 158% e no ano de 2006, 118%. E agora no mês de janeiro nós fomos surpreendidos por essa quantidade de desembolso que a gente esperava que fosse ser já muito boa. O mês de janeiro normalmente é um mês de grande desembolso, mas ela acabou superando as nossas expectativas. A gente desembolsou quase 250 mil contratos num volume de R$ 1,075 bilhão. O mês de janeiro tem tradicionalmente esse desembolso mais elevado…
Paulo Henrique Amorim – Por quê?
Aldemir Bendine – Porque é uma época que se concentra muito pagamento da população. É um acúmulo aí de pagamentos: é matrícula escolar, impostos… é uma concentração muito grande no mês de janeiro, alem do quê normalmente a pessoa já vem aí com, vamos dizer assim, umas dívidas de final de ano, uns pequenos excessos que costumam cometer. Mas a gente foi surpreendido porque o movimento foi extremamente positivo.
Paulo Henrique Amorim – E você tem uma idéia de quem é que está levantando esse tipo de empréstimo com vocês, de empréstimo consignado?
Aldemir Bendine – O nosso empréstimo consignado é feito mediante convênio, com qualquer tipo de empresa, seja empresa pública ou privada e até com outros órgãos, tipo INSS, no caso dos aposentados. Então, nós não notamos nenhuma diferenciação específica em qualquer um desses segmentos. O crescimento foi normal em cada um deles. Então, acho que foi um crescimento baseado na população, de um modo geral, não teve algo específico nesse tempo.
Paulo Henrique Amorim – Você percebe um aumento da inadimplência com o aumento do desembolso?
Aldemir Bendine – Não. A inadimplência nesse segmento é praticamente residual, até porque a gente pratica taxas bem mais acessíveis até por conta dessa inadimplência muito baixa que a gente tem nessa linha. Isso permite na composição dos spreads no banco praticar uma taxa bem mais adequada.
Paulo Henrique Amorim – Claro. A contrapartida é o própria salário ou o provento da aposentadoria, portanto, a inadimplência deve ser muito baixa.
Aldemir Bendine – Exatamente. É praticamente residual.
Paulo Henrique Amorim – Você está falando de uma taxa de juros de quanto?
Aldemir Bendine – Hoje nós chegamos a praticar em determinados tipo de… normalmente o que determina aí é a questão do prazo. Então, hoje nós estamos falando em operações de mais curto prazo até em taxa que rompeu um paradigma de baixar de 1%: hoje nós temos taxas de 0,95% e a mais alta de 2,30%.
Paulo Henrique Amorim – 0,95% para que prazo que é?
Aldemir Bendine – Até seis meses.
Paulo Henrique Amorim – Até seis meses. Agora me conta uma coisa: é mais aposentado ou mais trabalhador na ativa que está pegando o crédito consignado?
Aldemir Bendine – Não. Se você pegar os aposentados, eles não representam… eles devem representar aí entre 12% e 15% da nossa carteira, não é nada tão significativo. Isso aí está bem distribuído em qualquer tipo de segmento.
Paulo Henrique Amorim – E vocês são que lugar no mercado com 17% de market share?
Aldemir Bendine – Aí não há divulgação no mercado. Então, normalmente você só tem análise dos bancos na carteira de pessoa física de um modo geral. Então, não há uma diferenciação para a gente avaliar ali os players desse mercado de consignado. Nós consideramos que estamos entre os três com certeza, os três maiores.
Paulo Henrique Amorim – Pergunta: você sabe qual a destinação principal que o pessoal dá quando pega esse tipo de empréstimo?
Aldemir Bendine – Aí eu acho que tem dois tipos. O empréstimo direcionado, de aquisição de bens, e uma outra grande parcela também na regularização de outros tipos de dívidas, que têm aí uma taxa de juros mais elevados. A população tem se conscientizado isso, tem se esclarecido, acho que a própria imprensa tem ajudado muito nesse esclarecimento. Então, quando a pessoa tem essa possibilidade, ele normalmente migra para esse tipo de empréstimo.
Paulo Henrique Amorim – Tá certo. E quais são as expectativas para 2007? Ou o crédito consignado já bateu no teto?
Aldemir Bendine – Não, não. A relação crédito/PIB no país ainda tem muito espaço para crescimento e a gente acredita que o consignado deva continuar crescendo a níveis significativos em 2007. Nós não temos ainda uma precisão, uma estimativa do que deva acontecer em 2007, mas apostamos firmemente que essa linha tende a se expandir bastante ainda.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/414001-414500/414011/414011_1.html
=======================================================================
CEF espera crescimento de 20% do crédito consignado
Brasília (AE) – A Caixa Econômica Federal (CEF) espera que sua carteira de crédito com desconto em folha tenha neste ano uma expansão de aproximadamente 20%. O percentual é muito próximo do resultado de 2006, quando o estoque dessas operações aumentou de R$ 5 bilhões para R$ 5,8 bilhões. Esperamos terminar este ano com algo entre R$ 6,7 bilhões e R$ 7 bilhões”, disse o diretor de Crédito da CEF, José Humberto Maurício de Lira.
No primeiro mês de 2007, o volume de crédito consignado, de acordo com o executivo da CEF, teve um aumento considerado normal. “O resultado de janeiro veio dentro dos padrões dos últimos meses”, comentou.
Para alcançar a marca dos 20%, a CEF pretende oferecer, já na próxima semana, uma linha de crédito consignado com prazo mais longo. “O prazo máximo de nossas operações está hoje em 48 meses. Vamos ampliar este limite para 72 meses”, disse o diretor de Crédito da CEF. A expectativa da CEF é de que a medida possa atrair principalmente os servidores públicos federais, estaduais e municipais. “Como há a questão da estabilidade no emprego, eles podem tomar empréstimos mais longos”, explicou José Humberto.
A elevação do prazo dos empréstimos, segundo José Humberto, também abrirá a possibilidade de aumento nos valores do crédito concedido. “Com um prazo maior, o valor das prestações permanecerá igual mesmo com um aumento do volume de recursos tomados emprestados”, explicou.
Fortemente concentrada no funcionalismo público, a linha de crédito consignado da CEF tem uma baixa taxa de inadimplência “A nossa inadimplência nesta linha de crédito é inferior aos 2%”, disse José Humberto.
Para evitar fraudes, a CEF não admite que as operações de crédito consignado sejam fechadas por telefone. “Se quiser tomar o empréstimo, o cliente tem que ir numa de nossas agências. Não há outra alternativa”, frisou.
A taxa de juros do empréstimo com desconto em folha da CEF varia entre um piso de 1,85% e um teto de 3,19% ao mês. “A formação da taxa depende de variáveis como o prazo da operação e os convênios por meio do qual o trabalhador acessa nossa linha de crédito”, comentou. Os recursos do empréstimo com desconto em folha, de acordo o diretor da CEF, costumam ser direcionados para o consumo.
Aposentados
Nas operações com os aposentados do INSS, a CEF terminou o ano passado com uma carteira de aproximadamente R$ 2,4 bilhões. “Somos pioneiros na concessão de empréstimo com desconto em folha para os aposentados”, disse o dirigente da CEF.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.parana-online.com.br.

Por 10:08 Sem categoria

Crédito consignado ainda não bateu no teto

O crédito consignado ainda tem espaço para crescer no Brasil. A informação é do vice-presidente de varejo e distribuição do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 05.

Em janeiro, o crédito consignado no Banco do Brasil atingiu R$ 1 bilhão. “A relação crédito/PIB no país ainda tem muito espaço para crescimento e a gente acredita que o consignado deva continuar crescendo a níveis significativos em 2007”, afirmou Bendine. Para ele, esse tipo de empréstimo é destinado para quitar dívidas e comprar bens.

Bendine informou ainda que os aposentados representam apenas entre 12% e 15% daqueles que tomam empréstimo consignado no Banco do Brasil. O consignado representa 54,3% do mercado de crédito pessoal do Banco do Brasil.

Leia a íntegra da entrevista com Aldemir Bendine:

Paulo Henrique Amorim – No mês de janeiro o Banco do Brasil completou R$ 1 bilhão em depósitos de empréstimo do tipo crédito consignado. Isso já é hoje 54% da carteira de empréstimos pessoa física do Banco do Brasil. O Banco do Brasil hoje tem 17,2% do mercado brasileiro de crédito consignado. Eu vou conversar com Aldemir Bendine, vice-presidente de varejo e distribuição do Banco do Brasil. Aldemir, vai bem?

Aldemir Bendine – Tranqüilo, Paulo Henrique. Prazer estar falando com você e com o seus…

Paulo Henrique Amorim – Internautas! Aldemir, vamos entender o que aconteceu. Vocês passaram de 12,3% para 17,2%, um aumento de quatro pontos percentuais, de poucos meses para chegar a essa posição do mercado e, portanto, atingir esse R$ 1 bi de financiamentos do tipo crédito consignado. Qual foi a estratégia, o que aconteceu pra o banco fazer isso?

Aldemir Bendine – Paulo Henrique, na verdade, o banco vem incentivando já desde o início de 2005 uma ação já nessa linha de empréstimos. Isso é uma aposta que o banco fez visando aí uma expansão da sua carteira de crédito e ela tem se mostrado muito exitosa. Prova disso é que a gente cresceu no ano de 2005 158% e no ano de 2006, 118%. E agora no mês de janeiro nós fomos surpreendidos por essa quantidade de desembolso que a gente esperava que fosse ser já muito boa. O mês de janeiro normalmente é um mês de grande desembolso, mas ela acabou superando as nossas expectativas. A gente desembolsou quase 250 mil contratos num volume de R$ 1,075 bilhão. O mês de janeiro tem tradicionalmente esse desembolso mais elevado…

Paulo Henrique Amorim – Por quê?

Aldemir Bendine – Porque é uma época que se concentra muito pagamento da população. É um acúmulo aí de pagamentos: é matrícula escolar, impostos… é uma concentração muito grande no mês de janeiro, alem do quê normalmente a pessoa já vem aí com, vamos dizer assim, umas dívidas de final de ano, uns pequenos excessos que costumam cometer. Mas a gente foi surpreendido porque o movimento foi extremamente positivo.

Paulo Henrique Amorim – E você tem uma idéia de quem é que está levantando esse tipo de empréstimo com vocês, de empréstimo consignado?

Aldemir Bendine – O nosso empréstimo consignado é feito mediante convênio, com qualquer tipo de empresa, seja empresa pública ou privada e até com outros órgãos, tipo INSS, no caso dos aposentados. Então, nós não notamos nenhuma diferenciação específica em qualquer um desses segmentos. O crescimento foi normal em cada um deles. Então, acho que foi um crescimento baseado na população, de um modo geral, não teve algo específico nesse tempo.

Paulo Henrique Amorim – Você percebe um aumento da inadimplência com o aumento do desembolso?

Aldemir Bendine – Não. A inadimplência nesse segmento é praticamente residual, até porque a gente pratica taxas bem mais acessíveis até por conta dessa inadimplência muito baixa que a gente tem nessa linha. Isso permite na composição dos spreads no banco praticar uma taxa bem mais adequada.

Paulo Henrique Amorim – Claro. A contrapartida é o própria salário ou o provento da aposentadoria, portanto, a inadimplência deve ser muito baixa.

Aldemir Bendine – Exatamente. É praticamente residual.

Paulo Henrique Amorim – Você está falando de uma taxa de juros de quanto?

Aldemir Bendine – Hoje nós chegamos a praticar em determinados tipo de… normalmente o que determina aí é a questão do prazo. Então, hoje nós estamos falando em operações de mais curto prazo até em taxa que rompeu um paradigma de baixar de 1%: hoje nós temos taxas de 0,95% e a mais alta de 2,30%.

Paulo Henrique Amorim – 0,95% para que prazo que é?

Aldemir Bendine – Até seis meses.

Paulo Henrique Amorim – Até seis meses. Agora me conta uma coisa: é mais aposentado ou mais trabalhador na ativa que está pegando o crédito consignado?

Aldemir Bendine – Não. Se você pegar os aposentados, eles não representam… eles devem representar aí entre 12% e 15% da nossa carteira, não é nada tão significativo. Isso aí está bem distribuído em qualquer tipo de segmento.

Paulo Henrique Amorim – E vocês são que lugar no mercado com 17% de market share?

Aldemir Bendine – Aí não há divulgação no mercado. Então, normalmente você só tem análise dos bancos na carteira de pessoa física de um modo geral. Então, não há uma diferenciação para a gente avaliar ali os players desse mercado de consignado. Nós consideramos que estamos entre os três com certeza, os três maiores.

Paulo Henrique Amorim – Pergunta: você sabe qual a destinação principal que o pessoal dá quando pega esse tipo de empréstimo?

Aldemir Bendine – Aí eu acho que tem dois tipos. O empréstimo direcionado, de aquisição de bens, e uma outra grande parcela também na regularização de outros tipos de dívidas, que têm aí uma taxa de juros mais elevados. A população tem se conscientizado isso, tem se esclarecido, acho que a própria imprensa tem ajudado muito nesse esclarecimento. Então, quando a pessoa tem essa possibilidade, ele normalmente migra para esse tipo de empréstimo.

Paulo Henrique Amorim – Tá certo. E quais são as expectativas para 2007? Ou o crédito consignado já bateu no teto?

Aldemir Bendine – Não, não. A relação crédito/PIB no país ainda tem muito espaço para crescimento e a gente acredita que o consignado deva continuar crescendo a níveis significativos em 2007. Nós não temos ainda uma precisão, uma estimativa do que deva acontecer em 2007, mas apostamos firmemente que essa linha tende a se expandir bastante ainda.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/414001-414500/414011/414011_1.html
=======================================================================

CEF espera crescimento de 20% do crédito consignado

Brasília (AE) – A Caixa Econômica Federal (CEF) espera que sua carteira de crédito com desconto em folha tenha neste ano uma expansão de aproximadamente 20%. O percentual é muito próximo do resultado de 2006, quando o estoque dessas operações aumentou de R$ 5 bilhões para R$ 5,8 bilhões. Esperamos terminar este ano com algo entre R$ 6,7 bilhões e R$ 7 bilhões”, disse o diretor de Crédito da CEF, José Humberto Maurício de Lira.

No primeiro mês de 2007, o volume de crédito consignado, de acordo com o executivo da CEF, teve um aumento considerado normal. “O resultado de janeiro veio dentro dos padrões dos últimos meses”, comentou.

Para alcançar a marca dos 20%, a CEF pretende oferecer, já na próxima semana, uma linha de crédito consignado com prazo mais longo. “O prazo máximo de nossas operações está hoje em 48 meses. Vamos ampliar este limite para 72 meses”, disse o diretor de Crédito da CEF. A expectativa da CEF é de que a medida possa atrair principalmente os servidores públicos federais, estaduais e municipais. “Como há a questão da estabilidade no emprego, eles podem tomar empréstimos mais longos”, explicou José Humberto.

A elevação do prazo dos empréstimos, segundo José Humberto, também abrirá a possibilidade de aumento nos valores do crédito concedido. “Com um prazo maior, o valor das prestações permanecerá igual mesmo com um aumento do volume de recursos tomados emprestados”, explicou.

Fortemente concentrada no funcionalismo público, a linha de crédito consignado da CEF tem uma baixa taxa de inadimplência “A nossa inadimplência nesta linha de crédito é inferior aos 2%”, disse José Humberto.

Para evitar fraudes, a CEF não admite que as operações de crédito consignado sejam fechadas por telefone. “Se quiser tomar o empréstimo, o cliente tem que ir numa de nossas agências. Não há outra alternativa”, frisou.

A taxa de juros do empréstimo com desconto em folha da CEF varia entre um piso de 1,85% e um teto de 3,19% ao mês. “A formação da taxa depende de variáveis como o prazo da operação e os convênios por meio do qual o trabalhador acessa nossa linha de crédito”, comentou. Os recursos do empréstimo com desconto em folha, de acordo o diretor da CEF, costumam ser direcionados para o consumo.

Aposentados

Nas operações com os aposentados do INSS, a CEF terminou o ano passado com uma carteira de aproximadamente R$ 2,4 bilhões. “Somos pioneiros na concessão de empréstimo com desconto em folha para os aposentados”, disse o dirigente da CEF.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.parana-online.com.br.

Close