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Em quatro anos, 4,6 milhões de empregos formais foram criados

O estoque de empregos formais, que era de 22,6 milhões em dezembro de 2002, totalizou 27,2 milhões no fim do ano passado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (7) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

BRASÍLIA – A criação de empregos com carteira assinada no primeiro governo Lula atingiu 4,6 milhões de vagas novas. O estoque de empregos formais, que era de 22,6 milhões em dezembro de 2002, totalizou 27,2 milhões no fim do ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta quarta-feira (7).

O ministro Luiz Marinho comemorou o resultado, comparando com o desempenho do emprego na gestão Fernando Henrique. De 1995 a 2002, foram abertas, em média, oito mil vagas novas por mês. No governo Lula, houve um resultado doze vezes superior (96,7 mil mensais), apesar de o país ter tido um crescimento econômico parecido com o de FHC.

“Tivemos um modelo de desenvolvimento diferente, motivamos a indústria nacional, adotamos políticas sociais que propiciaram aumento do consumo em todo o país, por isso o resultado foi melhor”, afirmou Marinho.

Segundo ele, considerando empregos sem carteira assinada e os criados no serviço público, durante o governo Lula devem ter sido gerados 8,5 milhões de ocupações. Na campanha de 2002, o então candidato dizia ser necessário criar ao menos 10 milhões de empregos.

Mesmo que se confirme a projeção de Marinho, o número de novas ocupações na gestão Lula terá sido insuficiente para absorver todas as pessoas que entraram no mercado de trabalho.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do fim de 2002 a 2005, a chamada população economicamente ativa (PEA) subiu de 86,9 milhões para 96 milhões. Ou seja, cresceu nove milhões. Tomando-se a o aumento médio anual da PEA entre 2002 e 2005, é possível que ela tenha fechado 2006 em 99 milhões. Ou seja, 12 milhões de pessoas teriam ingressado no mercado de trabalho no governo Lula. A população brasileira, também de acordo com o IBGE, aumentou igualmente em 12 milhões de pessoas, entre 2002 e 2006.

Na hipótese de se confirmar a previsão do Ministério e a estimativa sobre a PEA, faltariam pelo menos 3,7 milhões de empregos novos só para dar conta contingente extra de trabalhadores. Fora quem já está desempregado.

De acordo com Marinho, que evitou fazer previsões numéricas, a geração de empregos vai ser maior no segundo governo Lula do que no primeiro.

Por André Barrocal.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciacartamaior.com.br.

Por 22:23 Notícias

Em quatro anos, 4,6 milhões de empregos formais foram criados

O estoque de empregos formais, que era de 22,6 milhões em dezembro de 2002, totalizou 27,2 milhões no fim do ano passado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (7) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
BRASÍLIA – A criação de empregos com carteira assinada no primeiro governo Lula atingiu 4,6 milhões de vagas novas. O estoque de empregos formais, que era de 22,6 milhões em dezembro de 2002, totalizou 27,2 milhões no fim do ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta quarta-feira (7).
O ministro Luiz Marinho comemorou o resultado, comparando com o desempenho do emprego na gestão Fernando Henrique. De 1995 a 2002, foram abertas, em média, oito mil vagas novas por mês. No governo Lula, houve um resultado doze vezes superior (96,7 mil mensais), apesar de o país ter tido um crescimento econômico parecido com o de FHC.
“Tivemos um modelo de desenvolvimento diferente, motivamos a indústria nacional, adotamos políticas sociais que propiciaram aumento do consumo em todo o país, por isso o resultado foi melhor”, afirmou Marinho.
Segundo ele, considerando empregos sem carteira assinada e os criados no serviço público, durante o governo Lula devem ter sido gerados 8,5 milhões de ocupações. Na campanha de 2002, o então candidato dizia ser necessário criar ao menos 10 milhões de empregos.
Mesmo que se confirme a projeção de Marinho, o número de novas ocupações na gestão Lula terá sido insuficiente para absorver todas as pessoas que entraram no mercado de trabalho.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do fim de 2002 a 2005, a chamada população economicamente ativa (PEA) subiu de 86,9 milhões para 96 milhões. Ou seja, cresceu nove milhões. Tomando-se a o aumento médio anual da PEA entre 2002 e 2005, é possível que ela tenha fechado 2006 em 99 milhões. Ou seja, 12 milhões de pessoas teriam ingressado no mercado de trabalho no governo Lula. A população brasileira, também de acordo com o IBGE, aumentou igualmente em 12 milhões de pessoas, entre 2002 e 2006.
Na hipótese de se confirmar a previsão do Ministério e a estimativa sobre a PEA, faltariam pelo menos 3,7 milhões de empregos novos só para dar conta contingente extra de trabalhadores. Fora quem já está desempregado.
De acordo com Marinho, que evitou fazer previsões numéricas, a geração de empregos vai ser maior no segundo governo Lula do que no primeiro.
Por André Barrocal.
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