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Bradesco insiste em pagar menos Participação nos Lucros e Resultados; um desrespeito ao esforço dos trabalhadores bancários

Bradesco insiste em pagar menos PLR

Banco quer economizar às custas dos seus funcionários

São Paulo – A partir do relatório divulgado pelo próprio Bradesco (veja tabela abaixo) e do acordo feito com o Sindicato durante a campanha nacional, o lucro do banco para o cálculo do valor adicional seria de R$ 6,65 bilhões. Cada bancário receberia aproximadamente R$ 1.500. Mas o banco, sem pensar em seus funcionários, simplesmente informou que cada um receberia R$ 1.253,50.

“Ao contrário de outros bancos, o Bradesco quer pagar menos de PLR”, afirma Juvandia Moreira, secretária-geral do Sindicato. O banco gastaria 1,37% do seu lucro se pagasse os R$ 1.500 a todos. Quer economizar às custas dos seus empregados e gastar somente 1,07% do lucro. Outros bancos, porém, seguindo a linha inversa de uma das maiores instituições financeiras do país, pagaram mais aos seus funcionários. Caso do Santander Banespa (1,85% do lucro), Itaú (1,75%) e do ABN (2,20%).

“Nós denunciamos isso no protesto que realizamos no Telebanco, mostrando o que o banco quer esconder do seu funcionário”, lembra Juvandia. A manifestação aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 14. Logo após, o banco chamou para negociação.

“Tínhamos o entendimento de que os bancos grandes, como o Itaú e o Bradesco, pagariam os R$ 1.500 de teto do adicional. Aliás, os trabalhadores nem foram informados previamente pelo banco que receberiam um valor menor. A redução frustrou a expectativa dos trabalhadores e isso é muito ruim. No lucro do Bradesco tem o valor agregado do trabalho do bancário e queremos a nossa parte, queremos ser valorizados”, afirmou o presidente da Contraf-CUT, Vagner Freitas, que também é funcionário do Bradesco. A entidade também organizou manifestações em todo o país.

Além da base do Sindicato, ocorreram manifestações na matriz do Bradesco em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Pernambuco.

PLR Bradesco e lucro líquido de 2006

Efeitos no lucro líquido
4º Trimeste/06
Exercício/06

Lucro Líquido Publicado
1.703
5.054

Eventos Extraordinários do Período

(+) Amortização Integral dos saldos dos Ágios ocorrida no 3º trimestre/06

2.109

(-) Alienação do Investimento na Usiminas
(219)
(219)

(+) Provisão Trabalhista Complementar

309

(+) Provisão Não-Técnica Extraordinária de Seguro Saúde
387
387

(-) Crédito Tributário Ativado de Períodos Anteriores
(194)
(398)

(-) Efeitos Fiscais
(57)
(879)

Lucro Líquido Recorrente
1.620
6.363

(+) Amortização dos Ágios – 1º semestre/06

433

(-) Efeito Fiscal da Amortização dos Ágios

(147)

Lucro Líquido Recorrente Ajustado pelas Amortizações de Ágios do 1º semestre de 2006
1.620
6.649

Dados: Bradesco
R$ milhões

Por Cláudia Motta e Ricardo Negrão.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
=============================================================

Termina sem avanços negociação sobre a PLR no Bradesco

(São Paulo) Terminou sem avanços as negociações desta quarta-feira, dia 14, entre a Contraf-CUT e o Bradesco para discutir a PLR dos bancários. O banco insiste em pagar R$ 1.253,50 de parcela adicional, no próximo dia 16, enquanto os trabalhadores exigem R$ 1.500.

“De forma mesquinha, o Bradesco está lançando mão de técnicas contábeis para diminuir a parcela adicional da PLR, uma grande conquista da Campanha Nacional do ano passado. A postura do banco na mesa de negociações mostra a falta de compromisso da empresa com os seus funcionários”, comentou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT e funcionário do Bradesco.

Segundo o dirigente, a redução da parcela adicional frustrou a expectativa dos bancários, que esperavam receber R$ 1.500, além dos dois salários da regra básica e do complemento.

“Tínhamos o entendimento de que os bancos grandes, como o Itaú e o Bradesco, pagariam os R$ 1.500 de teto do adicional. Aliás, os trabalhadores nem foram informados previamente pelo banco que receberiam um valor menor. A redução frustrou a expectativa dos trabalhadores e isto é muito ruim. No lucro do Bradesco tem o valor agregado do trabalho do bancário e queremos a nossa parte, queremos ser valorizados”, afirmou.

Vagner ressalta que é lamentável ter que negociar com o Bradesco o pagamento do teto do adicional da PLR. “A esta altura do campeonato, deveríamos estar debatendo um aumento na Participação nos Lucros e Resultados e não o pagamento do teto. A regra impressa na Convenção Coletiva, e que foi uma grande conquista do ano passado, serve para que a média dos bancos paguem o benefício. Se o Bradesco é o maior banco privado do país, tem de pagar a PLR além da Convenção Coletiva e não ficar com essa mesquinharia por num trocado, se comparado ao lucro que teve”, destacou.

O presidente da Contraf alerta aos sindicatos filiados que continuem realizando manifestações e protestos contra o Bradesco. Nesta quarta-feira, houve atividades em todo o Brasil.

Fonte: Contraf-CUT.

Por 14:34 Notícias

Bradesco insiste em pagar menos Participação nos Lucros e Resultados; um desrespeito ao esforço dos trabalhadores bancários

Bradesco insiste em pagar menos PLR
Banco quer economizar às custas dos seus funcionários
São Paulo – A partir do relatório divulgado pelo próprio Bradesco (veja tabela abaixo) e do acordo feito com o Sindicato durante a campanha nacional, o lucro do banco para o cálculo do valor adicional seria de R$ 6,65 bilhões. Cada bancário receberia aproximadamente R$ 1.500. Mas o banco, sem pensar em seus funcionários, simplesmente informou que cada um receberia R$ 1.253,50.
“Ao contrário de outros bancos, o Bradesco quer pagar menos de PLR”, afirma Juvandia Moreira, secretária-geral do Sindicato. O banco gastaria 1,37% do seu lucro se pagasse os R$ 1.500 a todos. Quer economizar às custas dos seus empregados e gastar somente 1,07% do lucro. Outros bancos, porém, seguindo a linha inversa de uma das maiores instituições financeiras do país, pagaram mais aos seus funcionários. Caso do Santander Banespa (1,85% do lucro), Itaú (1,75%) e do ABN (2,20%).
“Nós denunciamos isso no protesto que realizamos no Telebanco, mostrando o que o banco quer esconder do seu funcionário”, lembra Juvandia. A manifestação aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 14. Logo após, o banco chamou para negociação.
“Tínhamos o entendimento de que os bancos grandes, como o Itaú e o Bradesco, pagariam os R$ 1.500 de teto do adicional. Aliás, os trabalhadores nem foram informados previamente pelo banco que receberiam um valor menor. A redução frustrou a expectativa dos trabalhadores e isso é muito ruim. No lucro do Bradesco tem o valor agregado do trabalho do bancário e queremos a nossa parte, queremos ser valorizados”, afirmou o presidente da Contraf-CUT, Vagner Freitas, que também é funcionário do Bradesco. A entidade também organizou manifestações em todo o país.
Além da base do Sindicato, ocorreram manifestações na matriz do Bradesco em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Pernambuco.
PLR Bradesco e lucro líquido de 2006
Efeitos no lucro líquido
4º Trimeste/06
Exercício/06
Lucro Líquido Publicado
1.703
5.054
Eventos Extraordinários do Período


(+) Amortização Integral dos saldos dos Ágios ocorrida no 3º trimestre/06

2.109
(-) Alienação do Investimento na Usiminas
(219)
(219)
(+) Provisão Trabalhista Complementar

309
(+) Provisão Não-Técnica Extraordinária de Seguro Saúde
387
387
(-) Crédito Tributário Ativado de Períodos Anteriores
(194)
(398)
(-) Efeitos Fiscais
(57)
(879)
Lucro Líquido Recorrente
1.620
6.363
(+) Amortização dos Ágios – 1º semestre/06

433
(-) Efeito Fiscal da Amortização dos Ágios

(147)
Lucro Líquido Recorrente Ajustado pelas Amortizações de Ágios do 1º semestre de 2006
1.620
6.649
Dados: Bradesco
R$ milhões
Por Cláudia Motta e Ricardo Negrão.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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Termina sem avanços negociação sobre a PLR no Bradesco
(São Paulo) Terminou sem avanços as negociações desta quarta-feira, dia 14, entre a Contraf-CUT e o Bradesco para discutir a PLR dos bancários. O banco insiste em pagar R$ 1.253,50 de parcela adicional, no próximo dia 16, enquanto os trabalhadores exigem R$ 1.500.
“De forma mesquinha, o Bradesco está lançando mão de técnicas contábeis para diminuir a parcela adicional da PLR, uma grande conquista da Campanha Nacional do ano passado. A postura do banco na mesa de negociações mostra a falta de compromisso da empresa com os seus funcionários”, comentou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT e funcionário do Bradesco.
Segundo o dirigente, a redução da parcela adicional frustrou a expectativa dos bancários, que esperavam receber R$ 1.500, além dos dois salários da regra básica e do complemento.
“Tínhamos o entendimento de que os bancos grandes, como o Itaú e o Bradesco, pagariam os R$ 1.500 de teto do adicional. Aliás, os trabalhadores nem foram informados previamente pelo banco que receberiam um valor menor. A redução frustrou a expectativa dos trabalhadores e isto é muito ruim. No lucro do Bradesco tem o valor agregado do trabalho do bancário e queremos a nossa parte, queremos ser valorizados”, afirmou.
Vagner ressalta que é lamentável ter que negociar com o Bradesco o pagamento do teto do adicional da PLR. “A esta altura do campeonato, deveríamos estar debatendo um aumento na Participação nos Lucros e Resultados e não o pagamento do teto. A regra impressa na Convenção Coletiva, e que foi uma grande conquista do ano passado, serve para que a média dos bancos paguem o benefício. Se o Bradesco é o maior banco privado do país, tem de pagar a PLR além da Convenção Coletiva e não ficar com essa mesquinharia por num trocado, se comparado ao lucro que teve”, destacou.
O presidente da Contraf alerta aos sindicatos filiados que continuem realizando manifestações e protestos contra o Bradesco. Nesta quarta-feira, houve atividades em todo o Brasil.
Fonte: Contraf-CUT.

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