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América Latina se levanta contra visita de Bush

Adital – A chegada de Bush em São Paulo foi marcada por fortes protestos e choques que deixaram uns 17 feridos e dezenas de detidos. A Polícia Militar utilizou gás lacrimogêneo, gás de pimenta e balas de borracha para reprimir a milhares de manifestantes que marcharam pela Avenida Paulista, em pleno centro financeiro dessa enorme cidade industrial. Entre as centenas de organizações sociais marcharam a Central Única dos Trabalhadores do Brasil (CUT), o Movimento dos Sem Terra (MST), estudantes, mulheres e um contingente de militantes políticos.
Em Brasília, no Congresso, durante uma sessão da Câmara dos Deputados, legisladores estenderam uma faixa onde lia-se: “Bush não é bem-vindo”. Enquanto isso, fora do recinto, manifestantes queimavam um enorme boneco com suástica que representava ao presidente estadunidense.
No Rio de Janeiro, as manifestações ocorreram em frente às Embaixadas dos EUA e também foi ocupada a entrada do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, entre outra séria de protestos que cobriram vários estados do país sul-americano.
A expectativa do povo é que o presidente brasileiro, Lula, não aceite qualquer tipo de manobra tentada por Bush para alinhar-se a este país, contra governos como Venezuela e Bolívia, ou para dividir o processo de integração latino-americano, que se consolida dia-a-dia.
Hoje, sexta-feira, Bush continua sua viagem e segue ao Uruguai. Também irá à Colômbia, Guatemala e México.
Todos sabem que esta excursão de Bush é uma tentativa para recuperar a influência perdida na América Latina. Os EUA não aceita o surgimento de governos de esquerda não manobráveis e comprometidos com a soberania, a igualdade social e a integração regional nos últimos anos.
Enquanto Lula negocia com Bush, Hugo Chávez (Venezuela) se reúne com Nestor Kirchner (Argentina) e preside um ato anti-imperialista contra a presença de Bush na região junto com as Mães da Praça de Maio e organizações populares.
Em Montevideo (Uruguai) pelo menos duas mobilizações serão realizadas contra a visita de Bush. A “Coordenadoria Anti-imperialista”, o “Movimento 26 de Março” e a “Corrente de Esquerda” marcharão juntos. Consta ainda entre os organizadores da primeira marcha: Coordenadoria de Aposentados e Pensionistas, Plenária Memória e Justiça, Sindicato do Táxi, Barrikada, Fogoneros, Organização Libertária Cimarrón, Rede de Rádios Comunitárias, Partido dos Trabalhadores, Movimento Revolucionário Oriental e Partido Comunista Revolucionário. Por outro lado, a Pit-Cnt marchará junto à Federação de Estudantes Universitários do Uruguai, a Federação Uruguaia de Cooperativas de Moradias pela Ajuda Mútua, a Organização Nacional de Aposentados e Pensionistas do Uruguai, Anistia Internacional, Crysol, Cotidiano Mulher, o Instituto do Terceiro Mundo, o Partido Comunista, o Fidel, o MPP, a Vertente Artiguista, Compromisso Freteamplista, 13 coordenadoras da Frente Amplia de Montevideo e a Departamental do F.A. de Canelones.
Sob a ordem “Com Artigas, a paz, a unidade latino-americana e contra o imperialismo, fora Bush”, os manifestantes realizarão um ato de encerramento com oradores e uma parte artística a cargo do cantor popular uruguaio, Daniel Viglietti. Enquanto isso, já se encontra nas cercanias de Anchorena, Colonia, uma delegação da Federação Uruguaia de Cooperativas de Moradia pela Ajuda Mútua que partiu terça-feira da capital uruguaia, para manifestar-se na residência presidencial onde se realizará o encontro entre Bush e Tabaré Vazquez.
Na Argentina o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, assina acordos de cooperação binacional com seu par argentino, o presidente Néstor Kirchner, ao mesmo tempo que uma grande quantidade de manifestantes de diferentes correntes se expressam contra o imperialismo na embaixada estadunidense, gritando “Fora Bush”, que é comum em muitos países da América Latina. Todos se reunirão à noite no estádio de futebol Ferrocarril Oeste, onde o presidente venezuelano juntamente com as Mães da Praça de Maio, piqueteros e correntes de esquerda levarão a cabo um ato multitudinário, similar ao realizado no estádio de Mar del Plata, na anterior visita de Bush à Argentina em 2005. Em declarações à imprensa portenha, Chávez recordou que “em Mar del Plata enterramos a ALÇA e hoje vamos enterrar o imperialismo”
Fuente: PÚLSAR/COMCOSUR/AGENCIAWALSH.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.adital.org.br.

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América Latina se levanta contra visita de Bush

Adital – A chegada de Bush em São Paulo foi marcada por fortes protestos e choques que deixaram uns 17 feridos e dezenas de detidos. A Polícia Militar utilizou gás lacrimogêneo, gás de pimenta e balas de borracha para reprimir a milhares de manifestantes que marcharam pela Avenida Paulista, em pleno centro financeiro dessa enorme cidade industrial. Entre as centenas de organizações sociais marcharam a Central Única dos Trabalhadores do Brasil (CUT), o Movimento dos Sem Terra (MST), estudantes, mulheres e um contingente de militantes políticos.

Em Brasília, no Congresso, durante uma sessão da Câmara dos Deputados, legisladores estenderam uma faixa onde lia-se: “Bush não é bem-vindo”. Enquanto isso, fora do recinto, manifestantes queimavam um enorme boneco com suástica que representava ao presidente estadunidense.

No Rio de Janeiro, as manifestações ocorreram em frente às Embaixadas dos EUA e também foi ocupada a entrada do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, entre outra séria de protestos que cobriram vários estados do país sul-americano.

A expectativa do povo é que o presidente brasileiro, Lula, não aceite qualquer tipo de manobra tentada por Bush para alinhar-se a este país, contra governos como Venezuela e Bolívia, ou para dividir o processo de integração latino-americano, que se consolida dia-a-dia.

Hoje, sexta-feira, Bush continua sua viagem e segue ao Uruguai. Também irá à Colômbia, Guatemala e México.

Todos sabem que esta excursão de Bush é uma tentativa para recuperar a influência perdida na América Latina. Os EUA não aceita o surgimento de governos de esquerda não manobráveis e comprometidos com a soberania, a igualdade social e a integração regional nos últimos anos.

Enquanto Lula negocia com Bush, Hugo Chávez (Venezuela) se reúne com Nestor Kirchner (Argentina) e preside um ato anti-imperialista contra a presença de Bush na região junto com as Mães da Praça de Maio e organizações populares.

Em Montevideo (Uruguai) pelo menos duas mobilizações serão realizadas contra a visita de Bush. A “Coordenadoria Anti-imperialista”, o “Movimento 26 de Março” e a “Corrente de Esquerda” marcharão juntos. Consta ainda entre os organizadores da primeira marcha: Coordenadoria de Aposentados e Pensionistas, Plenária Memória e Justiça, Sindicato do Táxi, Barrikada, Fogoneros, Organização Libertária Cimarrón, Rede de Rádios Comunitárias, Partido dos Trabalhadores, Movimento Revolucionário Oriental e Partido Comunista Revolucionário. Por outro lado, a Pit-Cnt marchará junto à Federação de Estudantes Universitários do Uruguai, a Federação Uruguaia de Cooperativas de Moradias pela Ajuda Mútua, a Organização Nacional de Aposentados e Pensionistas do Uruguai, Anistia Internacional, Crysol, Cotidiano Mulher, o Instituto do Terceiro Mundo, o Partido Comunista, o Fidel, o MPP, a Vertente Artiguista, Compromisso Freteamplista, 13 coordenadoras da Frente Amplia de Montevideo e a Departamental do F.A. de Canelones.

Sob a ordem “Com Artigas, a paz, a unidade latino-americana e contra o imperialismo, fora Bush”, os manifestantes realizarão um ato de encerramento com oradores e uma parte artística a cargo do cantor popular uruguaio, Daniel Viglietti. Enquanto isso, já se encontra nas cercanias de Anchorena, Colonia, uma delegação da Federação Uruguaia de Cooperativas de Moradia pela Ajuda Mútua que partiu terça-feira da capital uruguaia, para manifestar-se na residência presidencial onde se realizará o encontro entre Bush e Tabaré Vazquez.

Na Argentina o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, assina acordos de cooperação binacional com seu par argentino, o presidente Néstor Kirchner, ao mesmo tempo que uma grande quantidade de manifestantes de diferentes correntes se expressam contra o imperialismo na embaixada estadunidense, gritando “Fora Bush”, que é comum em muitos países da América Latina. Todos se reunirão à noite no estádio de futebol Ferrocarril Oeste, onde o presidente venezuelano juntamente com as Mães da Praça de Maio, piqueteros e correntes de esquerda levarão a cabo um ato multitudinário, similar ao realizado no estádio de Mar del Plata, na anterior visita de Bush à Argentina em 2005. Em declarações à imprensa portenha, Chávez recordou que “em Mar del Plata enterramos a ALÇA e hoje vamos enterrar o imperialismo”

Fuente: PÚLSAR/COMCOSUR/AGENCIAWALSH.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.adital.org.br.

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