(São Paulo) A Contraf-CUT reúne-se na próxima segunda-feira, dia 9, com o secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, para discutir o crescente número de assaltos a banco. A audiência será às 14h30, na sede da Secretaria em Brasília.
“O problema da segurança bancária vem crescendo há muito tempo, mas agora chegamos a níveis alarmantes. Só na cidade de São Paulo, o número de casos dobrou nos primeiros três meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Minas, Rio de Janeiro e Porto Alegre também estão vivendo um surto de assaltos a banco. Precisamos agir imediatamente e já que o diálogo com a Fenaban não avança, vamos levar o problema ao secretário nacional de Segurança Pública”, explicou Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT.
Carlão ressalta que nem o agravamento do problema e nem mesmo o apelo nacional por mais segurança sensibilizaram os bancos para que as diretorias tomassem alguma atitude para conter a onda de violência.
“Parece que o caso não é com os bancos. A insegurança vem aumentando por causa de problemas que os bancários denunciam há muito tempo. E permanecem sem soluções. Falta porta giratória com detector de metais nas agências e, principalmente, no auto-atendimento. As agências vivem sem sistema de alarme ou com defeito. O número de vigilantes é insuficiente e sem treinamento. Já passou da hora de os bancos pararem de brincar com a vida das pessoas e investir em segurança”, diz.
Carlão lembra que a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), do Ministério da Justiça, tem autuado sistematicamente os bancos por questões como essas. “Vamos levar um relatório ao secretário Luiz Fernando Corrêa. Afinal de contas a Secretaria de Segurança Pública também é vinculada ao Ministério da Justiça”, destacou.
Fonte: Contraf-CUT.
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Por Mhais• 4 de abril de 2007• 21:45• Sem categoria
Contraf-CUT reúne-se com o secretário nacional de Segurança Pública
(São Paulo) A Contraf-CUT reúne-se na próxima segunda-feira, dia 9, com o secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, para discutir o crescente número de assaltos a banco. A audiência será às 14h30, na sede da Secretaria em Brasília.
“O problema da segurança bancária vem crescendo há muito tempo, mas agora chegamos a níveis alarmantes. Só na cidade de São Paulo, o número de casos dobrou nos primeiros três meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Minas, Rio de Janeiro e Porto Alegre também estão vivendo um surto de assaltos a banco. Precisamos agir imediatamente e já que o diálogo com a Fenaban não avança, vamos levar o problema ao secretário nacional de Segurança Pública”, explicou Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT.
Carlão ressalta que nem o agravamento do problema e nem mesmo o apelo nacional por mais segurança sensibilizaram os bancos para que as diretorias tomassem alguma atitude para conter a onda de violência.
“Parece que o caso não é com os bancos. A insegurança vem aumentando por causa de problemas que os bancários denunciam há muito tempo. E permanecem sem soluções. Falta porta giratória com detector de metais nas agências e, principalmente, no auto-atendimento. As agências vivem sem sistema de alarme ou com defeito. O número de vigilantes é insuficiente e sem treinamento. Já passou da hora de os bancos pararem de brincar com a vida das pessoas e investir em segurança”, diz.
Carlão lembra que a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), do Ministério da Justiça, tem autuado sistematicamente os bancos por questões como essas. “Vamos levar um relatório ao secretário Luiz Fernando Corrêa. Afinal de contas a Secretaria de Segurança Pública também é vinculada ao Ministério da Justiça”, destacou.
Fonte: Contraf-CUT.
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