(São Paulo) A situação da Fundação Itaubanco e do PAC (Plano de Aposentadoria Complementar) foram os temas centrais do Seminário Nacional do Itaú, realizado pela Contraf-CUT nos dias 27, 28 e 29 de março.
O evento apontou uma série de encaminhamentos, que serão desenvolvidos pela Contraf-CUT. Para qualificar ainda mais o debate, os Conselheiros eleitos agendarão visitas às Federações, expondo os trabalhos desenvolvidos nas Fundações e tratando das reivindicações históricas dos funcionários do Itaú em relação à Previdência Complementar.
“É necessário contemplar em um plano melhor quem está atualmente no PAC e os funcionários contratados a partir de agosto de 2002, observando-se questões como benefício mínimo e de pensão, dentre outras”, lembra Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT.
“O Seminário serviu para qualificar os participantes em temas fundamentais dentro do Itaú atualmente. Além de discutir remuneração e condições de trabalho, queremos também a possibilidade de ter uma complementação de aposentadoria decente e acessível”, ressalta o coordenador da COE, Wanderley Crivellari.
O Seminário contou com a participação de 70 dirigentes sindicais de todo o país e especialistas sobre o assunto, que debateram, nos dois primeiros dias, a situação da Previdência Complementar no Itaú.
Fonte: Contraf-CUT.
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Seminário aponta prioridades em previdência e saúde no Itaú
(São Paulo) Com a participação de 70 dirigentes de todo o país, encerrou-se nesta quinta-feira o Seminário “Previdência Complementar e Saúde”, promovido pela Contraf-CUT para os dirigentes do Itaú. O evento contou com a presença de especialistas nos temas abordados.
Consultores e atuários aprofundaram a questão da previdência complementar ao passo que saúde e condições de trabalho foram abordados pelo mestre em sociologia do trabalho e médico do trabalho, Paulo Kaufmann. O diretor de Saúde da Contraf-CUT, Plínio Pavão, apresentou um relato sobre o andamento das mesas temáticas ‘Saúde e Condições de Trabalho’ e ‘Conflitos nos locais de trabalho’ entre a Fenaban e o movimento sindical.
A partir das exposições, os dirigentes fizeram um debate sobre as especificidades do Itaú, tirando como orientação para a organização nacional a busca de negociações com o banco para a formulação de um novo plano de aposentadoria fechado, com participação de todos os funcionários não enquadrados no atual PAC (Plano de Aposentadoria Complementar). “Queremos viabilizar um PAC para todos, haja vista que o atual modelo fechou as portas para novas adesões em 2002, deixando para fora cerca de 14 mil funcionários da Holding Itaú’, explica a diretora da Fetec SP, Adma Gomes.
Com relação à saúde e condições de trabalho, os dirigentes debateram o descaso do banco para com a segurança bancária, o programa de gestão de RH e a violência organizacional viabilizada por meio do AGIR, programa de metas do Itaú. “Nossa idéia, é desenvolver uma campanha de conscientização nas bases de forma a pressionar a empresa a melhorar o que deve ser melhorado”, informa Adma.
Os debates realizados durante o seminário serão organizados em um documento com orientações, a ser encaminhado para a Contraf-CUT e Comissão de Organização dos Empregados.
Fonte: Lucimar Cruz Beraldo – Fetec SP
NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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Por Mhais• 6 de abril de 2007• 01:02• Sem categoria
Trabalhadores bancários no Itaú apontam prioridades na Previdência Complementar
(São Paulo) A situação da Fundação Itaubanco e do PAC (Plano de Aposentadoria Complementar) foram os temas centrais do Seminário Nacional do Itaú, realizado pela Contraf-CUT nos dias 27, 28 e 29 de março.
O evento apontou uma série de encaminhamentos, que serão desenvolvidos pela Contraf-CUT. Para qualificar ainda mais o debate, os Conselheiros eleitos agendarão visitas às Federações, expondo os trabalhos desenvolvidos nas Fundações e tratando das reivindicações históricas dos funcionários do Itaú em relação à Previdência Complementar.
“É necessário contemplar em um plano melhor quem está atualmente no PAC e os funcionários contratados a partir de agosto de 2002, observando-se questões como benefício mínimo e de pensão, dentre outras”, lembra Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT.
“O Seminário serviu para qualificar os participantes em temas fundamentais dentro do Itaú atualmente. Além de discutir remuneração e condições de trabalho, queremos também a possibilidade de ter uma complementação de aposentadoria decente e acessível”, ressalta o coordenador da COE, Wanderley Crivellari.
O Seminário contou com a participação de 70 dirigentes sindicais de todo o país e especialistas sobre o assunto, que debateram, nos dois primeiros dias, a situação da Previdência Complementar no Itaú.
Fonte: Contraf-CUT.
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Seminário aponta prioridades em previdência e saúde no Itaú
(São Paulo) Com a participação de 70 dirigentes de todo o país, encerrou-se nesta quinta-feira o Seminário “Previdência Complementar e Saúde”, promovido pela Contraf-CUT para os dirigentes do Itaú. O evento contou com a presença de especialistas nos temas abordados.
Consultores e atuários aprofundaram a questão da previdência complementar ao passo que saúde e condições de trabalho foram abordados pelo mestre em sociologia do trabalho e médico do trabalho, Paulo Kaufmann. O diretor de Saúde da Contraf-CUT, Plínio Pavão, apresentou um relato sobre o andamento das mesas temáticas ‘Saúde e Condições de Trabalho’ e ‘Conflitos nos locais de trabalho’ entre a Fenaban e o movimento sindical.
A partir das exposições, os dirigentes fizeram um debate sobre as especificidades do Itaú, tirando como orientação para a organização nacional a busca de negociações com o banco para a formulação de um novo plano de aposentadoria fechado, com participação de todos os funcionários não enquadrados no atual PAC (Plano de Aposentadoria Complementar). “Queremos viabilizar um PAC para todos, haja vista que o atual modelo fechou as portas para novas adesões em 2002, deixando para fora cerca de 14 mil funcionários da Holding Itaú’, explica a diretora da Fetec SP, Adma Gomes.
Com relação à saúde e condições de trabalho, os dirigentes debateram o descaso do banco para com a segurança bancária, o programa de gestão de RH e a violência organizacional viabilizada por meio do AGIR, programa de metas do Itaú. “Nossa idéia, é desenvolver uma campanha de conscientização nas bases de forma a pressionar a empresa a melhorar o que deve ser melhorado”, informa Adma.
Os debates realizados durante o seminário serão organizados em um documento com orientações, a ser encaminhado para a Contraf-CUT e Comissão de Organização dos Empregados.
Fonte: Lucimar Cruz Beraldo – Fetec SP
NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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