(São Paulo) A CUT realiza nesta quinta-feira, dia 12, a primeira reunião do Coletivo Nacional dos Jovens Trabalhadores, eleito em fevereiro. O diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, Ricardo Domingues, representará a categoria na reunião.
“Este é o primeiro encontro dos integrantes do Coletivo. Vamos nos conhecer melhor e debater um planejamento dos jovens trabalhadores da CUT para o ano de 2007”, explicou Ricardo.
No final do mês passado, Ricardo esteve em Mar del Plata, na Argentina, para representar os jovens bancários cutistas na 2ª Conferência Regional da Union Network International (UNI) Américas, o sindicato global ao qual a Contraf-CUT é filiado.
Entre os eventos que integraram o calendário pré Conferência estava a 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens. “A troca de informações sobre os problemas que afetam os trabalhadores em outros países e a união de esforços dos trabalhadores em todo o mundo são o caminho para combater a desigualdade e a exploração no mercado de trabalho global. A participação das mulheres e dos jovens é de muita importância”, afirmou.
Além de Ricardo, integra o Comitê da UNI América Jovens a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Adriana Magalhães.
A 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens contou com a participação de 47 jovens de diversos países. Durante quatro dias, os participantes se dedicaram em construir juntos uma plataforma de trabalho que dialogasse com os diversos segmentos da sociedade, que permitisse ampliar a rede Uni Jovens e que desse aos representantes dos trabalhadores as condições de enfrentar os desafios que assolam a vida dos jovens em todo o mundo.
“Entre outros pontos importantes discutidos neste encontro, destaco a comunicação como uma questão crucial para o bom desempenho de nossas ações. É necessário melhorarmos a nossa comunicação e criarmos formas para amenizar esta barreira sob pena de fracassarmos e que nossos objetivos não sejam alcançados”, comentou Ricardo.
Leia a íntegra do relatório sobre a 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens:
Relatório do Encontro dos Jovens na 2ª Conferência Regional da UNI Américas – Mar Del Plata
COMO AS ÁREAS SÃO DIVIDIDAS
Área 1 – Norte América: EUA, Canadá e México
Área 2 – Centro América: Panamá, Costa Rica, El Salvador e Nicaragua
Área 3 – Caribe: Caribe e Republica Dominicana
Área 4 – Cone Sul: Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile
Área 5 – Cone Norte: Brasil, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador
Vice Presidente: Almir Soares/ Sintetel
Titulares
Adriana Oliveira/ Contraf-Cut
Leandro Netto/ Stieesp/Federaluz
Mª Edna Medeiros/ Sintetel
Cláudio Buendia/ FedCutEssalud
Viviane da Silva/ Fetigesp
Suplentes
Ricardo Domingues/ Contraf-Cut
Carmem Gutierrez/ Enebre
Lourdes Tafur/ Sinesss
A 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens ocorreu do dia 16 ao dia 19 de março de 2007 e contou com a participação de 47 jovens de diversos países filiados a Uni Américas.
Durante esses quatro dias, os jovens se dedicaram em construir juntos uma plataforma de trabalho que dialogasse com os diversos segmentos da sociedade, que nos permitisse ampliar a rede Uni Jovens e que nos desse as condições de enfrentar os desafios que assolam a vida dos jovens em todo o mundo.
COMUNICAÇÃO:
Entre outros pontos importantes discutidos neste encontro, destacamos a comunicação como uma questão crucial para o bom desempenho de nossas ações. É necessário melhorarmos a nossa comunicação e criarmos formas para amenizar esta barreira sob pena de fracassarmos e que nossos objetivos não sejam alcançados.
Alguns de nossos problemas estão direta ou indiretamente ligados à forma de como nos comunicamos.
Após o seminário de juventude realizado em 2006, no Uruguai, criou-se um fórum de discussão para facilitar a comunicação entre os membros do comitê. O fato é que este fórum está sendo pouco acessado e corre o risco de acabar. O endereço do fórum é: www.forounijovenamericas.org
Chegou-se a conclusão de que o fórum é um bom instrumento para melhorarmos nossa comunicação e que seu funcionamento deveria ser mantido com algumas alterações e desde que todos efetivamente participem das discussões. Serão colocados temas mensais para debate entre os participantes do fórum, relativos à juventude e ao nosso plano de ação. Os membros do comitê assumiram o compromisso de acessar semanalmente o fórum de discussão para saber o que está sendo discutido e também para passar informações e realizações dos seus comitês e sindicatos.
Foi constatado que nas regiões menos favorecidas como por exemplo, os países que fazem parte do Caribe, os sindicatos não têm estrutura nem condições financeiras para investir na compra de computadores e em tecnologias que facilitem a integração dos companheiros destas regiões. Esta realidade foi levada ao conhecimento dos representantes da UNI, juntamente com um apelo para que investimentos em infra-estrutura e tecnologia sejam feitos para auxiliar no desenvolvimento dos sindicatos destas regiões.
Foi feito ainda um apelo para que haja também interpretes da língua portuguesa nos seminários, bem como no fórum de discussões e nos materiais escritos. O próprio diagnóstico da Juventude Americana feito pelo comitê de jovens foi impresso apenas em inglês e castelhano.
MARCHA
Os jovens organizaram uma grande marcha pelas ruas do centro de Mar Del Plata e contou com a participação de todos os membros da conferência. Os manifestantes distribuíram panfletos para a população e protestaram contra o trabalho infantil, a política neo-liberal praticada pelos governos em todo o mundo, contra a política exploratória das Multinacionais que não garantem os mesmos benefícios aos trabalhadores quando se instalam em outros países, pela igualdade de oportunidades entre Raça, Cor, Etnia e gênero, pelo direito a um trabalho digno e uma vida digna, contra a violência às mulheres e em favor à preservação ao meio ambiente. A marcha teve cobertura das emissoras de TV locais e também foi manchete na mídia impressa.
DIAGNÓSTICO
O comitê de jovens fez a apresentação oficial do Diagnóstico da Realidade Juvenil Americana na conferência. O que diferencia este diagnóstico dos demais realizados por outros organismos internacionais é que este foi pesquisado pelos próprios jovens do comitê e portanto, traz um ponto de vista juvenil característico. O Diagnóstico é de suma importância porque a partir dele poderemos discutir e traçar estratégias de mobilização com mais segurança, bem como políticas efetivas para nosso plano de ação.
PLANO DE AÇÃO
O plano de ação para o período de 2007/2008 foi discutido da seguinte forma: Primeiramente verificamos o que tínhamos conseguido realizar e o que ficou por fazer a partir do plano de ação aprovado na conferência do Panamá. Depois estabelecemos as prioridades para o próximo período, definimos as estratégias, bem como os prazos para a realização das atividades. Alguns temas como, organização dos jovens, HIV-AIDS, trabalho infantil e terceirização, permaneceram enquanto outros foram cortados ou serão remetidos para as discussões no fórum. Algumas tarefas ficaram a cargo dos membros do comitê Brasil:
– Primeiro Emprego:
Elaborar perguntas sobre o primeiro emprego para que sejam integradas a um questionário, juntamente com outros temas prioritários que afetam diretamente a realidade dos jovens. O objetivo é conhecer a realidade de cada país sobre essas problemáticas para então incluirmos no plano de ação para o próximo período. Responsáveis pela tarefa: Ricardo Domingues e Adriana Oliveira – CONTRAF/CUT e o Prazo para entrega é: 31/06/2007.
– Agenda 21- Desenvolvimento sustentável e Meio ambiente:
Desenvolvimento sobre o trabalho de reciclagem de materiais a ser trabalhado dentro de cada sindicato e depois tentar implantar na sociedade como um todo. Responsável: Leandro Netto – STIEESP/FEDERALUZ – Prazo para entrega: 31/08/2007.
– Terceirização – Trabalho em Call Center:
Pesquisar e fazer um questionário sobre formas de organização dos trabalhadores em telecentros. Responsável: Almir Soares-SINTETEL – Prazo para entrega: 31/10/2007.
– DST/AIDS:
Pesquisa atualizada sobre a AIDS nos países membros e coordenar as atividades relacionadas ao comitê. Relacionar os sindicatos que possuem link sobre o tema. Atividades dos sindicatos, empresas, ong’s e governos sobre o 1º de dezembro. Responsável: Maria Edna – SINTETEL.
O próximo desafio é preparar um livro sobre o trabalho infantil, destacando as políticas de combate e erradicação da mão de obra infantil. Devemos pesquisar a incidência desta problemática nos setores, empresas e países envolvidos na luta junto com a UNI, com isso buscarmos fortalecer a Rede UNI Jovens.
O PAPEL DOS JOVENS NO SINDICATO
A juventude é um dos segmentos da sociedade que requer atenção e cuidados. Nos sindicatos isto não é diferente. O papel dos jovens no sindicato deve ser discutido seriamente, até mesmo em função crescente contratação de jovens no mercado de trabalho. É necessário dar oportunidades para que os jovens ocupem cargos importantes dentro dos sindicatos, da mesma forma a importância da formação política e a capacitação para que esse jovem esteja preparado para enfrentar os desafios. É necessário o desenvolvimento de políticas direcionadas para o trabalhador jovem para que este se sindicalize e participe mais ativamente da vida do sindicato. A juventude do movimento sindical tem a grande responsabilidade de mudar a realidade das relações de trabalho que existe hoje. O emprego formal está cada dia mais difícil, a informalidade aumenta e a terceirização se tornou-se uma triste realidade agravada nos países do terceiro mundo, onde há precarização e a retirada de direitos.
Fonte: Contraf-CUT.
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Comentários
Por Mhais• 12 de abril de 2007• 12:14• Sem categoria
Coletivo dos Jovens Trabalhadores da Central Única dos Trabalhadores reúne-se nesta quinta-feira (12/04)
(São Paulo) A CUT realiza nesta quinta-feira, dia 12, a primeira reunião do Coletivo Nacional dos Jovens Trabalhadores, eleito em fevereiro. O diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, Ricardo Domingues, representará a categoria na reunião.
“Este é o primeiro encontro dos integrantes do Coletivo. Vamos nos conhecer melhor e debater um planejamento dos jovens trabalhadores da CUT para o ano de 2007”, explicou Ricardo.
No final do mês passado, Ricardo esteve em Mar del Plata, na Argentina, para representar os jovens bancários cutistas na 2ª Conferência Regional da Union Network International (UNI) Américas, o sindicato global ao qual a Contraf-CUT é filiado.
Entre os eventos que integraram o calendário pré Conferência estava a 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens. “A troca de informações sobre os problemas que afetam os trabalhadores em outros países e a união de esforços dos trabalhadores em todo o mundo são o caminho para combater a desigualdade e a exploração no mercado de trabalho global. A participação das mulheres e dos jovens é de muita importância”, afirmou.
Além de Ricardo, integra o Comitê da UNI América Jovens a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Adriana Magalhães.
A 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens contou com a participação de 47 jovens de diversos países. Durante quatro dias, os participantes se dedicaram em construir juntos uma plataforma de trabalho que dialogasse com os diversos segmentos da sociedade, que permitisse ampliar a rede Uni Jovens e que desse aos representantes dos trabalhadores as condições de enfrentar os desafios que assolam a vida dos jovens em todo o mundo.
“Entre outros pontos importantes discutidos neste encontro, destaco a comunicação como uma questão crucial para o bom desempenho de nossas ações. É necessário melhorarmos a nossa comunicação e criarmos formas para amenizar esta barreira sob pena de fracassarmos e que nossos objetivos não sejam alcançados”, comentou Ricardo.
Leia a íntegra do relatório sobre a 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens:
Relatório do Encontro dos Jovens na 2ª Conferência Regional da UNI Américas – Mar Del Plata
COMO AS ÁREAS SÃO DIVIDIDAS
Área 1 – Norte América: EUA, Canadá e México
Área 2 – Centro América: Panamá, Costa Rica, El Salvador e Nicaragua
Área 3 – Caribe: Caribe e Republica Dominicana
Área 4 – Cone Sul: Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile
Área 5 – Cone Norte: Brasil, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador
Vice Presidente: Almir Soares/ Sintetel
Titulares
Adriana Oliveira/ Contraf-Cut
Leandro Netto/ Stieesp/Federaluz
Mª Edna Medeiros/ Sintetel
Cláudio Buendia/ FedCutEssalud
Viviane da Silva/ Fetigesp
Suplentes
Ricardo Domingues/ Contraf-Cut
Carmem Gutierrez/ Enebre
Lourdes Tafur/ Sinesss
A 3ª Reunião do Comitê UNI-Américas Jovens ocorreu do dia 16 ao dia 19 de março de 2007 e contou com a participação de 47 jovens de diversos países filiados a Uni Américas.
Durante esses quatro dias, os jovens se dedicaram em construir juntos uma plataforma de trabalho que dialogasse com os diversos segmentos da sociedade, que nos permitisse ampliar a rede Uni Jovens e que nos desse as condições de enfrentar os desafios que assolam a vida dos jovens em todo o mundo.
COMUNICAÇÃO:
Entre outros pontos importantes discutidos neste encontro, destacamos a comunicação como uma questão crucial para o bom desempenho de nossas ações. É necessário melhorarmos a nossa comunicação e criarmos formas para amenizar esta barreira sob pena de fracassarmos e que nossos objetivos não sejam alcançados.
Alguns de nossos problemas estão direta ou indiretamente ligados à forma de como nos comunicamos.
Após o seminário de juventude realizado em 2006, no Uruguai, criou-se um fórum de discussão para facilitar a comunicação entre os membros do comitê. O fato é que este fórum está sendo pouco acessado e corre o risco de acabar. O endereço do fórum é: www.forounijovenamericas.org
Chegou-se a conclusão de que o fórum é um bom instrumento para melhorarmos nossa comunicação e que seu funcionamento deveria ser mantido com algumas alterações e desde que todos efetivamente participem das discussões. Serão colocados temas mensais para debate entre os participantes do fórum, relativos à juventude e ao nosso plano de ação. Os membros do comitê assumiram o compromisso de acessar semanalmente o fórum de discussão para saber o que está sendo discutido e também para passar informações e realizações dos seus comitês e sindicatos.
Foi constatado que nas regiões menos favorecidas como por exemplo, os países que fazem parte do Caribe, os sindicatos não têm estrutura nem condições financeiras para investir na compra de computadores e em tecnologias que facilitem a integração dos companheiros destas regiões. Esta realidade foi levada ao conhecimento dos representantes da UNI, juntamente com um apelo para que investimentos em infra-estrutura e tecnologia sejam feitos para auxiliar no desenvolvimento dos sindicatos destas regiões.
Foi feito ainda um apelo para que haja também interpretes da língua portuguesa nos seminários, bem como no fórum de discussões e nos materiais escritos. O próprio diagnóstico da Juventude Americana feito pelo comitê de jovens foi impresso apenas em inglês e castelhano.
MARCHA
Os jovens organizaram uma grande marcha pelas ruas do centro de Mar Del Plata e contou com a participação de todos os membros da conferência. Os manifestantes distribuíram panfletos para a população e protestaram contra o trabalho infantil, a política neo-liberal praticada pelos governos em todo o mundo, contra a política exploratória das Multinacionais que não garantem os mesmos benefícios aos trabalhadores quando se instalam em outros países, pela igualdade de oportunidades entre Raça, Cor, Etnia e gênero, pelo direito a um trabalho digno e uma vida digna, contra a violência às mulheres e em favor à preservação ao meio ambiente. A marcha teve cobertura das emissoras de TV locais e também foi manchete na mídia impressa.
DIAGNÓSTICO
O comitê de jovens fez a apresentação oficial do Diagnóstico da Realidade Juvenil Americana na conferência. O que diferencia este diagnóstico dos demais realizados por outros organismos internacionais é que este foi pesquisado pelos próprios jovens do comitê e portanto, traz um ponto de vista juvenil característico. O Diagnóstico é de suma importância porque a partir dele poderemos discutir e traçar estratégias de mobilização com mais segurança, bem como políticas efetivas para nosso plano de ação.
PLANO DE AÇÃO
O plano de ação para o período de 2007/2008 foi discutido da seguinte forma: Primeiramente verificamos o que tínhamos conseguido realizar e o que ficou por fazer a partir do plano de ação aprovado na conferência do Panamá. Depois estabelecemos as prioridades para o próximo período, definimos as estratégias, bem como os prazos para a realização das atividades. Alguns temas como, organização dos jovens, HIV-AIDS, trabalho infantil e terceirização, permaneceram enquanto outros foram cortados ou serão remetidos para as discussões no fórum. Algumas tarefas ficaram a cargo dos membros do comitê Brasil:
– Primeiro Emprego:
Elaborar perguntas sobre o primeiro emprego para que sejam integradas a um questionário, juntamente com outros temas prioritários que afetam diretamente a realidade dos jovens. O objetivo é conhecer a realidade de cada país sobre essas problemáticas para então incluirmos no plano de ação para o próximo período. Responsáveis pela tarefa: Ricardo Domingues e Adriana Oliveira – CONTRAF/CUT e o Prazo para entrega é: 31/06/2007.
– Agenda 21- Desenvolvimento sustentável e Meio ambiente:
Desenvolvimento sobre o trabalho de reciclagem de materiais a ser trabalhado dentro de cada sindicato e depois tentar implantar na sociedade como um todo. Responsável: Leandro Netto – STIEESP/FEDERALUZ – Prazo para entrega: 31/08/2007.
– Terceirização – Trabalho em Call Center:
Pesquisar e fazer um questionário sobre formas de organização dos trabalhadores em telecentros. Responsável: Almir Soares-SINTETEL – Prazo para entrega: 31/10/2007.
– DST/AIDS:
Pesquisa atualizada sobre a AIDS nos países membros e coordenar as atividades relacionadas ao comitê. Relacionar os sindicatos que possuem link sobre o tema. Atividades dos sindicatos, empresas, ong’s e governos sobre o 1º de dezembro. Responsável: Maria Edna – SINTETEL.
O próximo desafio é preparar um livro sobre o trabalho infantil, destacando as políticas de combate e erradicação da mão de obra infantil. Devemos pesquisar a incidência desta problemática nos setores, empresas e países envolvidos na luta junto com a UNI, com isso buscarmos fortalecer a Rede UNI Jovens.
O PAPEL DOS JOVENS NO SINDICATO
A juventude é um dos segmentos da sociedade que requer atenção e cuidados. Nos sindicatos isto não é diferente. O papel dos jovens no sindicato deve ser discutido seriamente, até mesmo em função crescente contratação de jovens no mercado de trabalho. É necessário dar oportunidades para que os jovens ocupem cargos importantes dentro dos sindicatos, da mesma forma a importância da formação política e a capacitação para que esse jovem esteja preparado para enfrentar os desafios. É necessário o desenvolvimento de políticas direcionadas para o trabalhador jovem para que este se sindicalize e participe mais ativamente da vida do sindicato. A juventude do movimento sindical tem a grande responsabilidade de mudar a realidade das relações de trabalho que existe hoje. O emprego formal está cada dia mais difícil, a informalidade aumenta e a terceirização se tornou-se uma triste realidade agravada nos países do terceiro mundo, onde há precarização e a retirada de direitos.
Fonte: Contraf-CUT.
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