Passadas as comemorações dos 10 anos, banco deixa de lado a negociação com o Sindicato e começa a demitir nas agências. Trabalhadores vão reagir O diretor Paulo Rogério Alves em ato no Casp
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O clima de terror tomou conta das agências do HSBC, após o banco anunciar uma série de demissões em todo o país. De acordo com o diretor do Sindicato Paulo Rogério Cavalcante Alves, os dirigentes sindicais e funcionários da instituição já preparam uma série de protestos.
“O alvo das demissões são os gerentes de relacionamento. Todo mundo está em pânico”, diz o diretor, ressaltando que isso acontece em um péssimo momento. “Estávamos em processo de negociação com o banco, tratando de uma série de problemas. No dia 24 teríamos até uma reunião da COE (Comissão de Organização dos Empregados). O que o HSBC fez foi molecagem, ainda mais utilizando como desculpa a ‘reestruturação’”, argumenta Paulo Rogério.
O diretor lembra que o banco, além de tudo, pressionou os funcionários para responder a uma pesquisa sobre qualidade. “Eles fizeram uma propaganda interna muito forte para colocar o banco dentro das 100 melhores empresas. E agora traíram seus próprios funcionários.”
Presente? – A onda de demissões veio logo após o banco completar 10 anos de Brasil, no final de março. Na oportunidade, o Sindicato fez um protesto na porta do CASP (Centro Administrativo São Paulo), Zona Oeste da capital, exigindo negociações sobre: extinção dos centros de serviços, terceirização e precarização do trabalho; cesta de Natal (13º em vale-alimentação); auxílio-educação; plano de cargos e salários (PCS); plano odontológico; compromisso de desenvolvimento profissional 4 e 5; funcionários temporários; agências com horário estendido; fim das demissões por justa causa.
No último dia 4, o Sindicato havia se reunido com a direção do banco para discutir as mudanças na base tecnológica da empresa que provocará o encerramento dos centros de serviços – a Revisão do Modelo Operacional (RMO) e o HSBC afirmou que não haveria demissões. “Eles enganaram os bancários.”
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Por Mhais• 13 de abril de 2007• 12:40• Sem categoria
HSBC trai seu trabalhadores
Passadas as comemorações dos 10 anos, banco deixa de lado a negociação com o Sindicato e começa a demitir nas agências. Trabalhadores vão reagir O diretor Paulo Rogério Alves em ato no Casp
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O clima de terror tomou conta das agências do HSBC, após o banco anunciar uma série de demissões em todo o país. De acordo com o diretor do Sindicato Paulo Rogério Cavalcante Alves, os dirigentes sindicais e funcionários da instituição já preparam uma série de protestos.
“O alvo das demissões são os gerentes de relacionamento. Todo mundo está em pânico”, diz o diretor, ressaltando que isso acontece em um péssimo momento. “Estávamos em processo de negociação com o banco, tratando de uma série de problemas. No dia 24 teríamos até uma reunião da COE (Comissão de Organização dos Empregados). O que o HSBC fez foi molecagem, ainda mais utilizando como desculpa a ‘reestruturação’”, argumenta Paulo Rogério.
O diretor lembra que o banco, além de tudo, pressionou os funcionários para responder a uma pesquisa sobre qualidade. “Eles fizeram uma propaganda interna muito forte para colocar o banco dentro das 100 melhores empresas. E agora traíram seus próprios funcionários.”
Presente? – A onda de demissões veio logo após o banco completar 10 anos de Brasil, no final de março. Na oportunidade, o Sindicato fez um protesto na porta do CASP (Centro Administrativo São Paulo), Zona Oeste da capital, exigindo negociações sobre: extinção dos centros de serviços, terceirização e precarização do trabalho; cesta de Natal (13º em vale-alimentação); auxílio-educação; plano de cargos e salários (PCS); plano odontológico; compromisso de desenvolvimento profissional 4 e 5; funcionários temporários; agências com horário estendido; fim das demissões por justa causa.
No último dia 4, o Sindicato havia se reunido com a direção do banco para discutir as mudanças na base tecnológica da empresa que provocará o encerramento dos centros de serviços – a Revisão do Modelo Operacional (RMO) e o HSBC afirmou que não haveria demissões. “Eles enganaram os bancários.”
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