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Por 22:36 Notícias

Cúpula Energética sul-Americana começa com parceria entre Brasil e Venezuela

Ilha Margarita (Venezuela) – Mesmo com a discórdia sobre o tema etanol, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende e o presidente Hugo Chávez combate, a 1ª Cúpula Energética Sul-Americana começa com uma parceria entre os dois governos.
Antes chegar à Ilha Margarita, na Venezuela, Lula e Chávez anunciam na manhã desta segunda-feira (16), no município de Barcelona, estado de Anzoátegui, a construção do Complexo Industrial de Jose, que marca o início de um projeto petroquímico conjunto que será desenvolvido naquele estado venezuelano.
Lula é esperado na ilha venezuelana por volta das 15h (horário de Brasília). Segundo o Itamaraty, acompanham o presidente o chanceler Celso Amorim, o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, e o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli. O assessor da presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, chegou hoje (15) à Ilha Margarita.
No avião de Lula também virá o presidente do Paraguai, Nicanor Duarte. Dos 12 chefes de Estado da Comunidade Sul-Americana de Nações, somente o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, anunciou que não comparecerá.
Também há dúvidas sobre a presença da presidente chilena, Michelle Bachelet, devido a recentes declarações do presidente anfitrião, Hugo Chávez, contra o Senado do Chile. Parlamentares deste país aprovaram uma resolução contra o governo venezuelano por ter anunciado o cancelamento da concessão da RCTV – Radio Caracas Televisión.
Os governos de Brasília e de Caracas planejam construir juntos o gasoduto do Sul, uma parceria que também envolve Argentina e Bolívia. Trata-se de um duto que levará gás por mais de 12.500 quilômetros entre a Venezuela e a Patagônia argentina.
Hoje (15), no Hotel Hilton de Ilha Margarita, local onde se realiza a reunião, altos funcionários dos governos dos 12 países participaram de uma reunião preparatória sobre os pontos que deverão constar na declaração a ser firmada pelos chefes de Estado ao final do encontro, na terça-feira (16). Na reunião a portas fechadas, o Brasil foi representado pelo secretário-executivo do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimaraes.
A cúpula de Ilha Margarita pretende discutir o fortalecimento da integração regional em matéria de eletricidade, hidrocarbonetos, biocombustíveis e fontes alternativas de energia. O desenvolvimento social, o combate a pobreza e a proteção ao meio ambiente deverão estar na pauta da cúpula como metas a serem alcançadas com a ajuda ecônomica
resultante da integração energética dos países da América do Sul.
Por Flávia Peixoto – Repórter da TV Brasil.
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Cúpula energética deve reunir cerca de 10 mil pessoas no Caribe Venezuelano
Ilha Margarita (Venezuela) – Cerca de dez mil representantes de 11 delegações internacionais e do país anfitrião deverão vir ao Caribe Venezuelano para participar da 1ª Cúpula Energética Sul-americana, que começa amanhã (!6) e termina na terça-feira (17), em Ilha Margarita.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegará na segunda-feira (16) e, antes de comparecer à cúpula, irá à cidade venezuelana de Barcelona, onde será assinado um acordo de cooperação entre as empresas do ramo petroquímico que trabalham para as estatais petroleiras do Brasil (Petrobrás) e da Venezuela (PDVSA). O acordo entre a brasileira BrasKen e a venezuelana Pqven prevê a construção de um complexo petroquímico. O município de Barcelona, localizado no oriente da Venezuela, é um importante pólo petrolífero do país.
Em seguida, Lula participará da cúpula energética da Comunidade Sul-Americana de Nações. No encontro, os chefes de Estado discutirão a energia como instrumento de integração, redução de assimetrias e desenvolvimento da região.
Segundo o secretário-geral de Governo de Nueva Esparta, região formada por Ilha Margarita, Ilha Coche e Ilha Cubagua, “a intenção é aproveitar o potencial energético dos países da América do Sul para diminuir a pobreza por meio de um projeto estratégico conjunto”.
O secretário Bower Rosas Avila explicou que Ilha Margarita “é a porta de entrada da Venezuela”, por dar acesso às mais diversas partes do mundo através do mar do Caribe. Para o governo local, a ilha foi escolhida como sede da reunião presidencial para projetar aos participantes “a imagem de uma região rica em recursos naturais, com potencial turístico, um exemplo do que a América do Sul tem a oferecer para impulsionar o desenvolvimento sócio-econômico”.
De acordo com o Governo de Nueva Esparta, 3.500 efetivos de segurança estarão nas ruas de Ilha Margarita por ocasião da presença dos chefes de Estado. O governo local ainda determinou que esta segunda-feira (16) será feriado em toda a ilha. “O objetivo é desafogar o trânsito e permitir o fácil acesso e locomoção das delegações internacionais”, explicou o secretário-geral do Governo de Nueva Esparta.
No primeiro dia da cúpula, os presidentes manterão reuniões privadas durante a tarde, e em paralelo, haverá encontros de chanceleres e de ministros de Energia dos 12 países da CASA – Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.
Na manhã da terça-feira (17), acontecerá a reunião de chefes de Estado. A organização da cúpula ainda não confirmou quantos presidentes deverão comparecer a esta primeira reunião da comunidade dedicada especificamente ao tema energético.
Discussões sobre gás, petróleo, biocombustíveis, projetos de coordenação conjunta de políticas energéticas (Petroamerica, Petrosur, Petrocariben e Petroandina) e de financiamento da infra-estrutura de integração energética (Banco do Sul, IIRSA – Iniciativa para Integração Regional Sul-Americana, e CAF – Corporação Andina de Fomento) deverão dominar as discussões durante a reunião.
Por Flávia Peixoto – Repórter da TV Brasil.
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Guido Mantega diz em Washington que Brasil participará do Banco do Sul
Buenos Aires (Argentina) – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou ontem em Washington, que o Brasil decidiu se tornar membro do Banco do Sul, uma proposta da Venezuela e da Argentina. O Banco do Sul deve ser uma alternativa aos organismos internacionais de crédito.
“O Brasil decidiu ser membro do Banco do Sul e só falta uma declaração política”, disse Mantega, em entrevista na noite de ontem depois da reunião do Fundo Monetário Internacional. Segundo Mantega, é possível que a decisão do governo brasileiro seja anunciada durante a cúpula presidencial de energia, que começa amanhã (16) em Ilha Margarita, na Venezuela.
Segundo informou o jornal Clarín na edição de hoje (15), com a entrada do Brasil se formarão novas equipes técnicas que trabalharão para definir a função do banco, com quanto em dinheiro cada um de seus membros deve participar, quem integrará a gerência da instituição e onde vai funcionar a sede.
Na noite de sexta-feira, realizou-se uma reunião em Washington no escritório do representante argentino no Banco Mundial, da qual participaram Guido Mantega, a ministra argentina da Economia, Felisa Miceli e os ministros de Economia do Equador, Ricardo Patino, e da Bolívia, Luis Acre, além de um representante financeiro da Venezuela, na qual se falou sobre o Banco do Sul. A estimativa dos envolvidos no projeto é que o banco possa estar operando em 12 meses.
Por Agência Telam.
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Cúpula Energética sul-Americana começa com parceria entre Brasil e Venezuela

Ilha Margarita (Venezuela) – Mesmo com a discórdia sobre o tema etanol, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende e o presidente Hugo Chávez combate, a 1ª Cúpula Energética Sul-Americana começa com uma parceria entre os dois governos.

Antes chegar à Ilha Margarita, na Venezuela, Lula e Chávez anunciam na manhã desta segunda-feira (16), no município de Barcelona, estado de Anzoátegui, a construção do Complexo Industrial de Jose, que marca o início de um projeto petroquímico conjunto que será desenvolvido naquele estado venezuelano.

Lula é esperado na ilha venezuelana por volta das 15h (horário de Brasília). Segundo o Itamaraty, acompanham o presidente o chanceler Celso Amorim, o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, e o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli. O assessor da presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, chegou hoje (15) à Ilha Margarita.

No avião de Lula também virá o presidente do Paraguai, Nicanor Duarte. Dos 12 chefes de Estado da Comunidade Sul-Americana de Nações, somente o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, anunciou que não comparecerá.

Também há dúvidas sobre a presença da presidente chilena, Michelle Bachelet, devido a recentes declarações do presidente anfitrião, Hugo Chávez, contra o Senado do Chile. Parlamentares deste país aprovaram uma resolução contra o governo venezuelano por ter anunciado o cancelamento da concessão da RCTV – Radio Caracas Televisión.

Os governos de Brasília e de Caracas planejam construir juntos o gasoduto do Sul, uma parceria que também envolve Argentina e Bolívia. Trata-se de um duto que levará gás por mais de 12.500 quilômetros entre a Venezuela e a Patagônia argentina.

Hoje (15), no Hotel Hilton de Ilha Margarita, local onde se realiza a reunião, altos funcionários dos governos dos 12 países participaram de uma reunião preparatória sobre os pontos que deverão constar na declaração a ser firmada pelos chefes de Estado ao final do encontro, na terça-feira (16). Na reunião a portas fechadas, o Brasil foi representado pelo secretário-executivo do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimaraes.

A cúpula de Ilha Margarita pretende discutir o fortalecimento da integração regional em matéria de eletricidade, hidrocarbonetos, biocombustíveis e fontes alternativas de energia. O desenvolvimento social, o combate a pobreza e a proteção ao meio ambiente deverão estar na pauta da cúpula como metas a serem alcançadas com a ajuda ecônomica
resultante da integração energética dos países da América do Sul.

Por Flávia Peixoto – Repórter da TV Brasil.
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Cúpula energética deve reunir cerca de 10 mil pessoas no Caribe Venezuelano

Ilha Margarita (Venezuela) – Cerca de dez mil representantes de 11 delegações internacionais e do país anfitrião deverão vir ao Caribe Venezuelano para participar da 1ª Cúpula Energética Sul-americana, que começa amanhã (!6) e termina na terça-feira (17), em Ilha Margarita.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegará na segunda-feira (16) e, antes de comparecer à cúpula, irá à cidade venezuelana de Barcelona, onde será assinado um acordo de cooperação entre as empresas do ramo petroquímico que trabalham para as estatais petroleiras do Brasil (Petrobrás) e da Venezuela (PDVSA). O acordo entre a brasileira BrasKen e a venezuelana Pqven prevê a construção de um complexo petroquímico. O município de Barcelona, localizado no oriente da Venezuela, é um importante pólo petrolífero do país.

Em seguida, Lula participará da cúpula energética da Comunidade Sul-Americana de Nações. No encontro, os chefes de Estado discutirão a energia como instrumento de integração, redução de assimetrias e desenvolvimento da região.

Segundo o secretário-geral de Governo de Nueva Esparta, região formada por Ilha Margarita, Ilha Coche e Ilha Cubagua, “a intenção é aproveitar o potencial energético dos países da América do Sul para diminuir a pobreza por meio de um projeto estratégico conjunto”.

O secretário Bower Rosas Avila explicou que Ilha Margarita “é a porta de entrada da Venezuela”, por dar acesso às mais diversas partes do mundo através do mar do Caribe. Para o governo local, a ilha foi escolhida como sede da reunião presidencial para projetar aos participantes “a imagem de uma região rica em recursos naturais, com potencial turístico, um exemplo do que a América do Sul tem a oferecer para impulsionar o desenvolvimento sócio-econômico”.

De acordo com o Governo de Nueva Esparta, 3.500 efetivos de segurança estarão nas ruas de Ilha Margarita por ocasião da presença dos chefes de Estado. O governo local ainda determinou que esta segunda-feira (16) será feriado em toda a ilha. “O objetivo é desafogar o trânsito e permitir o fácil acesso e locomoção das delegações internacionais”, explicou o secretário-geral do Governo de Nueva Esparta.

No primeiro dia da cúpula, os presidentes manterão reuniões privadas durante a tarde, e em paralelo, haverá encontros de chanceleres e de ministros de Energia dos 12 países da CASA – Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Na manhã da terça-feira (17), acontecerá a reunião de chefes de Estado. A organização da cúpula ainda não confirmou quantos presidentes deverão comparecer a esta primeira reunião da comunidade dedicada especificamente ao tema energético.

Discussões sobre gás, petróleo, biocombustíveis, projetos de coordenação conjunta de políticas energéticas (Petroamerica, Petrosur, Petrocariben e Petroandina) e de financiamento da infra-estrutura de integração energética (Banco do Sul, IIRSA – Iniciativa para Integração Regional Sul-Americana, e CAF – Corporação Andina de Fomento) deverão dominar as discussões durante a reunião.

Por Flávia Peixoto – Repórter da TV Brasil.
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Guido Mantega diz em Washington que Brasil participará do Banco do Sul

Buenos Aires (Argentina) – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou ontem em Washington, que o Brasil decidiu se tornar membro do Banco do Sul, uma proposta da Venezuela e da Argentina. O Banco do Sul deve ser uma alternativa aos organismos internacionais de crédito.

“O Brasil decidiu ser membro do Banco do Sul e só falta uma declaração política”, disse Mantega, em entrevista na noite de ontem depois da reunião do Fundo Monetário Internacional. Segundo Mantega, é possível que a decisão do governo brasileiro seja anunciada durante a cúpula presidencial de energia, que começa amanhã (16) em Ilha Margarita, na Venezuela.

Segundo informou o jornal Clarín na edição de hoje (15), com a entrada do Brasil se formarão novas equipes técnicas que trabalharão para definir a função do banco, com quanto em dinheiro cada um de seus membros deve participar, quem integrará a gerência da instituição e onde vai funcionar a sede.

Na noite de sexta-feira, realizou-se uma reunião em Washington no escritório do representante argentino no Banco Mundial, da qual participaram Guido Mantega, a ministra argentina da Economia, Felisa Miceli e os ministros de Economia do Equador, Ricardo Patino, e da Bolívia, Luis Acre, além de um representante financeiro da Venezuela, na qual se falou sobre o Banco do Sul. A estimativa dos envolvidos no projeto é que o banco possa estar operando em 12 meses.

Por Agência Telam.

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