ASA lança programa que discute produção de alimentos no Semi-Árido
A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA), a Fundação Banco do Brasil, a Petrobras, com apoio da Rede de Tecnologia Social (RTS), lançam no próximo dia 17, às 9h, na comunidade Lajedo de Timbaúba, no município de Soledade, a aproximadamente 71 km de Campina Grande (PB), o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). O foco do programa é a promoção da segurança alimentar e geração de renda dos agricultores e agricultoras familiares, a partir do acesso e manejo sustentáveis da terra e da água para a produção de alimentos.
As atividades desta primeira etapa do P1+2, chamada projeto demonstrativo, serão desenvolvidas em 60 municípios de 10 estados (AL, BA, CE, MA, MG, PB, PE, PI, RN, SE), através da sistematização, intercâmbio e implementações de 144 experiências de captação da água para produção agrícola familiar. Essas experiências são baseadas em quatro tecnologias: tanque de pedra, barragem subterrânea, cisterna calçadão e barreiro trincheira, que beneficiarão 818 famílias. Já as atividades de formação irão atender 3.074 famílias. Esta fase demonstrativa terá duração de um ano.
Ao contrário das grandes pesquisas científicas para a agricultura, centrada no modelo do agronegócio, na monocultura agroquímica e nos grandes projetos de irrigação, o P1+2 valoriza o conhecimento popular do/a agricultor/a, que durante anos vem mostrando que é possível conviver com o Semi-Árido, por meio de tecnologias simples, baratas e eficientes.
Na ocasião, será possível conhecer as barragens subterrâneas de três famílias agricultoras e também experiências comunitárias, como o trabalho do grupo de mulheres de Lajedo de Timbaúba – no beneficiamento de frutas e vegetação nativa, e o Banco de Sementes Comunitário – onde são armazenadas sementes crioulas que garante ao agricultor autonomia produtiva e segurança alimentar.
Uma Feira de Saberes e Sabores também será instalada no local, onde agricultores de outras regiões do Semi-Árido terão oportunidade de falar sobre suas experiências, e comercializar sua produção agroecológica.
Fonte: Articulação no Semi-Árido Brasileiro- PB
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.adital.org.br.
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Fetraf-Sul quer que recursos do aumento do IPI sobre o cigarro sejam usados no Programa de Diversificação das Áreas Cultivadas com Fumo
O decreto 6.072 assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, publicado no Diário Oficial da União em 03/04/2007, que altera o decreto 6.006, de 28 de dezembro de 2006 e que vai vigorar a partir de julho, ajusta as alíquotas do IPI( Imposto sobre Produtos Industrializados) em 30% em média. A medida foi bem recebida pelos agricultores familiares, que vêem uma possibilidade real de injeção de recursos no Programa de Diversificação das Áreas Cultivadas com Fumo.
Segundo o técnico agrícola Albino Gewehr, que assessora a Fetraf-Sul (Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Sul), os agricultores familiares reivindicam pelo menos 75% do valor arrecadado a mais seja destinado para o Plano de Diversificação. Com este ajuste estima-se um acréscimo de arrecadação de R$ 1,1 bilhão ao ano. “A Fetraf-Sul reivindica a aplicação de pelo menos R$ 750 milhões por ano para financiar as famílias que querem abandonar o plantio de tabaco ou implantar outras atividades na propriedade”, disse Gewehr.
Atualmente, grande parte do fumo brasileiro é produzido em propriedades de economia familiar da região Sul. São cerca de 200 mil famílias produtoras. “A medida do governo já era esperada. No mês passado, durante a audiência pública da Organização Mundial da Saúde em Brasília, com participação de representantes de 50 países, a Fetraf-Sul garantiu a adesão de 8 Ministérios à proposta de criação de um fundo para diversificação das áreas cultivadas com fumo”, explicou.
Nesta quinta (19) o Coordenador geral da Fetraf-Sul, Altemir Tortelli, entrega ao presidente Lula em Brasília a reivindicação da entidade.
Por Marli Bertotti
Conexão – Assessoria e Publicidade
Av. Sete de Setembro, 431 – Sala 301
Fone/fax: 54 3321 9633
Erechim – RS
www.conexaopublicidade.com.br
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Por Mhais• 17 de abril de 2007• 19:37• Sem categoria
Articulação no Semi-Árido Brasileiro lança programa que discute produção de alimentos
ASA lança programa que discute produção de alimentos no Semi-Árido
A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA), a Fundação Banco do Brasil, a Petrobras, com apoio da Rede de Tecnologia Social (RTS), lançam no próximo dia 17, às 9h, na comunidade Lajedo de Timbaúba, no município de Soledade, a aproximadamente 71 km de Campina Grande (PB), o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). O foco do programa é a promoção da segurança alimentar e geração de renda dos agricultores e agricultoras familiares, a partir do acesso e manejo sustentáveis da terra e da água para a produção de alimentos.
As atividades desta primeira etapa do P1+2, chamada projeto demonstrativo, serão desenvolvidas em 60 municípios de 10 estados (AL, BA, CE, MA, MG, PB, PE, PI, RN, SE), através da sistematização, intercâmbio e implementações de 144 experiências de captação da água para produção agrícola familiar. Essas experiências são baseadas em quatro tecnologias: tanque de pedra, barragem subterrânea, cisterna calçadão e barreiro trincheira, que beneficiarão 818 famílias. Já as atividades de formação irão atender 3.074 famílias. Esta fase demonstrativa terá duração de um ano.
Ao contrário das grandes pesquisas científicas para a agricultura, centrada no modelo do agronegócio, na monocultura agroquímica e nos grandes projetos de irrigação, o P1+2 valoriza o conhecimento popular do/a agricultor/a, que durante anos vem mostrando que é possível conviver com o Semi-Árido, por meio de tecnologias simples, baratas e eficientes.
Na ocasião, será possível conhecer as barragens subterrâneas de três famílias agricultoras e também experiências comunitárias, como o trabalho do grupo de mulheres de Lajedo de Timbaúba – no beneficiamento de frutas e vegetação nativa, e o Banco de Sementes Comunitário – onde são armazenadas sementes crioulas que garante ao agricultor autonomia produtiva e segurança alimentar.
Uma Feira de Saberes e Sabores também será instalada no local, onde agricultores de outras regiões do Semi-Árido terão oportunidade de falar sobre suas experiências, e comercializar sua produção agroecológica.
Fonte: Articulação no Semi-Árido Brasileiro- PB
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Fetraf-Sul quer que recursos do aumento do IPI sobre o cigarro sejam usados no Programa de Diversificação das Áreas Cultivadas com Fumo
O decreto 6.072 assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, publicado no Diário Oficial da União em 03/04/2007, que altera o decreto 6.006, de 28 de dezembro de 2006 e que vai vigorar a partir de julho, ajusta as alíquotas do IPI( Imposto sobre Produtos Industrializados) em 30% em média. A medida foi bem recebida pelos agricultores familiares, que vêem uma possibilidade real de injeção de recursos no Programa de Diversificação das Áreas Cultivadas com Fumo.
Segundo o técnico agrícola Albino Gewehr, que assessora a Fetraf-Sul (Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Sul), os agricultores familiares reivindicam pelo menos 75% do valor arrecadado a mais seja destinado para o Plano de Diversificação. Com este ajuste estima-se um acréscimo de arrecadação de R$ 1,1 bilhão ao ano. “A Fetraf-Sul reivindica a aplicação de pelo menos R$ 750 milhões por ano para financiar as famílias que querem abandonar o plantio de tabaco ou implantar outras atividades na propriedade”, disse Gewehr.
Atualmente, grande parte do fumo brasileiro é produzido em propriedades de economia familiar da região Sul. São cerca de 200 mil famílias produtoras. “A medida do governo já era esperada. No mês passado, durante a audiência pública da Organização Mundial da Saúde em Brasília, com participação de representantes de 50 países, a Fetraf-Sul garantiu a adesão de 8 Ministérios à proposta de criação de um fundo para diversificação das áreas cultivadas com fumo”, explicou.
Nesta quinta (19) o Coordenador geral da Fetraf-Sul, Altemir Tortelli, entrega ao presidente Lula em Brasília a reivindicação da entidade.
Por Marli Bertotti
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