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Crise não se enfrenta com choradeira e demissões, afirma o presidente Lula

“A gente não enfrenta crise com choradeira ou pessimismo. Enfrenta com investimento e trabalho, e é isso que vou continuar fazendo, porque acredito no potencial de nosso país”, afirmou o presidente Lula. Ele pediu às pessoas que continuem consumindo, como forma de evitar demissões. “Vou continuar nessa campanha. Sou o mais otimista dos brasileiros”, afirmou.

Em São Paulo, o presidente orientou os empresários para que não demitam: “Se alguns empresários estão mandando gente embora agora, é precipitação”, frisou. “Eu disse outro dia: “está na hora dos empresários fazerem o sacrifício que cada um de nós faz, e não descarregarem logo nas costas do trabalhador e dispensar”. Não haverá, segundo Lula, auxílio direto aos bancos: “Se a gente tiver que passar dinheiro, a gente vai passar dinheiro para alguma coisa que produza um produto, que crie um emprego e um salário”.

Em Recife, no último compromisso oficial do presidente em 2008, Lula denunciou que algumas pessoas torcem contra o país: “Na verdade, estão fazendo, eu diria, uma política de pânico na sociedade. Tem gente que está torcendo que a crise venha para o Brasil e arrebente tudo pra dizer ‘está vendo, o Lula não podia dar certo’”.

“Na verdade essa crise, pela lógica, só poderia chegar no Brasil por conta da diminuição das exportações”, disse Lula, reafirmando que “o Brasil tem condições de sofrer menos que outros países”. “Nós, teoricamente, somos um país que vamos sofrer menos com a crise do que outros países que exportam muito para a Europa e para os Estados Unidos. Nós vamos surpreender aqueles que não acreditam no Brasil”, completou o presidente.

O Brasil, segundo Lula, “está numa situação privilegiada”. “Enquanto os países ricos trabalham com recessão, o que se discute aqui é se a gente vai crescer 4%, se a gente vai crescer 2,5%, se a gente vai crescer 3%. Portanto, é uma situação mais confortável”, avaliou. Para Lula, é fundamental uma maior participação dos Estados e municípios no combate à crise. Ele pediu para que prefeitos e governadores não suspendam as obras e os investimentos.

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Lupi: por que não flexibilizar lucros em vez dos direitos?

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, rechaçou a suspensão temporária do contrato de trabalho e defendeu “a flexibilização dos lucros”, em vez de mudanças nas relações trabalhistas. “Penso que os empresários brasileiros têm que ter muita capacidade de consciência nacional de saber os grandes lucros que eles tiveram até agora”, assinalou.

“Na hora do lucro não chamaram os trabalhadores para dividir. Só querem chamar os trabalhadores para dividir quando têm prejuízo? Ou porque possivelmente poderão ter prejuízo? Quando falam na flexibilização trabalhista, quero falar da flexibilização dos lucros. Quando é que vão flexibilizar os lucros?”, questionou Lupi, na divulgação dos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), dia 22 de dezembro.

A proposta – lançada pelo presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli – prevê a suspensão temporária do contrato de trabalho por até dez meses. Durante esse período, o empregado deixaria de receber o salário e teria apenas o seguro-desemprego, mas ao mesmo tempo manteria o vínculo empregatício.

Segundo o ministro do Trabalho, “não é por aí o caminho”. “O caminho agora é de acreditar no Brasil, continuar investindo, é de o brasileiro saber que o Brasil está no rumo certo e de a gente continuar trabalhando para produzir. O Brasil não pode perder seu foco de trabalhar, produzir para crescer”, afirmou.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.horadopovo.com.br.

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Fundo de investimento do FGTS terá R$ 7 bilhões em 2009

A Caixa Econômica Federal divulgou ontem (5) os detalhes da execução do orçamento de R$ 14 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para este ano. A aplicação no Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) será de até R$ 15 bilhões, mas, segundo as explicações da assessoria da Caixa, o total de R$ 10 bilhões já foi vinculado a alguns projetos no ano passado, o que limita em R$ 7,1 bilhões as disponibilidades para este ano.

Sem prejuízo dos recursos destinados a saneamento básico, infra-estrutura urbana e habitação popular, serão limitadas a R$ 840 milhões as compras de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

Também foram estabelecidos os tetos de R$ 1 bilhão para financiamento de imóveis em benefício dos empregados que têm conta no Fundo de Garantia e R$ 3 bilhões para a compra de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário e de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios e debêntures.

O texto da Circular nº 457, assinada pelo vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Wellington Moreira Franco, foi publicado ontem no “Diário Oficial da União” e também considera o valor mínimo de R$ 4,5 bilhões para o financiamento de imóveis para pessoas jurídicas e famílias com renda mensal bruta de até R$ 1,87 mil. No caso da renda mensal bruta superior a R$ 3,9 mil, foi definido um teto de R$ 2 bilhões.

Outra condição estabelecida na Circular nº 457 é a aplicação mínima de 50% dos recursos em financiamentos de imóveis novos. Nessa categoria, são consideradas as unidades com até 180 dias de “habite-se” ou prazo superior, desde que não tenham sido habitados ou alienados.

O financiamento às pessoas físicas vai obedecer a uma distribuição regional. No mínimo, 30% vão para regiões metropolitanas ou equivalentes, capitais e municípios com população urbana igual ou superior a 100 mil habitantes. No mínimo, 80% têm de beneficiar áreas urbanas. As famílias com renda mensal bruta de até R$ 760 receberão, no máximo, 30% dos recursos em financiamentos.

As normas da Circular nº 457 têm de respeitar as deliberações dos integrantes do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, órgão que é formado por representantes do governo, das entidades patronais e das centrais sindicais, que defendem os interesses dos trabalhadores.

Fonte: Valor.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cnmcut.org.br.

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