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Comitê de Política Monetária, órgão do Banco Central do Brasil, reduz a taxa Selic para 12,75 porcento ao ano

Brasília – Avaliando as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, neste momento, reduzir a taxa Selic para 12,75% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela redução da taxa Selic em 0,75 p.b. Com isso, o Comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação.

21 de janeiro de 2009

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BC afrouxa a política monetária e Selic cai para 12,75% ao ano

Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 13,75% para 12,75% ao ano e atendeu em parte às reivindicações dos empresários, que querem investir no setor produtivo, e dos trabalhadores, que defendem mais investimentos como forma de garantir seus empregos e a criação de mais vagas de trabalho.

“Avaliando as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, neste momento, reduzir a taxa Selic para 12,75% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela redução da taxa Selic em 0,75 p.b. Com isso, o Comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação”, diz a nota oficial divulgada logo após a reunião.

Por Stênio Ribeiro – Repórter da Agência Brasil.

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BC surpreende e corta taxa básica de juros em 1 ponto percentual

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite desta quarta-feira reduzir sua taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual, passando de 13,75% ao ano para 12,75%.

É o maior corte desde dezembro de 2003, quando o juro básico passou de 17,5% para 16,5%. Trata-se, ainda, da primeira baixa desde setembro de 2007.

A medida põe fim a um ciclo de alta que havia se iniciado em abril do ano passado, quando o juro básico subiu de 11,25% para 11,75%.

O colegiado, no entanto, não foi unânime. O corte foi decido por cinco votos a três, sendo que os dissidentes defenderam uma redução de 0,75 ponto percentual.

Muitos economistas se surpreenderam com a decisão. A previsão dos analistas de mercado era de um corte de 0,75 ponto, segundo pesquisa realizada pelo próprio Banco Central com cerca de cem instituições financeiras.

Apenas nos últimos dias ganhou força a aposta de alguns analistas de que era possível um corte de até 1 ponto.

Já os sindicalistas pressionavam por uma decisão mais agressiva do Copom. Durante a manhã desta quarta-feira, seis centrais sindicais, incluindo a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a Força Sindical fizeram uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, na frente do edifício do BC, reivindicando corte de 2 pontos na Selic.

Flexibilização

O Copom informou, em nota, que inicia um processo de “flexibilização da política monetária”.

“Avaliando as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, neste momento, reduzir a taxa Selic para 12,75% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela redução da taxa Selic em 0,75 p.b. Com isso, o Comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação”, diz a nota.

Quem decide os juros

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

O Copom se reúne em dois dias seguidos. No primeiro dia da reunião, participam também os chefes dos seguintes Departamentos do Banco Central: Departamento Econômico (Depec), Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin), Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban), Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab), Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep), além do gerente-executivo da Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores (Gerin).

Da Redação
Em São Paulo
(Texto atualizado às 19h08)

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/01/21/ult4294u2161.jhtm.

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