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Presidente do Ipea defende antecipação da reunião do Copom e redução da taxa de juros

Brasília – O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, defendeu hoje (9) a antecipação da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) para reduzir ainda mais a taxa de juros Selic. A seu ver, o cenário da economia já se alterou “drasticamente” desde a última reunião do Copom, quando a taxa de juros foi reduzida em um ponto percentua.

Pochmann participou de uma reunião do Diretório Nacional do PT com prefeitos e que contou com a presença, também, da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. No encontro, o economista fez uma avaliação do cenário econômico e dos efeitos no Brasil da crise financeira mundial. Segundo ele, “frente a um quadro que mostra um sentido recessivo nos dados do último trimestre, seria bastante plausível uma reunião extraordinária do Copom reduzindo a taxa de juros mais rapidamente”.

O presidente do Ipea defende a redução dos juros Selic, até o fim de ano, de quatro a cinco pontos percentuais para manter a economia aquecida e reduzir os efeitos da crise. Pochmann lembrou que a maioria dos países já opera com taxas de juros negativas, ou seja, taxas praticadas que se encontram em patamar inferior à inflação.

Analistas do mercado trabalham com a perspectiva de redução da taxa Selic, até dezembro, de dois pontos percentuais. Para Márcio Pochmann este é um patamar de juros reais extremamente elevado para um cenário que se está vivendo de crise econômica internacional.

Na reunião, a ministra Dilma Rousseff reafirmou a importância que tem os bancos públicos para reduzir “um dos focos da crise” que é a falta de crédito, segundo informou o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS).

Por Marcos Chagas – Repórter da Agência Brasil.

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Em reunião com prefeitos do PT, Dilma Rousseff defende redução do spread bancário

Brasília – Terminou há pouco na sede do PT a explanação que a ministra da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff, fez para prefeitos do partido e membros do Diretório Nacional.

Segundo secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Arlete Sampaio, que também participou do evento, Dilma Rousseff teria defendido a redução do spread bancário e da taxa de juros como ações complementares de garantia dos investimentos brasileiros neste momento de crise.

“A ministra disse que um dos complementos nessas ações que se tem que fazer é a redução do custo do dinheiro”. Afirmou Arlete.

Perguntada se a ministra tinha se referido à redução da taxa Selic, Arlete Sampaio disse que a redução do custo do dinheiro defendida por Dilma pressupõe a diminuição do spread bancário conseqüentemente a taxa de juros.

Durante a exposição, segundo Arlete, Dilma Rousseff também ressaltou a necessidade que tanto os administradores públicos quanto os empresários têm que enxergar na crise financeira potencialidades de investimentos.

A ministra da Casa Civil também, fez um relato das medidas que estão sendo implementadas pelo governo federal para manter a capacidade de investimento, entre elas a preservação dos recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e mais dinheiro para a política habitacional.

Neste momento, o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, está fazendo uma análise da crise financeira e suas conseqüências no Brasil. Assim que chegou à sede PT, Pochmann disse que considera as medidas adotadas até agora pelo governo “no caminho certo, mas ainda tímidas”.

Por Marcos Chagas – Repórter da Agência Brasil.

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