fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 01:46 Sem categoria

Sete candidatos disputarão o governo do Estado do Paraná

Na próxima segunda-feira, a Justiça Eleitoral começa a receber dos partidos políticos os pedidos de registro de candidaturas às eleições de outubro. Com base no resultados das convenções e reuniões das executivas partidárias, o Paraná terá sete candidatos ao governo e doze candidatos às duas vagas que serão abertas para o estado ao Senado com o fim dos mandatos dos senadores Osmar Dias (PDT) e Flávio Arns (PSDB). A terceira vaga continuará sendo ocupada pelo Senador Álvaro Dias (PSDB), que tem mais quatro anos de mandato.

Os maiores partidos se aglutinaram em torno de duas candidaturas: a do ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB) e a do senador Osmar Dias (PDT). Os partidos menores se distribuíram em cinco candidaturas: Paulo Salamuni (PV),Luiz Felipe Bergmann (PSOL), Amadeu Felipe da Luz Ferreira (PCB), Avanilson Araújo (PSTU) e Robinson de Paula (PRTB). Beto tem o apoio de treze partidos: DEM, PPS, PTB, PP, PMN, PSDC, PHS, PSL, PRP, PSB, PTC e PTN.

O PPS foi o último partido a anunciar apoio ao candidato tucano. O PPS, porém, lançará chapa completa para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Osmar encabeça a aliança formada por PDT, PMDB, PT, PC do B, PSC, PR e PT do B.

Para o Senado, a aliança formada em torno da candidatura de Beto lançou dois candidatos: Gustavo Fruet (PSDB) e Ricardo Barros (PP). A coligação do senador Osmar Dias terá Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB).

À exceção do PSOL, os partidos menores preferiram lançar somente um candidato: Rubens Hering (PV), Cláudio Timossi (PSTU), Gilberto Araujo (PCB), Valdemir Soares (PRB), Rivaldir Jansen (PRTB) e Eliane Aguiar (PRTB). Os candidatos do PSOL são Luiz Piva e Valmor Venturini.

Deputados

Para as eleições proporcionais, ainda não é possível saber quantos serão os candidatos a deputado federal e estadual. O tamanho das chapas varia de acordo com o número de partidos que participam de uma coligação.

Algumas siglas tiveram que cortar o número de candidatos a deputado. Foi o caso de vários dos partidos que integram o chapão formado por PT, PDT, PMDB, PR, PC do B e PT do B. No caso do PSC, a chapa proporcional será isolada dos demais. A coligação poderá indicar 108 candidatos a deputado estadual 75 homens e 33 mulheres.

Na aliança em torno de Beto Richa, como são treze partidos, a composição na proporcional terá que ser desdobrada em mais de duas chapas. O PSDB, DEM, PP e PTB e PRB se agruparam numa chapa para a Assembleia Legislativa, enquanto que os demais se dividiram em outras duas. Para deputado federal, os tucanos se juntaram ao DEM, PRB, PPS e PP. O PTB fez composição com os partidos menores.

Por Elizabete Castro.

=================================

Osmar Dias oficializa sua chapa para as eleições

O senador Osmar Dias (PDT), fez ontem, em Curitiba, seu anúncio oficial como candidato ao governo do Paraná. Acompanhado de seu vice, Rodrigo Rocha Loures (PMDB), dos candidatos a senador de sua chapa, Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), e dos dirigentes dos sete partidos que formam a aliança, Osmar disse que, depois de um processo dolorido, é candidato, pela coerência, pelo projeto nacional e de Estado e “para dar ao Paraná uma alternativa”.

Apenas o governador Orlando Pessuti (PMDB), que abriu mão da candidatura à reeleição, não apareceu na coletiva. “É mais coerente colocar meu nome na disputa e esperar o julgamento da população, que abdicar em nome de um acordo branco. Não seria possível que um estado com 7, 5 milhões de eleitores não tivesse o direito de escolha”, disse Osmar Dias, que confirmou que só aceitou a candidatura após a notícia de que seu irmão, Alvaro Dias (PSDB), não seria mais o vice de José Serra (PSDB) nas eleições presidenciais.

“Andei durante um ano e meio por todo o Estado, construindo nosso projeto. Mas fiquei numa situação que todos conhecem, com a possibilidade real de o Alvaro ser vice do Serra. Sempre disse que não haveria disputa entre irmãos. Não acredito que ele foi indicado apenas para resolver a questão do Paraná. Só fiquei à vontade para lançar minha candidatura no último momento, quando foi esgotada essa possibilidade”, disse, revelando que espera apoio do Alvaro a sua candidatura. “Decidi pela candidatura no momento que recebi um telefonema do Alvaro informando que ele não seria mais vice. Temos uma relação de muito afeto e é claro que ele estará do meu lado”, afirmou o senador.

Reconhecendo que quase desistiu da candidatura porque não via possibilidade de montar uma aliança com estrutura política, Osmar cumprimentou o governador Orlando Pessuti pelo “gesto de generosidade e grandeza” que permitiu o diálogo com o PMDB e a construção do que classificou como “a coligação mais forte que já se construiu neste estado”.

Osmar citou, ainda, doze pontos centrais que estarão em seu plano de governo, como educação integral, manutenção dos programas sociais do governo federal e estadual, defesa das empresas públicas e compromissos honrados.

“E esse eu vou repetir: diálogo e compromissos honrados”, disse, em alusão ao compromisso que diz não ter sido cumprido pelo PSDB após ele ter apoiado a reeleição de Beto Richa na prefeitura de Curitiba.

Apesar da aliança histórica com o PSDB no Paraná, Osmar lembrou que é líder do PDT no Senado, que seu partido está na base do governo Lula e fechado com a candidatura de Dilma Rousseff (PT) à presidência da República. “E que o caminho natural e coerente é ser candidato por essa aliança”.

Por Roger Pereira.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.parana-online.com.br.

Close