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Por 21:06 Sem categoria

Poupança para financiar a dívida pública ganha adeptos

Número de adesões ao Tesouro Direto bate recorde em fevereiro

Brasília – O número de investidores que aderiram ao Programa Tesouro Direto, que vende títulos públicos a pessoas físicas pela internet, bateu recorde em fevereiro. Segundo dados divulgados hoje (24) pelo Tesouro Nacional, 5.902 novos participantes se cadastraram no programa no mês passado.

Com as adesões, o total de investidores cadastrados desde o início do Tesouro Direto fechou fevereiro em 225.595. Somente nos últimos 12 meses, o número de participantes aumentou 25,43%.

Depois de bater recorde em janeiro, o volume de vendas de títulos públicos somou R$ 241,45 milhões no mês passado, com queda de 32% em relação ao mês anterior. De acordo com o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, essa diminuição é normal porque a concentração de vencimentos em janeiro fez muito investidores usarem os rendimentos para comprar novos papéis e rolar a dívida.

Os títulos corrigidos por índices de inflação foram os papéis mais procurados pelos investidores em fevereiro, com 43,62% do que foi vendido. Em segundo lugar, ficaram os papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão), com 43,12%. Os papéis vinculados à taxa básica de juros (Selic) representaram 13,24% das emissões no mês passado.

O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas adquiram títulos públicos diretamente pela internet. A compra é feita sem intermediários, mas o aplicador tem que pagar taxa a uma corretora que ficará com a custódia dos títulos.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem para captar recursos e honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o valor com um adicional, que pode ser a taxa Selic, índices de inflação, variação do dólar ou uma taxa definida antecipadamente.

Por Daniel Lima e Wellton Máximo – Repórteres da Agência Brasil. Edição: Nádia Franco.

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Dívida pública federal cresce quase R$ 43 bilhões de janeiro para fevereiro

Brasília – A dívida pública federal apresentou crescimento, em termos nominais, de 2,63%, passando de R$ 1,628 trilhão, em janeiro, para R$ 1,671 trilhão em fevereiro, informou hoje (24) o Tesouro Nacional. A dívida pública mobiliária interna (em títulos públicos) cresceu 2,82% no período, de R$ 1,542 trilhão para R$ 1,586 trilhão.

Para rolar a dívida mobiliária interna, o governo federal emitiu títulos públicos no valor de R$ 27,25 bilhões. Foram incorporados à dívida ainda R$ 16,24 bilhões em juros.

A dívida pública federal externa totalizou R$ 85,79 bilhões (US$ 51,64 bilhões) em fevereiro, uma redução ante o valor de janeiro (R$ 86,49 bilhões). A parcela referente à dívida mobiliária ficou em R$ 65,69 bilhões (US$ 39,54 bilhões) e à dívida contratual, em R$ 20,10 bilhões (US$ 12,10 bilhões).

Segundo os dados divulgados pelo Tesouro, a dívida pública federal está abaixo do previsto no Plano Anual de Financiamento, que estabelece o valor mínimo de R$ 1,8 trilhão e o máximo de R$ 1,93 trilhão.

Por Daniel Lima – Repórter da Agência Brasil. Edição: Juliana Andrade // Matéria alterada para acréscimo de informações.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br

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Primeira vez no Tesouro Direto?

Primeira vez no Tesouro Direto

Os títulos públicos sempre foram uma ótima alternativa de investimento. São considerados de baixíssimo risco pelo mercado financeiro, afinal eles são garantidos pelo Tesouro Nacional. Além disso, os títulos oferecem retornos significativos e possuem variadas rentabilidades, como pós-fixadas (remunerados pela taxa básica da economia), prefixadas e indexadas a índices de preços.

Antes das compras pela Internet, as pessoas físicas só podiam adquirir títulos públicos por intermédio dos Bancos, das Corretoras, das Distribuidoras e de outras instituições financeiras registradas no Sistema Especial de Liquidação e Custódia –  SELIC. O volume mínimo de compra era de aproximadamente R$ 50.000,00. As pessoas físicas compravam esses títulos apenas indiretamente, por meio de fundos de renda fixa, cujas carteiras são compostas em grande parte por títulos públicos.

A compra direta pela Internet, juntamente com o valor mínimo necessário para o investimento – de R$ 100,00 – visa democratizar o acesso aos títulos públicos, permitindo que pessoas físicas estejam mais próximas do Tesouro Nacional, sem intermediários financeiros, com menores custos e, conseqüentemente, com uma opção melhor de investimento. Isso significa que agora você pode comprar e vender títulos públicos e obter bons rendimentos. Poucas modalidades de investimento são tão atrativas.

Com o Tesouro Direto, você terá segurança, comodidade, liquidez e boa rentabilidade. Tudo isso assegurado pelo Tesouro Nacional. Se você mantiver os títulos até a data de vencimento, receberá exatamente a rentabilidade bruta acordada no momento da compra. Caso resolva vendê-lo antecipadamente, receberá o preço de mercado do título na data da venda.

Títulos que poderão ser comprados

Por ora, podem ser comprados pela Internet os seguintes títulos públicos:

LTN – Letra do Tesouro Nacional – Título com rentabilidade definida (taxa prefixada) no momento da compra. O pagamento é único e feito na data de vencimento do título ou de seu resgate;
LFT – Letra Financeira do Tesouro – Título com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros básica da economia (taxa média das operações diárias com títulos públicos registrados no sistema SELIC, taxa Selic). O pagamento é único e feito na data de vencimento do título ou de seu resgate;
NTN-B – Nota do Tesouro Nacional, série B – Título com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento de cupom de juros é realizado semestralmente e o valor do título é pago na data de seu vencimento ou de seu resgate;
NTN-B Principal – Título com a rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento é único e feito na data de vencimento;
NTN-F – Nota do Tesouro Nacional, série F – Título com rentabilidade prefixada, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento de cupom de juros é realizado semestralmente e o valor do título é pago na data de seu vencimento ou de seu resgate.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO

http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/primeiravez.asp

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