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Por 11:02 Sem categoria

Conselho na FUNCEF aprova Políticas de Investimentos 2013-2017

Confira como serão aplicados os recursos garantidores da FUNCEF nos próximos cinco anos

O Conselho Deliberativo da FUNCEF aprovou, em reunião realizada em 28 de novembro, as Políticas de Investimentos referentes ao quinquênio 2013-2017 para os planos Reg/Replan, REB e Novo Plano e para o Plano de Gestão Administrativa (PGA).

Confira o resumo dos limites da Política de Investimentos 2013 -2017 para cada plano (acesso restrito aos participantes da FUNCEF).

Pela primeira vez, as projeções e premissas que norteiam as decisões de investimentos, antes elaboradas anualmente, vislumbrarão um horizonte de cinco anos, mas continuarão a serem revisadas a cada 12 meses para garantir diretrizes alinhadas às mudanças do cenário econômico.

A ampliação de horizonte, aprovada pelo Conselho Deliberativo em 23/7/2012 (leia mais), se baseou na atual dinâmica da economia e na resolução nº 7, do Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC), que determina que as entidades fechadas de previdência complementar adotem um horizonte de, no mínimo, sessenta meses para o planejamento da política de investimentos.

Nos últimos anos, a nova dinâmica da economia brasileira e a queda dos juros reais para níveis inferiores aos dos nossos objetivos atuariais alterou significativamente o perfil de investimentos da FUNCEF. A predominância de ativos atrelados ao crescimento econômico e inflação demanda que a Fundação olhe as projeções e avalie os resultados de seus investimentos em horizonte mais longo.

Novas premissas
 
Com o objetivo de aprimorar o modelo de gestão estratégica de ativos e passivos (Asset and Liability Management – ALM), as premissas de retorno e risco, para a macroalocaçâo de 2013-2017, foram discutidas e apreciadas por um grupo de trabalho formado por representantes de todas as diretorias da FUNCEF, com a colaboração do Comitê de Assessoramento Técnico de Investimentos da Fundação. De julho a novembro de 2012, foram realizados seis seminários para a definição das premissas, visando aperfeiçoar a mensuração das relações de risco e retorno dos investimentos.
Uma das melhorias implementadas foi a definição dos fatores de risco para cada classe de ativos e utilização da matriz de correlação histórica entre elas. A metodologia desenvolvida na matriz e os resultados alcançados foram validados pelas áreas de riscos de quatro gestoras terceirizadas da FUNCEF.
Outra alteração relevante foi a incorporação do cômputo de medidas de risco e retorno por segmento da Resolução CMN 3.792 e consolidado por plano.
Durante os seminários, ainda foram apreciadas as propostas de cenários macroeconômicos e projeções de IPCA, INPC, IGP-M, taxa de câmbio, taxa Selic e Ibovespa para o período 2013-2017.
Confira na tabela a nova composição das classes de ativos da carteira de investimentos da FUNCEF que foram ampliadas de 11 para 13: 
 


Cenários e estratégias de investimentos

Os cenários que embasaram as Políticas de Investimentos 2013-2017 indicam um crescimento moderado da economia global devido ao enfraquecimento da demanda, ocasionado pelos impactos da crise europeia, da moderação do crescimento da economia americana e da redução do crescimento das economias emergentes.

Para a o Brasil, espera-se crescimento próximo ao potencial da economia, considerando os níveis atuais de investimento e de produtividade, com baixo desemprego e inflação ligeiramente acima do centro da meta.

Diante desse contexto e da redução da taxa básica de juros brasileira (Selic), foram elaboradas as estratégias de investimentos para os próximos cinco anos de acordo com a alocação ótima determinada pelo ALM e as restrições gerenciais e legais. Confira, a seguir, as principais diretrizes de macroalocação para cada plano da FUNCEF:

Reg/Replan –
A alocação ótima sugerida para o Reg/Replan consolidado, que abrange os planos saldados e não saldados, indica que até 2017 será mantido o movimento de redução dos investimentos em renda fixa e aumento da alocação relativa de investimentos em renda variável e investimentos estruturados.

Novo Plano – Em relação à posição de agosto de 2012, verifica-se redução para o Novo Plano até 2017 na alocação em renda fixa, manutenção em renda variável; incremento na alocação de investimentos estruturados e investimentos imobiliários.

REB –
A alocação ótima para o plano de beneficio REB, até 2017, sugere a redução relativa de investimentos em renda fixa e aumento da alocação relativa nos demais segmentos.

Investimentos no exterior – Não existe, a princípio, diretriz para se iniciar investimentos no exterior até 2017. Todavia, foi mantida a exposição máxima neste segmento, 2%, em todos os planos de benefícios, para que a FUNCEF possa aproveitar possíveis oportunidades de negócios, sem que haja necessidade de alteração nas Políticas de Investimentos.

Responsabilidade Socioambiental

A FUNCEF conta com uma Politica de Responsabilidade Sócio Empresarial (RSE) (leia mais) que estabelece, entre outros princípios, que a Fundação priorize os investimentos que visem o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, social e a preservação do meio ambiente. Assim, processos decisórios de investimentos incorporam questões ambientais, sociais e de governança corporativa em suas análises.

Comunicação Social da FUNCEF

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Notícia colhida no sítio http://www.funcef.com.br/ccom/PageSvr.aspx/Get?id_doc=5107

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