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Negociação com a CAIXA e lutas no BB

Ano começa distinto nos bancos públicos; enquanto a CAIXA negocia, o Banco do Brasil …

Contraf-CUT retoma negociação permanente com Caixa no dia 20/2

A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam negociação permanente com a Caixa Econômica Federal na quarta-feira (20), 14h, em Brasília. Nesta segunda rodada de negociações de 2013, a primeira aconteceu dia 15 de janeiro, um dos principais pontos de discussão será a criação de regras para o descomissionamento dos empregados, uma conquista dos bancários garantida no Acordo Aditivo da Caixa à Convenção Coletiva 2012-2013.

“Garantimos no acordo que o banco deve apresentar um estudo até 31 de março. Hoje quem determina unilateralmente o descomissionamento é o gestor sem qualquer critério, o que deixa o bancário em uma situação de completa vulnerabilidade. Precisamos de regras claras de modo a dar mais segurança aos ocupantes de função”, defende Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora o Comando Nacional nas negociações com o banco. “Este é um pleito do movimento sindical desde 2010, quando o Plano de Função Gratificada (PFG) foi implantado”.

O acordo aditivo prevê ainda que as regras sejam criadas com a participação das entidades representativas dos empregados. “Vamos entregar ao banco um documento com as contribuições dos trabalhadores, resultado dos nossos debates e congressos. Nossa contribuição é no sentido de que as regras sejam transparentes. Queremos que sejam incluídos pontos como tempo de avaliação e que o empregado tenha um retorno sobre sua atuação, para que não seja pego de surpresa”, saliente Jair.

Na pauta estão ainda temas como condições de trabalho, saúde do trabalhador, a implantação do Sistema de Automação de Produtos e Serviços de Agências (Sisag), em andamento em 243 unidades, abertura de novas agências sem contratação de novos bancários, além da rotina de trabalho dos tesoureiros, marcada por fortes demandas, por alto grau de responsabilidade e pala exposição a riscos.

Antes da rodada, a Contraf-CUT promove uma reunião da CEE/Caixa. O encontro ocorre no mesmo dia, às 10 horas, na sede da Fenae, na capital federal.

Fonte: Contraf-CUT

Notícia colhida no sítio http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=33378

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Contraf orienta Dia Nacional de Luta contra plano de funções do BB para 20/02

CEBB reunida na tarde desta quinta-feira (7)

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), reunida pela Contraf-CUT nesta quinta-feira (7), em São Paulo, orienta 20 de fevereiro como o dia nacional de luta para denunciar o ataque aos direitos dos trabalhadores que o banco vem empreendendo com a implantação unilateral do novo plano de funções comissionadas. A CEBB esteve reunida para avaliar a mobilização dos bancários em todo o país na última semana e traçar novas estratégias contra os problemas já identificados no plano de função do BB.

“Não concordamos com a redução dos direitos dos trabalhadores. Queremos abertura de negociação para discutir o plano, conforme sugeriu o próprio Ministério do Trabalho e Emprego ao banco, em dezembro. Diante de mudanças tão importantes e que atingem mais de 100 mil funcionários, o BB deveria agir com mais responsabilidade”, critica William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Seguindo orientação da Contraf-CUT, as entidades sindicais estão realizando reuniões e plenárias com participação massiva de funcionários do BB em todo o país. “As mobilizações em todo Brasil têm sido positivas e estão mostrando a força dos bancários. O poder de pressão dos trabalhadores está em sua capacidade de unidade. Portanto, orientamos que os bancários de todo o país continuem mobilizados e agindo em conjunto com seus sindicatos”, ressalta William.

O Comando Nacional se reunirá com a CEBB após a semana do carnaval, no dia 22 de fevereiro para avaliar a melhor estratégia a seguir.

MPT

A Contraf-CUT acionará o Ministério Público do Trabalho questionando a redução de direitos dos trabalhadores com a implantação do novo plano.

Redução de direitos

Ao implantar o novo plano, o BB extinguiu todas as funções comissionadas de 8h e criou novas nomenclaturas nas verbas de gratificação de função. Todos os comissionados considerados de Função de Confiança (FC) foram migrados compulsoriamente, unilateralmente.

Já o chamado público-alvo da Função Gratificada (FG) tem a opção de migrar para as novas funções de 6h com remuneração 16,25% menores que as antigas de 8h, a qualquer momento, ou permanecer na função de 8h em extinção. “Para quem migrar, o BB oferece um ‘incentivo ilusório’. Ou seja, para ‘compensar’ a perda salarial da FG, o banco autorizou horas extras pelo período de um ano”, salienta William.

“A remuneração dos adicionais de função (6h e 8h) não pode ser reduzida (é ABF+ATFC+25%), esta é a remuneração que unifica os trabalhadores das mesmas funções e que se refere à vida funcional juntamente com as verbas pessoais”, afirma William.

Na justiça

Entidades sindicais também estão obtendo liminares na Justiça obrigando o BB a dar prazo maior que 6 dias úteis na assinatura do “termo de posse” aos comissionados migrados automaticamente para as Funções Comissionadas (FC) de 8h. Também há liminares com outros questionamentos ao plano do BB.

Fonte: Contraf-CUT

Notícia colhida no sítio http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=33380

bbcaix

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