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Protestos em concentrações de São Paulo contra silêncio do banco Itaú Unibanco

Demissões, sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis. Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos bancários do Itaú nos últimos meses e que motivaram a criação da campanha nacional de valorização dos funcionários. Nesta quarta-feira (12), ela chegou às concentrações ITM, CAT e CA Brigadeiro, em São Paulo

O clima em diversos locais de trabalho é de revolta e insegurança. Entre as queixas estão a falta de condições de trabalho e o descaso da direção do banco em resolver os problemas. As reivindicações já foram entregues, mas continuam sem resposta alguma.

Corte de empregos

A instituição financeira, uma das maiores do país, cortou postos de trabalho e demitiu cerca de 8 mil trabalhadores em 2012. No primeiro trimestre desse ano, o lucro líquido do Itaú alcançou R$ 3,472 bilhões, crescimento de 1,4% em relação ao mesmo período de 2012. No entanto, de janeiro a março de 2013, cortou nada menos que 708 postos de trabalho, chegando a um total de 89.615 empregados no Brasil. Em um ano, a redução de vagas foi de 6.679.

ITM

Um dos principais problemas no centro administrativo localizado na Vila Leopoldina é a cobrança abusiva por metas. Segundo o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Antonio Soares, o Tonhão, as metas de vendas estão cada vez maiores e inalcançáveis para os operadores, tanto no segmento pessoa jurídica quanto pessoa física e também no núcleo Uniclass.

Segundo ele, alguns trabalhadores não conseguem tempo nem mesmo para ir ao banheiro, pois são penalizados em seu desempenho.

Os bancários do ITM receberam a campanha positivamente e uma atividade lúdica com atores cantando o mote da campanha marcou a ação do Sindicato.

CAT

No Centro Administrativo Tatuapé, o clima também está tenso. É o que afirma o diretor do Sindicato, Sergio Lopes, o Serginho, relatando como principal problema o “enxugamento” do quadro funcional. As demissões foram em várias áreas, gerando acúmulo de trabalho. No CAT funcionam call center, Itaucred, câmbio, ouvidoria entre outras importantes áreas.

CA Brigadeiro

Os funcionários do centro administrativo que fica na região da Avenida Paulista também receberam muito bem a campanha de valorização. Junto com a edição mais recente da Folha Bancária, o diretor do Sindicato, Antonio Alves, o Toninho, entregou aos trabalhadores folder sobre assédio moral elaborado pela Secretaria de Saúde da entidade.

As manifestações pela valorização dos funcionários do Itaú continuarão em diversos departamentos e agências.

Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Notícia colhida no sítio http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=34669

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Protesto em concentrações contra silêncio do Itaú

Trabalhadores do CAT, CA Brigadeiro e ITM receberam a campanha de valorização dos funcionários

São Paulo – Demissões, sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis. Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos bancários do Itaú nos últimos meses e que motivaram o Sindicato a criar a campanha de valorização dos funcionários. Nesta quarta 12 ela chegou às concentrações ITM, CAT e CA Brigadeiro.

> Fotos: galeria com imagens dos atos

O clima em diversos locais de trabalho é de revolta e insegurança. Entre as queixas estão a falta de condições de trabalho e o descaso da direção do banco em resolver os problemas. As reivindicações já foram entregues, mas continuam sem resposta alguma.

> Bancários entregam reivindicações ao Itaú

A instituição financeira, uma das maiores do país, cortou postos de trabalho e demitiu cerca de 8 mil trabalhadores em 2012. No primeiro trimestre desse ano, o lucro líquido do Itaú alcançou R$ 3,472 bilhões, crescimento de 1,4% em relação ao mesmo período de 2012. No entanto, de janeiro a março de 2013, cortou nada menos que 708 postos de trabalho, chegando a um total de 89.615 empregados no Brasil. Em um ano, a redução de vagas foi de 6.679.

ITM – Um dos principais problemas no centro administrativo localizado na Vila Leopoldina (foto acima) é a cobrança abusiva por metas. Segundo o dirigente sindical Antonio Soares, o Tonhão, as metas de vendas estão cada vez maiores e inalcançáveis para os operadores, tanto no segmento pessoa jurídica quanto pessoa física e também no núcleo Uniclass.

Segundo ele, alguns trabalhadores não conseguem tempo nem mesmo para ir ao banheiro, pois são penalizados em seu desempenho.

Os bancários do ITM receberam a campanha positivamente e uma atividade lúdica com atores cantando o mote da campanha marcou a ação do Sindicato.

CAT – No Centro Administrativo Tatuapé (foto à direita) o clima também está tenso. É o que afirma o diretor do Sindicato Sergio Lopes, o Serginho, relatando como principal problema o “enxugamento” do quadro funcional. As demissões foram em várias áreas, gerando acúmulo de trabalho. No CAT funcionam call center, Itaucred, câmbio, ouvidoria entre outras importantes áreas.

CA Brigadeiro – Os funcionários do centro administrativo que fica na região da Avenida Paulista (foto ao lado) também receberam muito bem a campanha de valorização. Junto com a edição mais recente da Folha Bancária, o diretor do Sindicato Antonio Alves, o Toninho, entregou aos trabalhadores folder sobre assédio moral elaborado pela Secretaria de Saúde da entidade.

As manifestações pela valorização dos funcionários do Itaú continuarão em diversos departamentos e agências.

Leia mais
> Itaú distribuiu R$ 9 milhões para cada executivo em 2012

Gisele Coutinho – 12/6/2013

Notícia colhida no sítio http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=4810

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Diretores do Sindicato de Londrina protestam hoje contra mais uma demissão efetuada pelo Itaú

ITAÚ Operação “Demitiu, Parou” em Londrina afeta agência Catedral

quinta-feira, 13 de junho de 2013A agência Catedral do Itaú está com o expediente paralisado hoje (12/06) em protesto contra a efetivação de mais uma demissão pelo banco na base do Sindicato de Londrina. Este ano, o Itaú já mandou para o olho da rua 15 bancários e bancárias na base territorial da entidade.

Na opinião de Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato, com seus lucros cada vez mais altos, o banco não tem nenhuma justificativa para promover o enxugamento do quadro. “As agências do Itaú já operam com um número reduzido de funcionários e para piorar ainda mais a situação ainda são efetuados novos cortes de pessoal”, critica Wanderley, acrescentando que essa política amplia o número de adoecimento de bancários e bancárias, a sobrecarga de serviços e as reclamações dos clientes.

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/Noticia.aspx?id=258

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Contraf-CUT entrega pauta de reivindicações específicas ao Itaú

Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São Paulo “Não basta conversar muito e resolver pouco”, diz Carlos Cordeiro, exigindo resultados concretos

A Contraf-CUT, federações e sindicatos entregaram nesta quarta-feira, 15, a pauta de reivindicações específicas ao Itaú, em São Paulo. Seis itens compõem a minuta, construída no Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú, realizado nos dias 2, 3 e 4 de abril deste ano: emprego, remuneração, saúde e condições de trabalho, previdência complementar, plano de saúde e relação com o movimento sindical.

Os dirigentes sindicais também cobraram dos representantes do banco a indicação de data para a realização de uma negociação internacional, envolvendo os sindicatos dos países onde o Itaú atua. O banco ficou de encaminhar sugestões de datas para a realização dessa reunião.

Os sindicalistas detalharam a pauta de reivindicações, dando ênfase à defesa do emprego. Cobraram o fim da eliminação de postos de trabalho, da rotatividade, dos processos de terceirização e do horário estendido nas agências, dentre outros pontos.

Sobre o tema “remuneração”, destacou-se a necessidade de ampliar e redimensionar as bolsas do auxílio-educação, bem como de estender esse auxílio para a pós-graduação. Foi cobrado o parcelamento do adiantamento de férias, a negociação imediata sobre a PCR (Participação Complementar nos Resultados) e também sobre a remuneração variável praticada pelo banco por intermédio do programa Agir.

‘Não dá mais para tolerar os adoecimentos’

A cobrança abusiva de metas retornou ao debate no tema “saúde e condições de trabalho”, visto o alto grau de adoecimento, físico e mental, que tem acometido os bancários e bancárias do Itaú. Assim como a necessidade de negociar o processo de reabilitação profissional, o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional), as questões que envolvem as pessoas com deficiência (PCDs), bem como segurança bancária, compõem esse bloco temático.

“Denunciamos ao banco a perseguição sofrida pelos bancários que retornam de licença-médica e que não continuam lotados nas suas unidades de origem, sendo arbitrariamente transferidos para agências distantes, muitas vezes em outras cidades”, relata Wanderley Crivellari, integrante da coordenação nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco.

“Não dá mais para tolerar a forma como a saúde dos bancários e das bancárias do Itaú vem sendo afetada pelas condições de trabalho precárias e a cobrança constante de produtividade”, acrescenta Wanderley.

A previdência complementar para todos os trabalhadores e trabalhadoras do Itaú é a principal bandeira de luta desse tema. Sobre plano de saúde, o Comitê de Acompanhamento do Plano de Saúde (Caps) tem realizado reuniões, com o objetivo de melhorar a assistência médica e odontológica oferecida pelo banco. As reuniões sobre esse tema deverão ser retomadas assim que o banco fornecer as informações solicitadas pela Contraf-CUT.

‘Não basta conversar muito e resolver pouco’

Sobre a relação do banco com o movimento sindical, deverá ser iniciado um debate que evite as formas de discriminação sofridas pelos dirigentes sindicais.

“Com a entrega da pauta específica, resta ao Itaú negociar seriamente com o movimento sindical os temas que são prioritários para os trabalhadores do banco. Não basta conversar muito e resolver pouco. Questões como o fim das demissões e a preservação da saúde precisam de soluções urgentes”, ressalta Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e funcionário do banco.

As rodadas de negociação serão definidas entre o banco e a Contraf-CUT nos próximos dias.

Reunião da COE

Pela manhã desta quarta, a COE do Itaú Unibanco se reuniu na sede da Contraf-CUT e analisou a campanha de valorização dos funcionários e finalizou a pauta entregue ao banco.

“Representantes das dez federações, que integram o Comando Nacional dos Bancários estiveram presentes, avaliaram como positivas as atividades já realizadas junto ao banco desde o mês de abril”, relata Jair Alves, também integrante da coordenação nacional da COE do Itaú Unibanco.

A campanha, que tem como mote uma paródia da música “Esse cara sou eu”, também foi aprovada no Encontro Nacional e ganhou as ruas, denunciando a pressão pelo cumprimento de metas, o adoecimento dos funcionários e cobrando o fim das demissões.

O Itaú fechou 7.935 postos de trabalho somente no ano passado. Desde 2011, os cortes já chegam a 13.699 postos. Enquanto isso, o lucro líquido do Itaú em 2012 passou dos R$ 14 bilhões.

Em 2013, o banco lucrou R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre. Já o emprego foi reduzido ainda mais, com o corte de 708 postos de trabalho.

“Por isso, a importância de os sindicatos continuarem combatendo as demissões e implementando as atividades da campanha”, finaliza Jair.

Fonte: Contraf-CUT

Notícia colhida no sítio http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=34343

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