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Por 15:59 Agenda Sindical, Destaque

Fetec participa de ato pelo 1.º de Maio Internacional

Nem mesmo a chuva que caiu antes do evento foi capaz de esfriar os ânimos das trabalhadoras e trabalhadores das três fronteiras (Brasil, Argentina e Paraguai) que participaram do 1.º de Maio Internacional, realizado ontem (1.º), na Praça da Paz, em Foz do Iguaçu, oeste do Paraná. O evento foi convocado pelas centrais sindicais. A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (Fetec-CUT-PR) esteve presente na festividade.

Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT-PR) Marcio Kieller, o 1.º de Maio Internacional cumpriu com seu objetivo de pedir respeito para as organizações sindicais. “Queremos para a classe trabalhadora em todos os países a liberdade de organização sindical, a não perseguição a dirigentes sindicais e acima de tudo respeito aos direitos da Classe Trabalhadora, sempre tendo a lógica de construção do diálogo e do fortalecimento de nossos sindicatos de representação e empoderamento dos movimentos sociais”, opina.

O presidente da Fetec, Deonísio Schmidt, esteve no evento. Para ele, além das questões sindicais abordadas por Kieller, a festividade serviu para  passar um recado ao atual presidente da República e o séquito que o acompanha. “Marcamos nosso posicionamento contra esse necrogoverno. Vamos lutar muito para expulsar essa corja que se instalou em Brasília e que vem acabando com o nosso País. Foi ótimo ver que a classe trabalhadora está cansada deste falso governo e que não tem medo de ser feliz. Somente com a vitória de Lula poderemos recolocar o Brasil nos eixos”, afirma.  

Seminário

No dia anterior (30), foi realizado o Seminário Internacional com as trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, Argentina e Paraguai. O  evento contribuiu para que trabalhadores dos três países pudessem ter o conhecimento da realidade da classe trabalhadora destes locais. No caso da classe trabalhadora dos países vizinhos, eles ficaram chocados em saber como o atual governo vem precarizando as relações de trabalho, retirando direitos e desmontando o Estado.

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Texto: Flávio Augusto Laginski

Fonte: Fetec

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