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Tabela do IRPF deveria ser corrigida em quase 60%

Brasília – Um estudo elaborado pelo Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco Sindical) aponta que a tabela de Imposto de Renda Pessoa Físicas (IRPF) precisaria ser reajustada em 57,12% para corrigir os efeitos da inflação desde 1996, ano a partir do qual deixou de ser corrigida periodicamente. O levantamento foi entregue sexta-feira (16) no Ministério do Trabalho.
Na avaliação do presidente da entidade, Carlos André Nogueira, é “perfeitamente possível” ao governo reajustar o salário mínimo e, ao mesmo tempo, fazer a correção da tabela do imposto de renda. “Bastaria que o governo eliminasse privilégios tributários concedidos nos últimos anos às rendas do capital. E fizesse a revisão na política de excessivo ajuste fiscal”, argumentou.
O governo discute no momento um novo valor para o salário mínimo. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, já disse ser contrário à idéia de vincular o reajuste à correção da tabela do IRPF. Segundo ele, em 2004 a discussão era a mesma e houve espaço tanto para o reajuste do mínimo nos atuais R$ 300 quanto para a correção de 10% na tabela.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.radiobras.gov.br.

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Tabela do IRPF deveria ser corrigida em quase 60%

Brasília – Um estudo elaborado pelo Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco Sindical) aponta que a tabela de Imposto de Renda Pessoa Físicas (IRPF) precisaria ser reajustada em 57,12% para corrigir os efeitos da inflação desde 1996, ano a partir do qual deixou de ser corrigida periodicamente. O levantamento foi entregue sexta-feira (16) no Ministério do Trabalho.

Na avaliação do presidente da entidade, Carlos André Nogueira, é “perfeitamente possível” ao governo reajustar o salário mínimo e, ao mesmo tempo, fazer a correção da tabela do imposto de renda. “Bastaria que o governo eliminasse privilégios tributários concedidos nos últimos anos às rendas do capital. E fizesse a revisão na política de excessivo ajuste fiscal”, argumentou.

O governo discute no momento um novo valor para o salário mínimo. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, já disse ser contrário à idéia de vincular o reajuste à correção da tabela do IRPF. Segundo ele, em 2004 a discussão era a mesma e houve espaço tanto para o reajuste do mínimo nos atuais R$ 300 quanto para a correção de 10% na tabela.

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