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Por 13:07 Notícias

Comitê de Política Monetária sinaliza redução menor dos juros em janeiro de 2007

Brasília – Os juros devem cair mais lentamente a partir de janeiro. É o que aponta a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, realizado na semana passada, que reduziu a taxa Selic em meio ponto: 13,75% para 13,25% ao ano. O documento foi divulgado hoje (7).
A ponderação já havia sido sinalizada na reunião da semana passada, quando três dos oito diretores do BC sugeriram que a taxa caísse apenas 0,25%. Foram voto vencido, mas indicaram uma tendência.
O Copom argumenta que é necessário reduzir a “dosagem” porque as próximas decisões terão impacto concentrado em 2007, num cenário de menor distância entre os juros corrente e os de mercado – apesar da defasagem entre a redução da taxa Selic e seus efeitos na rede bancária.
O BC orienta suas decisões de acordo com as projeções para a inflação. Os membros do Copom reconhecem a expectativa de redução das incertezas, mas entendem ser preciso manter-se “especialmente vigilantes” para evitar a “exacerbação de riscos” que tragam ameaça inflacionária.
A exemplo das atas anteriores, o Copom reafirma o diagnóstico de que, além de conter as pressões sobre a inflação de curto prazo, a política monetária tem contribuído para a consolidação de um “ambiente favorável” em horizontes mais longos.
Por Stênio Ribeiro – Repórter da Agência Brasil.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

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Comitê de Política Monetária sinaliza redução menor dos juros em janeiro de 2007

Brasília – Os juros devem cair mais lentamente a partir de janeiro. É o que aponta a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, realizado na semana passada, que reduziu a taxa Selic em meio ponto: 13,75% para 13,25% ao ano. O documento foi divulgado hoje (7).

A ponderação já havia sido sinalizada na reunião da semana passada, quando três dos oito diretores do BC sugeriram que a taxa caísse apenas 0,25%. Foram voto vencido, mas indicaram uma tendência.

O Copom argumenta que é necessário reduzir a “dosagem” porque as próximas decisões terão impacto concentrado em 2007, num cenário de menor distância entre os juros corrente e os de mercado – apesar da defasagem entre a redução da taxa Selic e seus efeitos na rede bancária.

O BC orienta suas decisões de acordo com as projeções para a inflação. Os membros do Copom reconhecem a expectativa de redução das incertezas, mas entendem ser preciso manter-se “especialmente vigilantes” para evitar a “exacerbação de riscos” que tragam ameaça inflacionária.

A exemplo das atas anteriores, o Copom reafirma o diagnóstico de que, além de conter as pressões sobre a inflação de curto prazo, a política monetária tem contribuído para a consolidação de um “ambiente favorável” em horizontes mais longos.

Por Stênio Ribeiro – Repórter da Agência Brasil.

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