Brasília – Banco Central do Brasil: cada vez mais valor para o brasileiro. Esta é a assinatura de uma ampla campanha de utilidade pública que está sendo lançada nesta terça-feira, dia 27 de março, pelo Banco Central, com o objetivo de conscientizar a população brasileira sobre o uso do dinheiro.
A campanha aborda três temas – segurança, circulação de moedas metálicas e conservação de cédulas – e visa mobilizar a sociedade para ajudar na prevenção e combate à falsificação de dinheiro, estimular o uso de moedas metálicas e buscar uma mudança de comportamento da população no que diz respeito ao cuidado com o manuseio de cédulas.
A partir desta campanha, o Banco Central pretende inibir a prática dos crimes de falsificação de dinheiro e o repasse de notas falsas e promover uma economia nos gastos públicos, reduzindo os custos com a emissão de cédulas e moedas.
A campanha tem abrangência nacional e prevê filmes publicitários para veiculação em tv, spots de rádio, filmes educativos, hot-site, anúncios em revistas, cartazes e folderes, além de intensa ação de relações públicas. Com custo estimado em R$ 8 milhões, a Campanha sobre o Dinheiro Brasileiro será veiculada, em uma primeira etapa, até o início de maio.
1 – SEGURANÇA
O problema de falsificação do dinheiro existe em todos os países emissores, sendo aqueles de economia estável os que mais verificam tentativa de falsificação de suas moedas. A moeda que preserva o poder de compra atrai a atenção dos falsificadores. Decorridos mais de 12 anos da implementação do Plano Real, o Banco Central apreendeu, até fevereiro de 2007, um total de 4,25 milhões de cédulas falsas, que correspondem a R$ 139,5 milhões.
As falsificações do dinheiro brasileiro podem ser detectadas usando os olhos e o tato. Entretanto, a maioria das pessoas desconhece os elementos de segurança presentes em nossas cédulas, conforme demonstrado em recente pesquisa realizada pelo BC, sobre hábitos de uso de dinheiro. Isso dificulta o combate à circulação de cédulas suspeitas, pois os falsários contam com esse desconhecimento e com a falta de atenção das pessoas.
Desde 2002, o Banco Central já possui um programa de divulgação permanente junto a um público diversificado, que abrange desde trabalhadores do comércio e de instituições financeiras até estudantes e policiais. Esse programa consiste em cursos e palestras onde são apresentados os principais elementos de segurança do Real, visando-se disseminar o conhecimento do verdadeiro Real, de forma a inibir a circulação de cédulas suspeitas de falsificação.
Com a atual campanha, o BC pretende ampliar esse conhecimento para toda a população e simultaneamente incentivar e disseminar o hábito de se verificar as cédulas para checar sua autenticidade. A partir desta ação, o BC espera uma redução do número de cédulas falsas no país.
2 – CIRCULAÇÃO DE MOEDAS
A resistência por parte da população brasileira em utilizar moedas metálicas no seu dia-a-dia provoca o fenômeno chamado de entesouramento. O hábito de deixar as moedas guardadas leva o BC a encomendar permanentemente mais peças junto à Casa da Moeda, fazendo com que o gasto de recursos públicos seja significativo.
Existem atualmente 12 bilhões de moedas metálicas do Real em circulação – uma proporção de 64 moedas metálicas por brasileiro, um padrão internacional. No entanto, estima-se que menos de 50% desse volume esteja efetivamente circulando, o que gera transtornos nas transações comerciais de varejo, ou seja, falta de troco em praticamente todas as regiões brasileiras.
A atual campanha visa reverter este cenário de baixa circulação de moedas metálicas, estimulando a população a portá-las e usá-las no seu dia-a-dia. O BC entende que esta é a melhor forma de aumentar a oferta de troco no comércio e realizar uma economia significativa para os cofres públicos, pois o custo de reposição dessas moedas entesouradas é alto e ineficaz.
3 – CONSERVAÇÃO
Os maus tratos por parte da população na utilização do dinheiro encurtam a vida útil das cédulas, que têm que ser substituídas precocemente. Com isso, o custo de reposição de novas cédulas é bastante elevado. Em 2006, foram gastos R$ 136 milhões com a fabricação de 1,21 bilhão de cédulas, dos quais 80% foram destinados à substituição das notas desgastadas e danificadas. O desgaste precoce das cédulas também dificulta a identificação dos elementos de segurança.
27 de março de 2007
Assessoria de Imprensa
(61) 3414 3462
imprensa@bcb.gov.br
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bcb.gov.br.
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Por Mhais• 11 de abril de 2007• 15:07• Sem categoria
Banco Central do Brasil lança campanha sobre uso do dinheiro
Brasília – Banco Central do Brasil: cada vez mais valor para o brasileiro. Esta é a assinatura de uma ampla campanha de utilidade pública que está sendo lançada nesta terça-feira, dia 27 de março, pelo Banco Central, com o objetivo de conscientizar a população brasileira sobre o uso do dinheiro.
A campanha aborda três temas – segurança, circulação de moedas metálicas e conservação de cédulas – e visa mobilizar a sociedade para ajudar na prevenção e combate à falsificação de dinheiro, estimular o uso de moedas metálicas e buscar uma mudança de comportamento da população no que diz respeito ao cuidado com o manuseio de cédulas.
A partir desta campanha, o Banco Central pretende inibir a prática dos crimes de falsificação de dinheiro e o repasse de notas falsas e promover uma economia nos gastos públicos, reduzindo os custos com a emissão de cédulas e moedas.
A campanha tem abrangência nacional e prevê filmes publicitários para veiculação em tv, spots de rádio, filmes educativos, hot-site, anúncios em revistas, cartazes e folderes, além de intensa ação de relações públicas. Com custo estimado em R$ 8 milhões, a Campanha sobre o Dinheiro Brasileiro será veiculada, em uma primeira etapa, até o início de maio.
1 – SEGURANÇA
O problema de falsificação do dinheiro existe em todos os países emissores, sendo aqueles de economia estável os que mais verificam tentativa de falsificação de suas moedas. A moeda que preserva o poder de compra atrai a atenção dos falsificadores. Decorridos mais de 12 anos da implementação do Plano Real, o Banco Central apreendeu, até fevereiro de 2007, um total de 4,25 milhões de cédulas falsas, que correspondem a R$ 139,5 milhões.
As falsificações do dinheiro brasileiro podem ser detectadas usando os olhos e o tato. Entretanto, a maioria das pessoas desconhece os elementos de segurança presentes em nossas cédulas, conforme demonstrado em recente pesquisa realizada pelo BC, sobre hábitos de uso de dinheiro. Isso dificulta o combate à circulação de cédulas suspeitas, pois os falsários contam com esse desconhecimento e com a falta de atenção das pessoas.
Desde 2002, o Banco Central já possui um programa de divulgação permanente junto a um público diversificado, que abrange desde trabalhadores do comércio e de instituições financeiras até estudantes e policiais. Esse programa consiste em cursos e palestras onde são apresentados os principais elementos de segurança do Real, visando-se disseminar o conhecimento do verdadeiro Real, de forma a inibir a circulação de cédulas suspeitas de falsificação.
Com a atual campanha, o BC pretende ampliar esse conhecimento para toda a população e simultaneamente incentivar e disseminar o hábito de se verificar as cédulas para checar sua autenticidade. A partir desta ação, o BC espera uma redução do número de cédulas falsas no país.
2 – CIRCULAÇÃO DE MOEDAS
A resistência por parte da população brasileira em utilizar moedas metálicas no seu dia-a-dia provoca o fenômeno chamado de entesouramento. O hábito de deixar as moedas guardadas leva o BC a encomendar permanentemente mais peças junto à Casa da Moeda, fazendo com que o gasto de recursos públicos seja significativo.
Existem atualmente 12 bilhões de moedas metálicas do Real em circulação – uma proporção de 64 moedas metálicas por brasileiro, um padrão internacional. No entanto, estima-se que menos de 50% desse volume esteja efetivamente circulando, o que gera transtornos nas transações comerciais de varejo, ou seja, falta de troco em praticamente todas as regiões brasileiras.
A atual campanha visa reverter este cenário de baixa circulação de moedas metálicas, estimulando a população a portá-las e usá-las no seu dia-a-dia. O BC entende que esta é a melhor forma de aumentar a oferta de troco no comércio e realizar uma economia significativa para os cofres públicos, pois o custo de reposição dessas moedas entesouradas é alto e ineficaz.
3 – CONSERVAÇÃO
Os maus tratos por parte da população na utilização do dinheiro encurtam a vida útil das cédulas, que têm que ser substituídas precocemente. Com isso, o custo de reposição de novas cédulas é bastante elevado. Em 2006, foram gastos R$ 136 milhões com a fabricação de 1,21 bilhão de cédulas, dos quais 80% foram destinados à substituição das notas desgastadas e danificadas. O desgaste precoce das cédulas também dificulta a identificação dos elementos de segurança.
27 de março de 2007
Assessoria de Imprensa
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