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BERZOINI PROMETE QUEDA DO DESEMPREGO NO SEGUNDO SEMESTRE

JOÃO SANDRINI
da Folha Online, em Brasília

O ministro Ricardo Berzoini (Trabalho) disse hoje “ter convicção” de que os índices de desemprego começarão a cair no segundo semestre deste ano.

Hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o desemprego atingiu o nível recorde de 13,1% da PEA (População
Economicamente Ativa) em abril, contra 12,8% em março.

Berzoini disse que, apesar do recorde negativo, houve a criação de 130 mil postos de trabalho em abril. O desemprego só teria crescido porque 217 mil pessoas começaram a procurar emprego no mês passado.

“Ao mesmo tempo em que ganha velocidade o crescimento da economia, também se eleva o número de pessoas que ingressam no mercado de trabalho atrás de uma ocupação”, disse. “No ano passado houve compressão da massa salarial por causa da inflação, o que aumentou as dificuldades das famílias e fez com que mais pessoas da mesma família procurassem o mercado de trabalho.”

Ele disse ainda que apesar da turbulência no mercado financeiro nas últimas semanas, as taxas de juros deverão voltar a cair “o mais rápido possível”, incentivando a manutenção do crescimento.

“Estamos trabalhando com a elevação do câmbio e com expectativa de que haja algum efeito sobre a inflação E não podemos fazer isso [baixar os juros] de maneira a permitir que haja descontrole na economia”, disse.

Jornada

Berzoini também defendeu a redução da jornada de trabalho como forma de aumentar a criação de postos de trabalho.

Há algumas semanas, o secretário de Relações do Trabalho do ministério, Osvaldo Bargas, defendeu que a jornada caísse das atuais 44 horas para 40 horas.

O ministro evitou falar qual seria a jornada ideal, mas disse que a proposta do governo deverá ser diferente de acordo com o tamanho das empresas -ou seja, as empresas maiores deverão estipular jornadas menores porque teriam mais condições de competitividade.

A proposta do governo será discutida no Fórum Nacional do Trabalho, que reúne também empresários e sindicalistas, e deverá constar da reforma trabalhista prevista para ser enviada ao Congresso em 2005.

Por 09:57 Notícias

BERZOINI PROMETE QUEDA DO DESEMPREGO NO SEGUNDO SEMESTRE

JOÃO SANDRINI
da Folha Online, em Brasília
O ministro Ricardo Berzoini (Trabalho) disse hoje “ter convicção” de que os índices de desemprego começarão a cair no segundo semestre deste ano.
Hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o desemprego atingiu o nível recorde de 13,1% da PEA (População
Economicamente Ativa) em abril, contra 12,8% em março.
Berzoini disse que, apesar do recorde negativo, houve a criação de 130 mil postos de trabalho em abril. O desemprego só teria crescido porque 217 mil pessoas começaram a procurar emprego no mês passado.
“Ao mesmo tempo em que ganha velocidade o crescimento da economia, também se eleva o número de pessoas que ingressam no mercado de trabalho atrás de uma ocupação”, disse. “No ano passado houve compressão da massa salarial por causa da inflação, o que aumentou as dificuldades das famílias e fez com que mais pessoas da mesma família procurassem o mercado de trabalho.”
Ele disse ainda que apesar da turbulência no mercado financeiro nas últimas semanas, as taxas de juros deverão voltar a cair “o mais rápido possível”, incentivando a manutenção do crescimento.
“Estamos trabalhando com a elevação do câmbio e com expectativa de que haja algum efeito sobre a inflação E não podemos fazer isso [baixar os juros] de maneira a permitir que haja descontrole na economia”, disse.
Jornada
Berzoini também defendeu a redução da jornada de trabalho como forma de aumentar a criação de postos de trabalho.
Há algumas semanas, o secretário de Relações do Trabalho do ministério, Osvaldo Bargas, defendeu que a jornada caísse das atuais 44 horas para 40 horas.
O ministro evitou falar qual seria a jornada ideal, mas disse que a proposta do governo deverá ser diferente de acordo com o tamanho das empresas -ou seja, as empresas maiores deverão estipular jornadas menores porque teriam mais condições de competitividade.
A proposta do governo será discutida no Fórum Nacional do Trabalho, que reúne também empresários e sindicalistas, e deverá constar da reforma trabalhista prevista para ser enviada ao Congresso em 2005.

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