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Para sindicatos, Copom começa 2005 com “balde de água fria”

Ao dar continuidade à trajetória de alta do juro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central “joga um balde de água fria em todos aqueles que desejam que o Brasil tenha um desenvolvimento econômico vigoroso”, avalia a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O Copom elevou hoje o juro de 17,75% para 18,25% ao ano. Foi o quinto aumento mensal consecutivo.

“É desanimador começar 2005 constatando que o Comitê de Política Monetária e as autoridades econômicas do país se mantêm insensíveis diante da necessidade de medidas capazes de gerar crescimento sustentável na economia brasileira”, divulgou em nota.

Para a CUT, o desenvolvimento econômico e a redução do desemprego efetivamente ocorrerão se o Copom apostar que há outros mecanismos para o controle inflacionário, como o choque de produção, através da elevação dos investimentos nos setores produtivos e da recuperação do nível de emprego e da massa salarial.

“Mais que metas inflacionárias, o país precisa adotar uma política econômica voltada ao estabelecimento de metas sociais.”

Força Sindical

Já o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, avalia que com a decisão do Copom de aumentar a taxa básica, o governo “dá um presente aos especuladores e pune o setor produtivo e a geração de empregos”.

“Essa receita extremamente conservadora do Banco Central coloca uma trava para o crescimento sustentável, o aumento da produção, do consumo e dos postos de trabalho. Só resta lamentar que essa decisão fortalece o estado de desolação e desesperança que está se espalhando entre a sociedade brasileira, com relação ao governo que insiste em se curvar aos especuladores”, afirmou em nota.

Sindicato dos Metalúrgicos

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região, Eleno José Bezerra, por sua vez, considera que o aumento do juro “demonstra a incapacidade do governo de promover o pleno desenvolvimento econômico e social e levar o país ao crescimento tão esperado, com a conseqüente retomada do caminho da justiça social e da distribuição de renda”.

Fonte: Folha Online

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Para sindicatos, Copom começa 2005 com “balde de água fria”

Ao dar continuidade à trajetória de alta do juro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central “joga um balde de água fria em todos aqueles que desejam que o Brasil tenha um desenvolvimento econômico vigoroso”, avalia a CUT (Central Única dos Trabalhadores).
O Copom elevou hoje o juro de 17,75% para 18,25% ao ano. Foi o quinto aumento mensal consecutivo.
“É desanimador começar 2005 constatando que o Comitê de Política Monetária e as autoridades econômicas do país se mantêm insensíveis diante da necessidade de medidas capazes de gerar crescimento sustentável na economia brasileira”, divulgou em nota.
Para a CUT, o desenvolvimento econômico e a redução do desemprego efetivamente ocorrerão se o Copom apostar que há outros mecanismos para o controle inflacionário, como o choque de produção, através da elevação dos investimentos nos setores produtivos e da recuperação do nível de emprego e da massa salarial.
“Mais que metas inflacionárias, o país precisa adotar uma política econômica voltada ao estabelecimento de metas sociais.”
Força Sindical
Já o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, avalia que com a decisão do Copom de aumentar a taxa básica, o governo “dá um presente aos especuladores e pune o setor produtivo e a geração de empregos”.
“Essa receita extremamente conservadora do Banco Central coloca uma trava para o crescimento sustentável, o aumento da produção, do consumo e dos postos de trabalho. Só resta lamentar que essa decisão fortalece o estado de desolação e desesperança que está se espalhando entre a sociedade brasileira, com relação ao governo que insiste em se curvar aos especuladores”, afirmou em nota.
Sindicato dos Metalúrgicos
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região, Eleno José Bezerra, por sua vez, considera que o aumento do juro “demonstra a incapacidade do governo de promover o pleno desenvolvimento econômico e social e levar o país ao crescimento tão esperado, com a conseqüente retomada do caminho da justiça social e da distribuição de renda”.
Fonte: Folha Online

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