(Itabuna) Vítima de seqüestro, junto com a família, Sérgio de Moraes, gerente Comercial da agência Portoseco Pirajá, em Salvador, foi demitido pelo Itaú, mesmo com 28 anos de serviço e estabilidade garantida pela Convenção Coletiva.
Durante o seqüestro, Sérgio de Moraes comunicou o fato ao gerente Operacional Nelson de Jesus, que também tinha a família monito¬ra¬da pelos assaltantes. Sob ameaça, os dois entregaram R$ 51.600,00, que estavam no cofre da unidade.
Ao tomar conhecimento do ocorrido, o superintendente Vagner Dionísio garantiu aos funcionários que ambos teriam até 90 dias de licença remunerada para se recuperar do trauma. No entanto, no dia 25 de maio a demissão de Sérgio Moraes foi comunicada.
Fonte: Seeb Itabuna
Me parece que após este episódio, Wagner passou a ser superintendente no Rio de Janeiro e continuou sua ambição em superar metas, demitindo bons funcionários que segundo ele “não tinham perfil comercial”. Dá vontade de rir, funcionários que trabalharam ao meu lado e “davam o sangue”, o banco demitiu excelentes funcionários e ficou com aqueles que tinham o perfil desejado (vender a qualquer custo). Não quero dizer que ainda existam bons funcionários na área comercial, mas certamente esses são a minoria e em extinção.