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Certificação vira motivo de assédio moral no Unibanco

(São Paulo) O curso de certificação profissional da Anbid virou motivo para a prática de assédio moral no Unibanco. As promoções ficam inviabilizadas pela Consultoria de Pessoas do banco, que coloca a aprovação no teste como pré-requisito. Mesmo com aval do gerente, diretor e superintendente, o funcionário é impedido de ascender profissionalmente se não passar no exame.

“As condições de trabalho já exigem muito do dia-a-dia dos bancários. Além das metas colocadas em patamares praticamente inatingíveis pelas gerências, os funcionários ainda precisam usar do horário de expediente para cumprir os pré-requisitos do programa, que está atrelado ao sistema interno do banco”, explica o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Carlos Damarindo.

No entanto, o método adotado pelo banco para treinamento também é perverso como a própria lógica do sistema. “Alguns gerentes recebem o curso do banco, enquanto que a maioria dos funcionários não, o que é outro fator que inviabiliza as promoções”, afirma o dirigente.

Conforme avaliação dos sindicatos, nas agências de São Paulo e Rio de Janeiro, de cada 8 funcionários do Unibanco, em média 6, são reprovados na prova, conforme Carlos Damarindo. “A maior dificuldade apontada pelos bancários é que não há tempo hábil para estudar os conteúdos e é necessário um orientador para isso”, informa.

Segundo o integrante da Comissão dos Empregados, ele tem autonomia para marcar a data, mas deve fazer os simulados somente durante o expediente, na maioria das vezes na hora do almoço. “Antes ou depois do trabalho ele não pode fazer os testes porque são vinculados ao sistema de ponto eletrônico eo banco não que pagar as horas extras”.

Em conversa por telefone com o RH, os representantes dos trabalhadores, tentaram negociar melhores condições para viabilizar o exame obrigatório, o que foi negado. “Os bancários precisam denunciar as práticas do banco, que anuncia que nem parece banco. A sociedade precisa saber que os funcionários são submetidos a práticas desumanas, em uma instituição que se diz responsável socialmente”, conclui.

Fonte: Carolina Coronel – CNB/CUT

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Certificação vira motivo de assédio moral no Unibanco

(São Paulo) O curso de certificação profissional da Anbid virou motivo para a prática de assédio moral no Unibanco. As promoções ficam inviabilizadas pela Consultoria de Pessoas do banco, que coloca a aprovação no teste como pré-requisito. Mesmo com aval do gerente, diretor e superintendente, o funcionário é impedido de ascender profissionalmente se não passar no exame.
“As condições de trabalho já exigem muito do dia-a-dia dos bancários. Além das metas colocadas em patamares praticamente inatingíveis pelas gerências, os funcionários ainda precisam usar do horário de expediente para cumprir os pré-requisitos do programa, que está atrelado ao sistema interno do banco”, explica o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Carlos Damarindo.
No entanto, o método adotado pelo banco para treinamento também é perverso como a própria lógica do sistema. “Alguns gerentes recebem o curso do banco, enquanto que a maioria dos funcionários não, o que é outro fator que inviabiliza as promoções”, afirma o dirigente.
Conforme avaliação dos sindicatos, nas agências de São Paulo e Rio de Janeiro, de cada 8 funcionários do Unibanco, em média 6, são reprovados na prova, conforme Carlos Damarindo. “A maior dificuldade apontada pelos bancários é que não há tempo hábil para estudar os conteúdos e é necessário um orientador para isso”, informa.
Segundo o integrante da Comissão dos Empregados, ele tem autonomia para marcar a data, mas deve fazer os simulados somente durante o expediente, na maioria das vezes na hora do almoço. “Antes ou depois do trabalho ele não pode fazer os testes porque são vinculados ao sistema de ponto eletrônico eo banco não que pagar as horas extras”.
Em conversa por telefone com o RH, os representantes dos trabalhadores, tentaram negociar melhores condições para viabilizar o exame obrigatório, o que foi negado. “Os bancários precisam denunciar as práticas do banco, que anuncia que nem parece banco. A sociedade precisa saber que os funcionários são submetidos a práticas desumanas, em uma instituição que se diz responsável socialmente”, conclui.
Fonte: Carolina Coronel – CNB/CUT

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