fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 09:38 Sem categoria

Dia de enrolação. Direção do BB aposta no confronto

A direção do BB armou o circo. Adiou a reunião prevista para as 11h da manhã de ontem, 13 de setembro, para as 13h porque estava analisando uma proposta para a Parcela Previ. Na hora da reunião, nada.

Depois da insistência do Comando Nacional, eles afirmaram que existe um estudo que será apresentado em breve, questão de dias, porque ainda falta o sinal verde do Conselho de Administração.

“É absurdo que uma proposta dessa pare em alguma burocracia enquanto os bancários ficam com o valor de sua aposentadoria defasado. E essa história de que será apresentada logo já existe há dois anos, está difícil acreditar”, afirma Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.

Outro ponto discutido foi a PLR. Sobre os valores, disseram que a proposta apresentada “extrapola os recursos que o banco tem”, mas não deram nenhuma alternativa. Disseram ter feito ensaios e que concordam com o princípio de beneficiar quem ganha menos, só que, para variar, nada de concreto.

A Comissão também cobrou a antecipação para agora dos valores disponíveis para a PLR e que, ao final da campanha, fosse feito um acerto com a regra estabelecida para todos os bancários. Mais uma vez, disseram não. Baseando-se em pretensos argumentos jurídicos e chegaram a afirmar que no BB a PLR é uma “liberalidade” do Dest. A comissão dos funcionários insistirá no assunto na próxima rodada de negociação, mostrando que esses empecilhos jurídicos não existem.

Outro ponto discutido foi a criação de comissão de conciliação voluntária, CCV, mas também não houve avanço.

Nova negociação – Além do que foi analisado nesta terça, serão discutidos também na próxima sexta-feira assuntos como Cassi e Plano de Cargos e Salários. “O Comando Nacional dos Bancários continua com sua postura de negociar seriamente e conquistar avanços para os bancários. Se a direção do banco mantiver a postura intransigente, vamos aumentar a pressão e preparar a greve”, conclui Marcel.

Para ajudar na pressão, sugere que BB seja olhado com “carinho” nas próximas atividades da campanha salarial, principalmente no dia da negociação.

Fonte: CNB/CUT

Por 09:38 Notícias

Dia de enrolação. Direção do BB aposta no confronto

A direção do BB armou o circo. Adiou a reunião prevista para as 11h da manhã de ontem, 13 de setembro, para as 13h porque estava analisando uma proposta para a Parcela Previ. Na hora da reunião, nada.
Depois da insistência do Comando Nacional, eles afirmaram que existe um estudo que será apresentado em breve, questão de dias, porque ainda falta o sinal verde do Conselho de Administração.
“É absurdo que uma proposta dessa pare em alguma burocracia enquanto os bancários ficam com o valor de sua aposentadoria defasado. E essa história de que será apresentada logo já existe há dois anos, está difícil acreditar”, afirma Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.
Outro ponto discutido foi a PLR. Sobre os valores, disseram que a proposta apresentada “extrapola os recursos que o banco tem”, mas não deram nenhuma alternativa. Disseram ter feito ensaios e que concordam com o princípio de beneficiar quem ganha menos, só que, para variar, nada de concreto.
A Comissão também cobrou a antecipação para agora dos valores disponíveis para a PLR e que, ao final da campanha, fosse feito um acerto com a regra estabelecida para todos os bancários. Mais uma vez, disseram não. Baseando-se em pretensos argumentos jurídicos e chegaram a afirmar que no BB a PLR é uma “liberalidade” do Dest. A comissão dos funcionários insistirá no assunto na próxima rodada de negociação, mostrando que esses empecilhos jurídicos não existem.
Outro ponto discutido foi a criação de comissão de conciliação voluntária, CCV, mas também não houve avanço.
Nova negociação – Além do que foi analisado nesta terça, serão discutidos também na próxima sexta-feira assuntos como Cassi e Plano de Cargos e Salários. “O Comando Nacional dos Bancários continua com sua postura de negociar seriamente e conquistar avanços para os bancários. Se a direção do banco mantiver a postura intransigente, vamos aumentar a pressão e preparar a greve”, conclui Marcel.
Para ajudar na pressão, sugere que BB seja olhado com “carinho” nas próximas atividades da campanha salarial, principalmente no dia da negociação.
Fonte: CNB/CUT

Close