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Para CUT e Força Sindical, redução da taxa anual de juros é insuficiente

Brasília – Nota oficial divulgada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e assinada por seu presidente nacional, João Felício, afirma que a queda na taxa básica de juros (Selic) para 16,5% ao ano, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, “é pequena demais, absolutamente insuficiente”.

De acordo com a nota, “permanece na equipe econômica uma idéia falsa e obsessiva de que a inflação é o único mal da existência humana”. A CUT defende que “em determinado momento de um país, é melhor adotar metas de inflação mais flexíveis e permitir um crescimento mais acelerado”. E “insiste na abertura do Conselho Monetário Nacional à participação do setor produtivo, incluindo trabalhadores, e que o governo adote metas de crescimento e geração de emprego, às quais dedique o mesmo empenho hoje reservado à meta de inflação”.

Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, a redução da taxa Selic é “pífia para o crescimento da economia”. Em nota, ele afirma que “é preciso mudar a política econômica, que privilegia o capital financeiro em detrimento da produção e da geração de novos postos de trabalho”. E alerta que “a tímida queda já compromete a campanha salarial dos trabalhadores com data-base no primeiro semestre”.

Fonte: Agência Brasil

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Para CUT e Força Sindical, redução da taxa anual de juros é insuficiente

Brasília – Nota oficial divulgada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e assinada por seu presidente nacional, João Felício, afirma que a queda na taxa básica de juros (Selic) para 16,5% ao ano, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, “é pequena demais, absolutamente insuficiente”.
De acordo com a nota, “permanece na equipe econômica uma idéia falsa e obsessiva de que a inflação é o único mal da existência humana”. A CUT defende que “em determinado momento de um país, é melhor adotar metas de inflação mais flexíveis e permitir um crescimento mais acelerado”. E “insiste na abertura do Conselho Monetário Nacional à participação do setor produtivo, incluindo trabalhadores, e que o governo adote metas de crescimento e geração de emprego, às quais dedique o mesmo empenho hoje reservado à meta de inflação”.
Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, a redução da taxa Selic é “pífia para o crescimento da economia”. Em nota, ele afirma que “é preciso mudar a política econômica, que privilegia o capital financeiro em detrimento da produção e da geração de novos postos de trabalho”. E alerta que “a tímida queda já compromete a campanha salarial dos trabalhadores com data-base no primeiro semestre”.
Fonte: Agência Brasil

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